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A minha candidata na Catalunha

por Pedro Correia, em 19.12.17

Arrimadas-Ejecutiva-II[1].jpg

 

É Inés Arrimadas, líder regional do Cidadãos - o partido mais bem colocado nas sondagens.

Se eu lá votasse, não tinha a menor dúvida em entregar-lhe o voto na próxima quinta-feira.

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32 comentários

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De Anónimo a 18.12.2017 às 14:11

Por supuesto.
E Begoña para Madrid.

JSP
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De Pedro Correia a 18.12.2017 às 15:05

Se eu fosse madrileno (sou apenas madridista), sim, votava na Begoña. Por supuesto.
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De Anónimo a 18.12.2017 às 14:13

Eu entregava-lhe o voto e não só. Com todo o gosto.
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De Pedro Correia a 18.12.2017 às 15:06

Hei-de voltar ao tema. Naturalmente.
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De Vlad, o Emborcador a 18.12.2017 às 17:46

"Entregava-lhe o voto e não só" ""Regressarei ao tema"....mas sobre que diabo falam?
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De Pedro Correia a 18.12.2017 às 18:14

De política. Pura e dura.
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De Anónimo a 19.12.2017 às 00:13

Sobretudo dura, e bem dura...
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 00:16

Espero que dure. Uma legislatura inteirinha.
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De lucklucky a 18.12.2017 às 20:25

De um assobio num blogue.
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 13:43

A minha vénia ao carisma desta senhora. Andaluza de nascimento, catalã de adopção.
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De Luís Lavoura a 18.12.2017 às 17:38

Discordo.
Acho que a posição correta sobre o conflito catalão foi a assumida pelo Podemos: que (seja isso inconstitucional ou não seja - a Constituição pode ser modificada, se necessário) os catalães devem ter o direito de votar sobre a sua independência.
Os Cidadãos negam esse direito e querem usar a força sobre os independentistas. Eu discordo totalmente deles.
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 13:43

Podemos não a vai a votos na Catalunha. Pelo menos com essa sigla.
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De Luís Lavoura a 19.12.2017 às 14:37

Vai a votos sob a sigla Catalunya en Comú-Podem. É a candidatura pela qual torço. Pelo menos na questão da independência, é a que tem uma posição razoável, sensata.
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 16:27

Isso não é Podemos. É uma mescla de vários agrupamentos. Uma "confluência", como eles dizem. Nem carne nem peixe. Aliás o líder do Podemos catalão foi corrido há menos de um mês por discordar desta coligação eleitoral.
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De V. a 19.12.2017 às 16:41

a Constituição pode ser modificada, se necessário

Vou registar esta para mais tarde o lembrar das suas próprias palavras — quando for necessário limpar a Constituição do socialismo forçado para passarmos a ser uma meritocracia e um país livre.
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 17:49

Os mesmos que andaram estes anos a gritar "ai, Jesus", clamando pelo tribunal constitucional a propósito de tudo e de nada, acentuando que a lei fundamental portuguesa é "intocável", são os primeiros a dizer que a Constituição espanhola pode ser desrespeitada ao sabor de conveniências políticas ou partidárias do momento. Como se fosse papel molhado.
Enfim, é a habitual "coerência" de geometria variável.
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De Luís Lavoura a 19.12.2017 às 17:56

Quem é que são, explicitamente, esses "mesmos"? Diga nomes sff.
Não se refere certamente a mim. Eu jamais andei a clamar pelo Tribunal Constitucional.
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 18:02

Alguém o chamou? Porque haveria de o fazer?
Se quiser falar de si, menciono o seu nome. Aliás fácil de fixar.
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De Luís Lavoura a 19.12.2017 às 17:54

limpar a Constituição do socialismo forçado para passarmos a ser uma meritocracia e um país livre

Sem dúvida, estou totalmente de acordo consigo quanto a estes objetivos.
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De Vlad, o Emborcador a 19.12.2017 às 18:16

