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A revolta dos coletes amarelos.

por Luís Menezes Leitão, em 17.11.18

665858.jpg

O actual Estado fiscal insuportável, depois de ter elevado os impostos directos quase até ao limite do absurdo, aposta agora nos impostos indirectos e na multiplicação de taxas por tudo e por nada, como se viu com a protecção civil, a que agora o governo quer regressar. Só que há alturas em que esta situação conduz a movimentos de revolta de cidadãos, como entre nós sucedeu com a revolta da ponte sobre o tejo em 1994, que precipitou o fim de Cavaco Silva. Hoje parece que é Emmanuel Macron que está a passar pela mesma situação.


6 comentários

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De Anónimo a 17.11.2018 às 18:09

Enquanto alguns desviam a atenção para outros países, passam-se coisas graves cá. Pode ser um problema temporário, mas os comentários deste artigo desapareceram!

https://ionline.sapo.pt/artigo/634446/-o-ministerio-p-blico-e-um-gangue-de-malfeitores-

Devem ter sido censurados.
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De Anónimo a 18.11.2018 às 13:49

Era um problema temporário.
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De Vento a 17.11.2018 às 21:51

O liberalismo na Europa continua a demonstrar que é capaz de o ser à conta dos outros.
A França está cada vez mais nas mãos de Marine Le Pen, e o seu partido terá uma vitória estrondosa.
Hitler quando subiu ao poder empreendeu um conjunto de investimentos públicos bem sucedidos, e até prometeu um VW (Carro do Povo) para cada família. Isto proporcionou a adesão dos alemães a suas políticas e também o desfecho conhecido.

Trump, que de liberal nada tem, optou por encostar os chineses à parede e levá-los a aceitar a redução do défice comercial no valor de 200.000 milhões de dólares. Adicionalmente prometeu taxar as empresas americanas sediadas no exterior, originado o retorno da produção a território americano. A UE, com um mercado de 500 milhões de consumidores, opta por consumir os trocos destes e empurra as suas empresas de referência para outros paraísos. Gandas liberais!
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De WW a 18.11.2018 às 09:48

Tem toda a razão Vento e Portugal nem precisa de investimentos publicos, apenas e só de domar a voragem do funcionalismo publico em termos de salários, em contrapartida dotar os serviços publicos de meios adequados, transparência e reorganização territorial conferindo meios ao interior para que as pessoas se possam deslocar dos grandes centros novamente para o interior o que em face da revolução digital e vias de comunicação já existentes não será muito complexo de executar num prazo de 10 anos e por fim reaver para o Estado todos os monopólios naturais optando por deixar de subsidiar a banca falida e pondo esse dinheiro ao serviço da Nação.
A não ser que nada aconteça em contrário Macron foi o canto de cisne dos "liberais" na Europa.

WW
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De Vento a 18.11.2018 às 12:08

Também tem toda a razão, WW
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De lucklucky a 18.11.2018 às 21:15

"Hitler quando subiu ao poder empreendeu um conjunto de investimentos públicos bem sucedidos, e até prometeu um VW (Carro do Povo) para cada família. Isto proporcionou a adesão dos alemães a suas políticas e também o desfecho conhecido."

Haha, santa ignorância. Os Alemães acabaram por apoiar Hitler porque todo poker que fazia ganhava.
Tirando isso a Alemanha estava falida e era altamente ineficiente com importante parte da riqueza desviada para armamento.
Só o ouro austríaco a safou, mais engenharia financeira MEFO's que como é óbvio não pode durar.

"Trump, que de liberal nada tem..."
https://reason.com/blog/2018/11/14/an-incredible-number-of-trumps-deregulat

Nada?
https://www.politico.com/agenda/story/2018/01/20/trumps-regulatory-experiment-year-one-000620

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