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Após um momento #metoo (2)

por João André, em 06.10.18

«Que tinhas vestido?»

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48 comentários

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De Sarin a 06.10.2018 às 11:08

Aceitável apenas se seguido de "Era essa roupa? Tens de entregá-la no hospital/polícia, para fazerem testes periciais adicionais" ou algo parecido.


Não repararão na semelhança com a defesa da burka? Não, claro que não reparam.
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De Pedro a 06.10.2018 às 17:40

Sarin, deixo-te aqui a dicotomia, Madonna/Whore , usada pela maioria dos homens na avaliação das mulheres (explicada pela neurobiologia ):

Men with this complex desire a sexual partner who has been degraded (the whore) while they cannot desire the respected partner (the Madonna). Freud wrote: "Where such men love they have no desire and where they desire they cannot love."

This earlier theory is based not on oedipal-based castration anxiety but on man's primary hatred of women, stimulated by the child's sense that he had been made to experience intolerable frustration and/or narcissistic injury at the hands of his mother. According to this theory, in adulthood the boy-turned-man seeks to avenge these mistreatments through sadistic attacks on women who are stand-ins for mother.

Tendo em consideração a natureza biológica poligama do macho, interessando-lhe exclusivamente o maior número de descendentes possível que pode deixar (a fêmea,ao contrário, interessa-lhe muito mais a sobrevivência da prole, do que o número - a capacidade de gerar descendência é, na fêmea, muito inferior à do macho), ele é, por natureza , um predador sexual, racionalizando essa sua necessidade com uma "adequada" dicotomia moral.
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De Sarin a 06.10.2018 às 17:48

E essa "adequação" vem dos mesmos que impõem a castidade no século XI... sendo a raiz do problema, a adequação da biologia ao anseio moral é também o problema.
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De Pedro a 06.10.2018 às 19:23

Os da castidade, ao seguirem uma outra dicotomia, aquela do Corpo/Espirito, perdem o juízo numa guerrilha irrazoada. Pois do Corpo nasce o Espirito e não o contrário. Ao lutarem contra o corpo matam o espírito
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De Sarin a 06.10.2018 às 19:24

Pelo sim, pelo não prefiro um corpo profano a um Espírito Santo
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De Pedro a 06.10.2018 às 20:22

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De Anónimo a 06.10.2018 às 15:16

muito pouco!
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De Anónimo a 06.10.2018 às 16:24

Afinal, segundo investigação do Correio da Manhã, a jovem voltou à festa após o "incidente". Estranho, para quem disse ter pensado no suicidio.
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De João André a 06.10.2018 às 18:23

Entre a Der Spiegel e o Correio da Manhã, sei qual a publicação em que confio.
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De Anónimo a 06.10.2018 às 17:30

Sou um admirador confesso do Ronaldo.
Para mim, é mesmo o melhor do mundo.
O que ele faz fora das 4 linhas só me interessa na medida em que possa afetar o seu rendimento desportivo.
Estou até à espera do jogo com a Udinese, para testar a situação.
Mas estou preocupado.
É que, se percebo alguma coisa de mulheres (coisa difícil), o facto de a queixosa ser assistida no hospital a ferimentos causados no ato, prova, só por si, que houve violência, logo, violação.
Nenhuma mulher, quando não está preparada, consente ser rasgada dessa maneira.
Estou preocupado!
João de Brito
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De João André a 06.10.2018 às 18:25

Estarei quase de acordo consigo. Noto no entanto que pode haver sexo violento consentido e, como tal, não haver violação. Não tenho qualquer interesse por isso, mas há quem o pratique sem que isso seja crime.
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De Anónimo a 06.10.2018 às 19:02

Não sou um especialista na matéria, mas parece-me que estamos a falar de violências diferentes...

(Já agora, Cristiano passou no teste, com a Udinese. Melhor que nunca. Até há pouco, jogava no último terço. Agora joga em todo o meio campo ofensivo, com uma determinação, uma vivacidade e uma utilidade para a equipa como não costumava. Parece um jovem a lutar por um lugar na equipa. Tendo em consideração o seu histórico, para mim, esse é o seu maior mérito.
Grande Cristiano (no campo)!
João de Brito
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De Sarin a 06.10.2018 às 19:54

Caro João de Brito, talvez ache difícil perceber "alguma coisa de mulheres" porque as mulheres não são um único indivíduo, não são clones, não são produto em série... e desconfio que sabe isso.
Pessoalmente, recuso-me a normalizar "os homens". Os seus comportamentos em determinadas circunstâncias até poderão ser padronizáveis - mas numa multiplicidade de padrões mais ou menos identificáveis conforme as nuances. Ou seriam todos santos ou filhos-de-puta.