Alguém me pode explicar no quê a Constituição portuguesa é ou continua a ser um obstáculo ao progresso? Não são os textos constitucionais que objectam ao bem agir, à justiça, dos governantes ou cidadãos. Mas sim, aqueles que abjectamente se servem das leis, ou de ideologia, para justificarem a sua forma imoral de agir.
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 18:28

Nem é a portuguesa nem é a espanhola. Espanha vive o maior período de paz, progresso e prosperidade da sua História desde a vigência da Constituição de 1978.
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De Vlad, o Emborcador a 19.12.2017 às 19:58

Nem mais. Assim como Portugal e a Europa. E quem sabe, o mundo desde os T-Rex.
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De V. a 19.12.2017 às 23:14

A Constituição contém muitos elementos que ultrapassam o carácter de uma lei fundamental e protege o aparelho de Estado e mostra alguma resistência a novas formas de organização social — o modelo social-democrata do final século XX está esgotados e todos temos evidências disso. A ausência de perspectivas de futuro para jovens e adultos até aos 50 anos é o maior sinal disso. Nem todos temos casas para alugar a turistas como os comentadores de Esquerda, nem todos temos casas em Lisboa para vender 8x mais caras do que o empréstimo que pedimos ao banco como os amigos dos socialistas.

A cosmética da Geringonça apenas está a garantir lugares para os seus para o próximo embate daqui a 5 ou 6 anos. O que impediu a reforma essencial do Estado para uma economia livre e versátil em 2011 — mudança que os Portugueses até votaram maioritariamente nessa altura e contra todas as expectativas em 2015? Estávamos todos enganados?
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De Vlad, o Emborcador a 20.12.2017 às 08:38

Protegendo o Estado, protege o cidadão da arbitrariedade das forças sociais mais fortes. Protege também os Serviços Sociais, fundamentais num país pobre como o nosso (acesso à saúde, à justiça, segurança, por exemplo)

O problema do desemprego deriva da globalização selvagem e de não ter sido precedida por uma homogeneização das regras laborais (privilegiou sobretudo os países mais desenvolvidos, ou paradoxalmente, aqueles com menos forças sociais activas, a exemplo dos regimes autoritários asiáticos, onde a Ideia de Direitos Sociais e Humanos nunca tiveram grande escola). Para não falar da revolução tecnológica...e do desemprego tecnológico

Quanto à Social Democracia não entendo como pode estar ultrapassada. O que existe aí de melhor? Ela foi ,isso sim atraiçoada, pelos partidos/políticos sociais democratas, às forças económicas que pretendem acabar com o Estado (veja-se a crise bancária de 2008; paraísos fiscais...).

O que podemos dizer sobre a fraqueza do nosso Estado é que ela surge não da imperfeição da lei mas da incompetência e porosidade moral de quem a deveria cumprir. Fragilizando o Estado aumentaria-mos ainda mais a influência dessa gente e a sua corrupção....a revisão deve começar nos valores que nos guiam

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De Vlad, o Emborcador a 18.12.2017 às 17:44

Belles Toujours?
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De Vlad, o Emborcador a 18.12.2017 às 20:02

Pena ser só o tempo que nos passa....

Pedro, a bem dizer, apenas o amor resiste ao tempo. O amor não passa com ele....resiste ao espaço, pela distância, e ao tempo, através dos anos....abençoado que sou por ter casado com quem casei....uma sorte do caraças
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 13:45

O amor tem carácter absoluto.
Como dizia o Nelson Rodrigues, "Todo o amor é eterno. E, se acaba, não era amor."
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De Anónimo a 18.12.2017 às 22:42

Eu pergunto---Já se não pode ver uma política de corpo inteiro?
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 00:11

Pode, claro. Como verá aqui dentro de poucos dias.
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De Anónimo a 19.12.2017 às 22:32

qual sondagem????
esta?
http://www.elperiodico.com/es/politica/20171219/encuesta-elecciones-cataluna-catalunya-2017-andorra-sondeo-6492161
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De Pedro Correia a 19.12.2017 às 22:48

A sondagem mais credível é a do El País. Essa que indica, de qualquer modo, indica que os separatistas todos somados recuam dois pontos percentuais e perdem a maioria no parlamento catalão.

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