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Anonimato na net

por João André, em 18.12.17

O post da Patrícia toca em vários pontos essenciais. Reflicto abaixo sobre um deles: devemos ou não aceitar comentários anónimos nos nossos posts?

 

Eu permito-os por três razões que deixo em comentário no post dela:

1. Quem queira ser troll não deixa de o ser por causa de ser anónimo. Basta abrir contas falsas e depois espalhar o seu lixo. Mesmo que seja bloqueado nada o impede de abrir mais contas. Bloqueá-lo não muda nada: a revisão de um comentário antes da sua aprovação continua a ter de ser feita.

2. Há pessoas que preferem não abrir contas. Compreendo isso: é mais uma conta para lembrar, mais um destino para spam e mais uma forma de poder ser seguido pelos algoritmos da net. Além disso há comentadores que acabam por assinar na mesma. Lembro-me agora do nosso comentador João de Brito.

3. Um nome, na net, nada significa. Qualquer um de nós pode assinar com o alias que preferir sem que isso signifique seja o que for.

 

Já quanto à "censura" que alguns comentadores clamam quando não aprovamos os comentários, tenho os seguintes pontos.

1. Não é censura. A censura é uma limitação grave da liberdade de expressão. Ao não aprovar um comentário ofensivo, agressivo, ou indecente, não impedimos qualquer liberdade de expressão. O comentador em causa continua a ser livre de colocar o mesmo comentário no Facebook, no Instagram, num blogue pessoal ou, se os donos tiverem estômago para isso, noutros blogues ou em jornais.

2. Limpar comentários nas caixas de cada um dos autores é um acto de higiene. Ninguém pensa que estamos a impedir liberdade de expressão às moscas quando removemos o lixo de nossas casas.

3. A democracia só o é de forma verdadeira quando existe um debate respeitoso. O ruído impede-o e, como tal, comentários ou opiniões agressivos e/ou ofensivos impedem uma discussão correcta. Como tal, numa discussão, ao limparmos eses comentários estamos a promover a democracia. Eu não retirarei o comentário não ofensivo de alguém que proclame a inferioridade de alguém de uma crença específica, mas fá-lo-ei a alguém que posteriormente insulte o autor desse comentário.

 

O problema das caixas de comentários é que se tornaram repositórios de frustrações. Eliminar opiniões não faz sentido, até porque isso não é possível (só eliminamos um registo das mesmas). Faz muito mais sentido que apenas sejam retirados os comentários que ultrapassem os limites das regras da sociedade. Já os outros, é sempre melhor que sejam publicados. Primeiro porque é assim que funcionam sociedades livres; segundo porque por vezes são apenas desabafos e nada mais; por último porque ficam registados para o futuro e podem ser usados para confrontar os seus autores.

 

A responsabilidade, ao contrário da opinião, não é um direito. É um dever. De todos.

Autoria e outros dados (tags, etc)


33 comentários

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De Luís Lavoura a 18.12.2017 às 11:55

Há também um outro ponto: uma pessoa que assina os seus comentários pode fazê-lo com um nome falso. Ou então o nome pode até ser verdadeiro, mas ser muito vulgar (por exemplo: "Pedro Correia" é um nome vulgaríssimo, deve haver centenas de Pedros Correias no país). Uma pessoa pode ainda dar-se ao luxo de assinar com um nome verdadeiro mas pelo qual ninguém a identifica - usando o segundo nome próprio em vez do primeiro, ou o apelido da mãe em vez do apelido do pai (ou ainda, no caso de uma mulher casada, o apelido de solteira em vez do apelido do marido).
Portanto, a assintaura não quer forçosamente dizer nada. Pode ser uma assinatura falsa, ou inútil.
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De João André a 18.12.2017 às 12:14

Verdade. Notei isso (mais resumidamente) no meu ponto 3 sobre o anonimato.