E até para apodar os homens se recorre à exposição da virtude das mulheres...


No mais, e já feita a ressalva sobre o sexo violento consentido, concordo acrescentando que a praça pública julga mais depressa o carácter do que os tribunais julgam os crimes, para mal de todos.
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De Pedro a 06.10.2018 às 20:27

Sarin é costume atribuir-se às mulheres determinadas características. Uma dela serem menos propensas ao cálculo matemático. Pois houve um estudo que pretendeu desmontar tais lugares comuns, chegando-se à conclusão que a assimetria de propensão apenas se verificava em sociedades onde havia uma maior descriminação de género (Turquia ) ap passo que em sociedades igualitárias os resultados na matemática não diferiam entre homens e mulheres (ex: Islândia, e Escandinávia ). Assim o papel da mulher ou do que ela é capaz , em termos cognitivos, é sobretudo um problema cultural
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De Sarin a 06.10.2018 às 20:35

Sem dúvida! Desde miúda que esgrimo tais argumentos no nariz de Fulanos e Cyranos - embora sem o suporte de tantos estudos como os que hoje há.

Aliás, talvez te recordes da derivação da nossa conversa sobre Princípios e da bomba no harém
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De Pedro a 06.10.2018 às 21:46

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De V. a 07.10.2018 às 00:24

E até para apodar os homens se recorre à exposição da virtude das mulheres...

Algo demagógico... dado que não há nenhum fdp que não seja também um ganda cabrão

Tenho chamado várias vezes a atenção para o facto de que a fixação dos géneros na linguagem é arbitrária e de que os géneros das palavras não correspondem aos sexos — aliás, só agora, neste tempo de bloquistas, panistas e indignações electrónicas, é que a fixação das palavras na língua começa a sofrer intromissões perigosas da ideologia. Isto leva-nos ao outro assunto.
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De Sarin a 07.10.2018 às 00:34

Mas, V., o cabrão original não era o que corria atrás das cabras, era o corno... Demagogia nenhuma.
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De Sarin a 07.10.2018 às 00:41

Sobre a questão dos géneros, tenho o descaramento de me publicitar um texto
Talvez seja mais fácil perceber o que penso do assunto. De vários, já que se fala em sexo.

https://sarin-nemlixivianemlimonada.blogs.sapo.pt/prostituicao-nao-tem-que-ser-um-36461
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De Anónimo a 06.10.2018 às 22:00

Não sei se já repararam no seguinte. Sexo anal sem lubrificação provocará no ânus hematomas e lacerações (na realidade a penetração torna-se praticamente impossível sobretudo se quem sofre a penetração não se puser a jeito). Mas o mesmo acontecerá com o pénis do penetrador, o prepúcio ficará em muito mau estado. E é doloroso. Portanto se ela foi ao hospital é muito provável que Ronaldo também tenha ido, provavelmente a outro. Deve haver registos.
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De Sarin a 07.10.2018 às 00:47

Sabe se Ronaldo não é circuncidado? E não sabe que os atletas de alta competição têm médicos pessoais? E que até um barrabotas pode pagar uma consulta a médicos privados - e que tais consultas não geram relatórios?

Mas é sempre bom saber que somos uma sociedade de peritos...
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De Anónimo a 07.10.2018 às 17:09

"ão é circuncidado? E não sabe que os atletas de alta competição têm médicos pessoais"
Estimada Sarin, não há dúvida de que Ronaldo é culpado e não há volta a dar-lhe.
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De Sarin a 07.10.2018 às 18:33

Não sabendo a que anónimo me dirijo, não posso devolver a estima... uma inicial como assinatura seria q.b. para servir de fio condutor, na sua ausência apenas posso agradecer.


Tenho muitas dúvidas sobre o processo, até porque desconheço os factos e as notícias truncam a informação, interpretam, manipulam.
Por admirar CR, gostaria que fosse falso.
Por querer crer na Justiça, advogo a presunção de inocência mas também o direito de acusado e acusador poderem expor os factos sem julgamentos de carácter.


Querer basear inocências ou culpas em registos mútuos cujas probabilidades de existência se assumem falsamente como elevadas nada mais é que ruído - porque, se inexistentes, a sua inferência daria como provada a inocência.
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De Anónimo a 08.10.2018 às 17:47

Minha Senhora,
é nesse tipo de coisas que não me considero especialista;
e isso não implica formatar as mulheres e muito menos estigmatizá-las;
quem as formata e quem as estigmatiza é quem fabrica leis para as discriminar positivamente.
João de Brito
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De Sarin a 08.10.2018 às 18:53

Suponho que me respondeu também neste comentário a algo que lhe disse noutro postal. Por partes:


Sobre a matéria "violação ou falsa acusação" ninguém é especialista, são necessárias, até, várias disciplinas para o apurar. Mas há muito quem debite certezas sem nunca ter, sequer, ouvido ou percebido de perto uma vítima, e há quem avente tantas hipóteses a preto-e-branco num mundo cheio de cinzentos, que quem passa ou lida ou lidou de perto com tais situações se interroga sobre quem é o estúpido, se a pessoa num mundo de "peritos" se os "peritos" cheios de certezas e experiência nenhuma.

Quanto a formatação das mulheres, também desconfiei que o não fizesse, por outros muitos comentários que lhe li por meses; daí ter-lhe respondido dizendo isso mesmo.


Também não me agrada a descriminação positiva. Mas os anos passarem e pouco ou nada mudar fez-me rever tal conceito, e hoje digo que é um mal necessário - sem quotas, dificilmente as mulheres chegam a ligares cimeiros no mundo das decisões, não por falta de mérito mas porque as cadeiras estão substancialmente ocupadas por homens e entre estes poucos se preocupam com o equilíbrio entre demografia e competência. Mulheres serem afastadas não por questões curriculares ou de competência, mas porque "é nova, a gravidez" ou "tem filhos pequenos, os cuidados maternais" ou "vai casar em breve, vai dar mais atenção ao marido". Não foi há muito tempo que o vi... já não será misoginia pura, embora também haja resquícios aqui e ali; mas é ainda efeito da compreensão pouco paritária da maternidade e da paternidade ou do casamento - além da demissão da sociedade na questão da gravidez, cujo ónus não devia recair nem na progressão/realização profissional da mulher nem na empresa. Ao parir, a mulher renova a sociedade. Mas esta não lhe reconhece o tempo perdido na progressão profissional (as empresas não podem parar no período da licença de maternidade - que, e contrariamente ao que se difunde, não é um direito da mãe mas da criança) tal como não lhe reconhece o direito de ficar em casa a tomar conta dos filhos ("viver à custa do marido", por exemplo - e a dependência financeira é um facto, que muito contribui para o desequilíbrio de forças no casal, quando o há). É cultural, demora tempo... e sem as quotas as mudanças não extravasavam dos nichos onde foram geradas. Duvido que cumpram o objectivo pedagógico, mas pelo menos dão espaço a um maior equilíbrio. A meritocracia não sai beliscada pelo simples facto de que sem quotas também não existe.
Se tiver melhor solução no curto-médio prazo, estou compradora. No longo, advogo educação, consciencialização, debate, educação.
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De Sarin a 08.10.2018 às 18:58

Discriminação, perdão pelo lapso.
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De Anónimo a 07.10.2018 às 12:11

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De Anónimo a 06.10.2018 às 17:54

Ronaldo marca de pé esquerdo ,é abraçado por todos os companheiros. Nada derruba o maior jogador portugues de todos os tempos.
O CM esta a passar a noticia de que a jovem voltou à boite, Em que ficamos? Foi ao Hospital? Fazer o que? colher provas? se tivesse acontecido o que o lampião acima diz, ela não voltaria para o baile.
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De João André a 06.10.2018 às 18:24

Entre a Der Spiegel e o Correio da Manhã, sei qual a publicação em que confio
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De Anónimo a 06.10.2018 às 18:50