Aliás, o meu nome é um caso claro. A maior parte das pessoas pensará que assino com o meu primeiro e segundo nome, quando André é apelido.
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De Vento a 18.12.2017 às 12:13

Alheando-me da ligação que refere.
Concordo, mas não em termos absolutos. As caixas de comentários e muitos dos próprios escritos que a estes comentários desafiam também são um repositório de frustrações.
Pretendo com isto salientar que a autoria de um texto, só porque se tem o poder de o publicar, não isenta os seus autores das mesmas emoções que se atribuem a comentadores.

Aqui chegados, penso que pedir equilíbrio em matéria de convicções é o mesmo que usar o lápis azul no tempo da outra senhora, porque era feito por uns "para o bem de todos" . E aqueles que contrariavam a outra senhora também o faziam no anonimato, por razões óbvias. A democracia só ofereceu a possibilidade de se corrigirem os tiques anteriores, mas não os eliminou.

Cada situação no seu contexto.
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De João André a 19.12.2017 às 14:21

Caro Vento, eu não peço necessariamente moderação nas convicções, antes na forma como são expressas. Algumas podem ser vistas como apenas "opiniões", mas não o serão (imaginemos um comentário de "pôs-se a jeito" para justificar insultos/agressões/violações).

Eliminar um comentário não é censura porque há outra sopções de ser publicado. Criar um blogue custa 2 minutos de tempo se se sentir que a opinião tem mesmo que ser publicitada. Além disso não elimino as opiniões, antes a forma como são expressas.
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De Vento a 19.12.2017 às 20:51

Caro padrinho,

eu não individualizei ou, como se ousa dizer, pessoalizei. Pretendi somente revelar que em matéria de avaliação não se pode esquecer as autorias que originam os comentários. Quis referir que ninguém está isento de emoções, temporárias ou não, e de convicções, até mesmo acaloradas. Por isto mesmo a minha concordância com seu texto não é absoluta.

O pôr-se a jeito é algo que ninguém evita, colocamo-nos todos a jeito com ou sem intenção.
O que acho ridículo é dar-se atenção a coisas comezinhas sem primeiro, com a elevação que muitos e muitas apregoam, mas que não praticam, esclarecer o tipo de relação que se deseja estabelecer. Creio eu que a histeria também é de se evitar. Mas isto é só uma crença. Sei que é difícil evitar o fenómeno nestes momentos de grandiosos avanços civilizacionais.

Concluindo, o poder pode e há quem o exerça com qualquer coisa. O facto do João bloquear alguém é um critério que deve ser respeitado. Mas se já está bloqueado, para quê pensar mais no assunto? Se vier com outra máscara, bloqueie-se novamente.
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De a 18.12.2017 às 14:14

Existe uma enorme falta de respeito "pelo outro", onde impera a falta de bom senso e de limites, numa larga escala de indivíduos [F/M] - quando por detrás de um teclado/ecrã - na era da sociedade on-line. Penso que se sentirão seres superiores, poderosos, a quem tudo é permitido na ausência de contacto visual - olhos nos olhos. Com nickname, anónimos ou não.
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De Anónimo a 18.12.2017 às 16:38

"quando por detrás de um teclado/ecrã" Ou de um volante!!
Por acaso eu sou mais agressivo quando por detrás de um teclado/ecrã. Ao volante sou muito calmo. Mas ao teclado ... é cá uma adrenalina...
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De a 18.12.2017 às 22:10

Este é o típico "comentário anónimo" - responder - a comentário, que significa o quê, exactamente!? Provocação? A tal, como diz, adrenalina?
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De Anónimo a 19.12.2017 às 09:43

"Este é o típico "comentário anónimo" " É? Fico feliz.
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De a 20.12.2017 às 12:47

Reformulo a questão;

- Este é o típico comentário de provocação, sim ou não?

Não comentou o post, veio só "picar" quem o tinha feito. Nem de propósito...quando o tema do post é exactamente sobre Anónimos.
Da minha parte as minhas desculpas ao DO.

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De João André a 19.12.2017 às 14:17

Escreva como conduz então.
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De João André a 19.12.2017 às 14:17

Há falta de moderação pessoal por não haver o contacto directo. O ser humano é social, como tal a moderação existe mais facilmente quando o contacto pessoal existe. Na net essa moderação desaparece.
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 19:41

Tal e qual. É uma grande verdade. Quanto mais virtual é o contacto, maior potencial de agressividade existe.
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De CM a 18.12.2017 às 14:51

A internet tem-se transformado num canal fácil para destilar a raiva e frustração. Uma forma ideal para lançar um fosforo e fugir. Uma maneira ideal de acicatar outros idiotas a permitirem-se ser idiotas também. Na minha opinião devemos sempre permitir e aceitar que os outros tenham opiniões diferentes das nossas, rebatendo o que não concordamos como os nossos próprios factos e pensamentos.
A mal dos comentários anónimos está no facto de permitir as alarvidades que se entender sem ver o seu nome e o seu rosto colado à imundice que se cria.

Contudo e como muito bem indica, bloquear os anónimos não muda nada, a facilidade com que se cria uma identidade virtual permite o seu contorno.

Por isso o melhor é fazer de empregada de limpeza e ir limpando para não ficar muito sujo.

No meu blog opto por eliminar os comentários que entendo, não por censura, só mesmo porque é a "minha casa virtual" e nela acontece o que a mim me apetece e quem a mim se dirige de forma inapropriada e desagradável é varrido para fora. Fim.
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De João André a 19.12.2017 às 14:16

É precisamente esse o meu princípio. Aqui no DdO não tenho uma casa só minha, pelo que não toco nos comentários ofensivos nas caixas de comentários dos posts dos outros (mesmo quando me ofendem a mim), mas no meu quarto (i.e., os meus posts? Aí sou muito mais cuidadoso e criterioso).
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De Makiavel a 18.12.2017 às 16:29

Subscrevo.
O direito ao anonimato é inalienável.
Comentários declaradamente ofensivos e com linguajar de carroceiro devem ser banidos. Não se trata de censura.
Nas caixas de comentários dos jornais, esse princípio deveria ser colocado em prática, sem qualquer espécie de receio.
Comentários que expressem ideias com as quais não se concorde, mesmo que declaradamente condenáveis (nazismo, racismo, etc.), devem ser permitidos. Há um ditado que diz mais ou menos isto: mantém os teus amigos por perto e os teus inimigos ainda mais de perto.
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De João André a 19.12.2017 às 14:14

Mais ou menos o meu princípio. Claro que tenho dificuldade em aceitar um comentário racista ou nazi, não pela ideologia, mas porque é difícil exprimir essas ideias sem se ser ofensivo, dado que as mesmas são caracterizadas por oposição visceral a determinados grupos.
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De Makiavel a 19.12.2017 às 14:27

Claro que há dificuldade em aceitar um comentário nazi ou racista. Como normalmente esse tipo de comentários usa um linguajar ofensivo, facilmente cairá na categoria a eliminar. Se não usar, rebate-se argumentando.
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De João André a 19.12.2017 às 15:48

Completamente de acordo
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De Anónimo a 18.12.2017 às 18:38

Acrescento que na internet ninguém é verdadeiramente anónimo, apenas o é enquanto não houver consequência das suas palavras. Ser-se anónimo (na internet) não se trata verdadeiramente de um acto de ocultar a identidade (para fugir a responsabilidade, pois preparem-se para surpresas se as coisas ficarem sérias), trata-se sim de obrigar o leitor a focar-se no conteúdo deitando fora qualquer preconceito quanto a quem o escreveu.

Essa é a teoria, reconheço que a prática é... mais complexa. De facto, tornou-se contraproducente, pois um "anónimo" já é (por si só) encarado com preconceito.
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De João André a 19.12.2017 às 14:11

Admito que me alguns casos possa ser esse o princípio. Em muitos outros é apenas uma forma mais simples de escrever vómitos.
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De s o s a 18.12.2017 às 19:38

gostei. apesar de ser mais do mesmo, chover no molhado, mas é assim mesmo.