Nenhuma
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De Anónimo a 06.10.2018 às 20:00

Sabe que há mais jornais para além do Correio da Manhã? E ser o melhor jogador português de todos os tempos não o iliba de eventuais crimes. Maradona foi segundo muitos o melhor jogador de todos os tempos e mesmo assim foi punido por doping.
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De Pedro a 06.10.2018 às 20:32

Vamos a ver até quando se limita à condenação por doping

Ekaterina Nadolskaya accuses Diego Maradona of sexual harassment

Notícia de 2017.....começou a caça às bruxas, ou aos magnatas, para ser mais correcto
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De Sarin a 06.10.2018 às 20:47

Pedro, a caça aos empregados que recolhem os copos nas festas também começou, até começou antes - mas se as mulheres que acusam os magnatas têm a vida devassada nas capas de jornais e na net, as que acusam os empregados apenas são devassadas nas esquadras e até nos hospitais, sem a força que parte da opinião pública dá à coragem das outras. Assumir-se vítima de violação é também aceitar ser vítima de muitos outros crimes perpetrados por quem deve proteger. É preciso coragem.

E bem sei que há falsas vítimas - mas, Pedro, não podemos admitir que estas prejudiquem ainda mais as verdadeiras vítimas de violação, presumindo seja o que for sobre acusados e acusadores. "Caça ao magnata" é demasiado pejorativo para ser obra do teu léxico...
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De Pedro a 06.10.2018 às 21:56

Acho estranho esta acusação a Ronaldo. Como estranho me parece a acusação ao juiz americano, passados 30 anos (nem tenho simpatia pelo personagem ). Fica sempre a dúvida sobre o propósito da acusação "sair" agora. Motivações políticas? De dinheiro? Serão vítimas ou oportunistas? Hoje imaginei ser acusado de uma ilicitude de há 20 anos. Como me defendia? Como se consegue provar que uma relação sexual consensual não o foi passados 30 anos.....estas supostas vítimas parecem-me jogar com um baralho diferente. A acusação, a difamação, como arma política...

De uma coisa sei. Saem prejudicadas as verdadeiras vítimas.
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De Sarin a 06.10.2018 às 23:00

Há muitas formas de reagir a uma violação, e nenhuma é fácil. Fácil é julgar os outros pelo que se pensa que deveriam fazer, pelo que acham que fariam as nunca vítimas se alguma vez fossem realmente atacadas. "Com os sapatos do meu pai julgo-me um homem" ou "pimenta....", sabes?

Porque demoraram anos os adultos antes crianças da Casa Pia a falar? Porque é que a homens molestados por poderosos se compreende o trauma e a mulheres se desconfia de oportunismo? Porque é que uma miúda de 9 anos se defende e denuncia aos professores um ataque e uma mais crescida de 12 tem medo e vergonha de dizer que a apalpam nos corredores da escola e por isso fica a chorar nos balneários ao intervalo?
Educação? Coragem? Medo? Segurança? Princípios? Atavismos? Determinação? Vergonha?


Não sei nem quero fazer o trabalho dos juízes. E certamente não o faço na praça pública, com informações truncadas, manipuladas, descontextualizadas. São também esses julgamentos que alimentam os oportunistas.

E não posso ficar calada perante a diferença de tratamento a uns e a outros - vê como demoraram a aceitar que Asia Argento pudesse falar verdade sobre Weinstein e quão depressa acreditaram na sua culpa enquanto violadora.
Não farei parte desse grupo que condena antes mesmo de conhecer os factos - as vítimas de violação merecem um lugar seguro para se exporem, tal como o merecem as vítimas de falsas acusações, e é neste lugar seguro que quero estar, anulando o ruído causado por misoginias, misandrias e outras (idiot)ias.
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De Pedro a 06.10.2018 às 23:30

Falas em processos relacionados com a pedofilia, diferentes daqueles que referi.

A grande questão,destes processos, relaciona -se com o Poder dos visados. Ter-se-ão aproveitado, ou estarão a ser usados pelo Poder que detêm ?

Partir do princípio que o poder corrompe aquele que o detem é esquecer que também atrai quem o não tem.
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De Sarin a 06.10.2018 às 23:53

Não parto de princípio algum, ouço sem juízos de valor.