Desde logo todos somos anonimos, o Joao Andre também para mim é anonimo.

De outra forma, estariamos a falar de clubes fechados, a mim nao me incomoda que o Joao, ou outro qualquer, escreve so para seus conhecidos, e portanto os demais sejam impedidos de aceder.

Ninguem esta verdadeiramente contra, pelo contrario, a higiene do espaço, e portanto a eliminaçao de comentarios flagrantemente improprios. Há aqui um pormenor que toca ora ao autor ora a um comentador, que nao se dá ao respeito, que se poe a jeito. Esta consagrado, ceite, que o homem chegou á lua, mesmo se no futuro tal vier a ser negado, mas entretanto quem disser o contrariio, dificilmente é respeitado.

continuo. a inflaçao foi de x, esta consagrado. O Joao ou um comentador ate pode dizer que nao acredita naquele valor, nao pode é dizer outro que lhe apetece. Isso é faltar á verdade, mentir, por-se a jeito.

Outro pormenor : se alguem disser que nao gosta do fulano A, é pacifico para a generalidade. Se disser que gosta, também. O problema esta se enumerar argumentos, razoes. Que podem ser publicamente nao suportados, serem falsos.

Por exemplo, embora o campeonato ainda va a meio, o jogo seja em dois tribunais, uma Patricia ontem aqui no Delito, preferiu ignorar a absolviçao do carrilho e recorrer a pintelhos para desautorizar a juiza.

Repare-se : ela nao disse que conhecia o carrilho e sabe que é um canalha, como nao disse que é intima da barbara e sabe que foi violentada. Aparentemente sabe tanto como eu, mas a mim tanto se me dá, ela tomou partido por quem sonha que sera vitima. E neste caso, bastaria dizer uma coisa ou outra : conheço o carrilho e sei que é canalha ou, conheço a barbara e foi violentada. Tal afirmaçao seria clara e pacifica. Fazer como fez, desvalorizar, infantilizar o tribunal, para alem de comum, pos-se a jeito.


E é sobre este particular que acho nada li no post do Joao.: deve o leitor denunciar a falsidade ? Merece respeito um individuo que vem defender o holocausto, nomeadamente um proximo ?

Porque nao haver um entidade reguladora, uma policia a quem o leitor se queixe do texto excessivo de um autor ? insisto, nao estou a falar de opiniao, mas de verdade, a que esta consagrada, e de direitos humanos. Vou mais longe : total liberdade para dizer nao gosto de minorias, ou da minoria a e b, mas total impedimento de promover perseguiçoes.
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De João André a 19.12.2017 às 14:10

Aprovei-lhe o comentário para lhe responder uma coisa simples: V. não denunciou nenhuma falsidade. A Patrícia não disse que a sentença estaria correcta ou incorrecta. Tomou um partido mas tem direito a isso. Mas não desautorizou uma sentença: apontou a falta de responsabilidade profissional da juíza.

Quanto ao seu outro comentário, não lho aprovo. Quando escreve que alguém se "pôs a jeito", não merece mais palco.
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De Isabel Pires a 18.12.2017 às 20:19

O problema com os anónimos é que a maior parte dos comentários ofensivos e violentos vem de pessoas que escolhem essa forma para se esconder.
Mas em termos de identificação, a diferença entre um anónimo e quem usa um perfil falso, não é significativa, e é igualmente difícil saber quem se esconde nesse tipo de perfil e perceber que é falso.

No meu blogue tenho a moderação de comentários activada apenas para controlar melhor as respostas porque defini para mim responder sempre.

Publico todos os comentários, incluindo os anónimos e o que já chegou deles de agressivo, incluindo quando dirigido a terceiros. Como disse, respondi sempre e percebi que foi lido.
Há um tempo que não aparecem, talvez por cansaço.
O facto de nada ter eliminado do que me apareceu tem que ver com o meu entendimento de que os comentários que são feitos num espaço que é de acesso público devem poder ser vistos por quem passa que, certamente como eu, sabe interpretá-los e daí tirar ilações.

Contudo, desagrada-me esse escudo de "anónimo" e logo à partida causa-me repulsa.



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De João André a 19.12.2017 às 14:12

São de facto escolhas Isabel. Eu tento ser o mais lato possível. Quando os comentários me ofendem (ou tentam ofender) a mim, eu tento demonstrar mais abertura, para não pecar por excesso. Quando ofendem outros sou mais cuidadoso. Mas de facto não há uma regra geral.
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De Anónimo a 18.12.2017 às 22:54

Concordo plenamente com a moderação,mesmo sendo anónimo.Um blogue não é um vomitorium.
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De João André a 19.12.2017 às 14:13

A moderação deve ser sempre usada. Ponto final.
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De Patrícia Reis a 19.12.2017 às 14:21

João, obrigada pelo teu post, com o qual concordo, aliás como concordo com o comentário do Pedro, cada um de nós pode ou não libertar comentários, é uma opção. Até ao momento, libertei tudo e já fui insultada aqui sem qualquer misericórdia, mas tudo bem. Agora já não me apetece? Pois não. Há certos "tons" na escrita que já não me apetecem. Gosto de um bom debate, gosto de concordar, gosto de discordar, mas não tenho por hábito ser uma pessoa agressiva, portanto talvez não tenha de levar com a hostilidade alheia e incógnita. É certa que as redes sociais permitem muita coisa e eu posso chamar-me aqui Patrícia e além Joaquina. A diferença é que eu dou a cara. Faz uma grande diferença. E, como eu, outras tantas pessoas. O mundo está complicado fora do anonimato. Quem se expõe apanha. É um facto. E é cada vez mais violento.
Uma coisa é certa, eu escrevi sobre a atitude de uma juíza e até posso citar outros julgamentos, outros casos, com atitudes semelhantes. Há uns meses, uma juíza perguntou a uma amiga minha há quanto tempo tinha relações sexuais com a pessoa com quem casou. Não era um processo de violência doméstica, não tinha qualquer implicação corporal, digamos assim, foi inapropriado e bizarro. Condenei o juiz do Tribunal da relação do Porto há pouco mais de um mês e meio numa crónica e fiz o mesmo no início do ano com um outro caso e um outro juiz. Talvez seja uma mania que eu tenho, mas a Justiça tem de ser justa e imparcial, não deveria servir para humilhar as pessoas. Acrescento ainda que esta semana que passou escrevi o pensamento da semana sobre a justiça, mais uma vez. Não menciono nenhum processo em particular, mas não deixa de ser curioso que a maioria dos comentários assume que se trata do processo Carrilho/Guimarães. Por mero acaso, não era nisso que estava a pensar, mas tudo bem, cada um tira as ilações que quer. Mais uma vez, obrigada João. Bj
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De João André a 19.12.2017 às 16:24

Preferi nem ir pelo lado da justiça porque estou competamente de acordo contigo Patrícia. A justiça tem que ser equilibrada e imparcial (por alguma razão é representada por uma figura vendada e com uma balança - além de mulher).

As únicas situações em que considero que os juízes podem sair do espartilho das regras da justiça é quando podem de facto considerar que as leis não estão adaptadas à situação. Por exemplo se sancionassem um homem que agridisse a mulher na altura emq ue a agressão doméstica não era crime público.

Mas enfim, são considerações. Quanto à aprovação, nós somos humanos. Há dias em que um determinado comentário nos incomoda mais. Noutros menos. O critério é sempre nosso, pessoal, e não tem que ser rígido.

Quanto ao resto, tens fibra para aguentar estes trolls das caixas de comentários. Não precisas de nós. Mas vamos estando por aqui na mesma.

beijos.
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De Patrícia Reis a 19.12.2017 às 18:42

Preciso, preciso. Todos precisamos de ter uma rede e é uma das coisas maravilhosas do Delito e por isso estou muito grata. Podemos concordar que discordamos em muito, mas a solidariedade é um bem. Um bom Natal, beijo

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