Violação é sempre violação, a idade de uns choca mas os traumas podem ser parecidos em qualquer idade, Pedro; e pouca diferença há entre um pedófilo que abusa do poder que exerce sobre a criança e o magnata que abusa do poder que exerce sobre subalternos.

Cf te disse, pagar por silêncios mesmo que de acusações infundadas é alimentar o monstro. Julgar em praça pública é a continuação e o objectivo.
Não dou para esse peditório, seja qual for o tema.
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De V. a 07.10.2018 às 00:42

Não acho assim tão estranho. Nos states há muito que existe um certo tipo de advocacia predatória que se especializou em sacar indemnizações e há toneladas de processos cujo único objectivo é criar as condições necessárias para que os acusados aceitem um acordo rapidamente. Sobretudo em casos sobre situações ocorridas há dezenas de anos em que as provas forenses ou científicas (ou até mesmo a integridade da palavra das acusadores, acusados e testemunhas) dificilmente serão determinantes. Vão batalhar em coisas de jurisprudência (que na América é lixada e depende da capacidade de pesquisa) e tentar chegar a um acordo.
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De Sarin a 07.10.2018 às 01:08

Mas o monstro de que falo nasceu nos EUA: a Opinião Pública transformada em negócio. Hollywood e as revistas cor-de-rosa de um lado, o conservadorismo americano do outro, e o Julgamento Público surgiu quase por geração espontânea. Antes disso, só a Rainha Vitória havia conseguido tal cultura de apontar-o-dedo, e mesmo esse era-o apontado em recato. Um murmúrio, nunca altifalante.

O oportunismo vende porque há quem compre. Leis de Mercado, V.
Pela Europa a coisa não é tão sonante porque os peanuts não precisam de instruções que evitem perdas em tribunal. Só por isso, parece-me.
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De Pedro a 07.10.2018 às 14:34

A opinião pública nasceu com a opinião publicada. Ou seja com a democracia. E o negócio da democracia é a "compra"do voto.

O boato contudo é tão antigo como a humanidade. É a forma que arranjamos para saber se o vizinho do lado é confiável
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De Sarin a 07.10.2018 às 14:54

O que me ampara a confiabilidade dos outros não é o boato, é a coerência.

Mas a opinião publicada surgiu apenas quando descobriu o filão que dormia na opinião pública - já antes disso o strip tease da vida das Starlettes era usado como motor de venda. "There is no such thing as bad publicity"

A opinião publicada, agora que qualquer um de nós a pode publicar, apenas acelerou o Julgamento Público.
Curiosamente, esperava que trouxesse mais escrutínio e afinal promove o seu contrário...
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De Pedro a 07.10.2018 às 15:35

Gossip is a Social Skill - Not a Character Flaw

Evutionary psychologists believe that our preoccupation with the lives of others is a byproduct of a prehistoric brain. According to scientists, because our prehistoric ancestors lived in relatively small groups, they knew one another intimately. In order to ward off enemies and survive in their harsh natural environment, our ancestors needed to cooperate with in-group members. But they also recognized that these same in-group members were their main competitors for mates and limited resources. Living under such conditions, our ancestors faced a number of adaptive social problems: who’s reliable and trustworthy? Who’s a cheater? Who would make the best mate? How can friendships, alliances, and family obligations be balanced?

https://www.google.pt/amp/s/www.psychologytoday.com/us/blog/out-the-ooze/201601/gossip-is-social-skill-not-character-flaw%3famp
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De Sarin a 07.10.2018 às 16:19

Serei fruto de genes mutantes, recessivos talvez... mas falta-me essa competência social. Que se lixe :)
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De Pedro a 07.10.2018 às 16:37



Acho que esses marados dos evolucionistas inventam mais do que explicam
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De Sarin a 07.10.2018 às 16:44

Ele há ciências para todos os gostos
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De Anónimo a 07.10.2018 às 12:13

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De Anónimo a 06.10.2018 às 21:51

Não é uma caça aos magnatas. É sim uma caça aos magnatas violadores. Donald Trump, Roy Moore, Brett Kavanaugh e toda essa escumalha. A prisão era onde eles deviam estar.
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De Pedro a 06.10.2018 às 22:06

Mais a escumalha das Stormy Daniels....

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