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A globalização da loucura

por Teresa Ribeiro, em 02.09.14

Primeiro pensei que os jihadistas eram todos ignorantes, paupérrimos, resgatados de vidas tão desgraçadas que a ideia de se explodirem em glória até se podia perceber como potencialmente libertadora. Depois, à medida que a informação foi chegando descobri que entre esses guerreiros fanatizados pela religião que prega o ódio ao ocidente, havia filhos família com estudos superiores, gente com mundo, que tinha vivido e estudado entre os "infiéis" mas cujo contacto com a nossa cultura parecia ter-lhes acicatado ainda mais o asco pelos modelos de sociedade que antagonizam o islão. Para compreender essas elites encontrei também explicações plausíveis, que equacionavam uma relação instrumental ou mais intelectualizada com a guerra santa: ou esses indivíduos aspiravam a lugares de influência nas estruturas de poder das organizações terroristas em que se reviam mantendo-se, com essa motivação, fechados ao nosso mundo, ou simplesmente alimentavam-se de um rancor ancestral contra a nossa supremacia económica, social e tecnológica.

Quando me chegou ao conhecimento que as redes de terroristas islâmicos também recrutavam entre os nativos deste lado do mundo, comecei por ficar perplexa, mas depois digeri. É claro que esta cruzada contra os infiéis pode aliciar milhares de inadaptados, gente que com ou sem razão se considera vítima do sistema. A estes cavalinhos de tróia acenam com inebriantes sentimentos revanchistas, reconhecimento e poder, o poder catártico da destruição.

Mas o que mais me custou entender foi as mulheres ocidentais que se tornaram noivas de jihadistas. Trocar a liberdade e a dignidade femininas por uma niqab é algo de tão assombroso que só uma absurda idealização da guerra santa pode explicar. Ou então é pior, algo de insano, autodestrutivo.

As notícias que recentemente nos chegaram sobre jihadistas e noivas de jihadistas portugueses tiveram como efeito a minha tomada de consciência de que nunca a loucura teve um efeito sistémico como agora. Sim, sempre houve regimes de terror. Mas agora é global e um dia esta tropa de párias, sádicos e doidos financiada por criminosos vai tentar explodir a aldeia. Esta que tem vista para o espaço e de que não podemos fugir.     

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65 comentários

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De Helena Sacadura Cabral a 02.09.2014 às 18:39

Excelente retrato, Teresa.
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De Teresa Ribeiro a 02.09.2014 às 22:28

Obrigada, Helena. Oxalá me engane no prognóstico...
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De Cristina Torrão a 02.09.2014 às 18:57

Teresa, não faltam pessoas (nomeadamente, mulheres) com carácter autodestrutivo, na nossa Europa. Carecem de identificação. Sempre houve pais que não dão orientação aos filhos, pais que pensam que apenas precisam de os alimentar e que o resto eles aprendem por si. Antigamente, esses filhos eram largados em sociedades controladoras. No caso das mulheres, iam das mãos do pai para as do marido, este, quantas vezes, escolhido por aquele. Se não se adaptavam, enlouqueciam (quantas mulheres, jovens e menos jovens, foram parar a manicómios, ou clínicas para "doenças de nervos"?). Hoje, essas jovens carentes e perdidas procuram referências noutro lado.

Pode ser uma explicação, não é certamente a única.
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De Anónimo a 02.09.2014 às 19:44

Antes do 25 de Abril ouvi muitas vezes o mesmo tipo de comentário: "como é que aquele rapaz estudante, bem colocado na vida, filho de boas famílias e com posses aderiu a causas revolucionárias e agora tramou-se"? "Podia estar tão bem"!!
Quem faz perguntas destas parece que não percebe nada de nada.
Alguns comentários que leio só não me espantam porque são um déja vu.
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De Tiro ao Alvo a 02.09.2014 às 21:49

Coisas destas só mesmo escritas sob a capa de anónimo.
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De Anónimo a 02.09.2014 às 22:44

Claro!
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De Cristina Torrão a 03.09.2014 às 09:48

Eu centrei-me no caso das mulheres e quis propor apenas aquilo que pode ser parte do problema. Seja por falta de tempo, ou por falta de interesse, muitos pais acreditam mesmo que criar filhos significa apenas alimentá-los e vesti-los. Não dialogam com eles, não tomam parte da sua vida, não os orientam (embora, por vezes, os protejam demais). Muitas vezes, compensam essa sua falta com bens materiais. Os filhos crescem sem referências e procuram-nas noutro lado. Não quer dizer que todos as procurem no lado errado, mas a probabilidade é grande.

Também não acho que se possam comparar os islamitas radicais com jovens portugueses revolucionários que queriam acabar com a ditadura. Nem todos usaram métodos aconselháveis, mas o seu objetivo era bem diferente, não pensavam em exterminar pessoas apenas por serem de raça e/ou religião diversa.

Numa coisa concordo consigo: tudo isto deixa uma sensação de déjà vu. O que, aliás, só prova que o ser humano nada aprende com o passado, com a História.
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De Teresa Ribeiro a 02.09.2014 às 22:34

Olá, Cristina. Pois, essa desorientação somada à falta de perspectivas profissionais nesta Europa em crise económica e também de valores é um caldo que favorece todos os extremismos.
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De a a 02.09.2014 às 21:44

Allah, O verdadeiro, é mesmo grande!!!
Um super muçulmano testemunha que:
allah existe, é a fonte inspiradora do mal.
Era único porque era mau do mundo mau e nesse mundo o pior, destruiu os outros todos.
maomé foi o seu mensageiro, carniceiro, trapaceiro, interesseiro, etc…
Logo um super muçulmano testemunha o mesmo que um muçulmano, testemunha mais, testemunha melhor , pode ter testemunhos infinitos, e testemunha a verdade.
Lembrar que um muçulmano testemunha que:
allah existe e é único.
e que maomé foi o seu mensageiro.
Como se vê, isso é só uma parte daquilo que um super muçulmano testemunha.
Assim os muçulmanos já não podem chamar infiéis e descrentes aos outros, pois os outros, os não muçulmanos, podem dizer que são super hiper ultra e supra-muçulmanos.
Por testemunharem mais, melhor e a verdade.
Como as pessoas ainda não estão familiarizadas e informadas sobre o super-islam, sempre podem alegar que são estudantes do super hiper ultra e supra-islam.
Assim as bestas dos muçulmanos já não têm argumentos teológicos ou outros para lhes fazerem mal, porque usando a frase que muito dizem”allahu akbar”, allah é grande é o maior, então têm que aceitar que Allah também tenha mais do que o islam, também tenha o super hiper ultra e supra islam.
Se allah é grande, é grande mesmo.
Claro que um super muçulmano sabe quando allah é allah, a suprema divindade, ou é outra coisa, porque em verdade, O Grande Divino ou mundo espiritual das boas ideias, só é grande fora do islam.
Há nestas andanças uma importante descoberta teológica:
A de que há mundo espirituais diferentes.
No islam, as coisas são como são, enganadoras, desgraçadoras, infernais, etc…
Mas o divino, a natureza ou seja lá o que for, deu-nos a capacidade de ir a cada um desses mundos e neles dizer as verdades verdadeiras que desmascaram e põem a nu as falsidades, mentiras enganos e crimes do islam e seus seguidores.
E nada melhor para desmascarar o criminoso islam e seus seguidores, do que usar as próprias informações oficiais islâmicas para afirmar com todo o fundamento que o islam é só enganos e crimes. maomé até disse literalmente que o seu allah era o maior enganador e terrorista.
Claro que se nota que esse maomé misturou algumas verdades e meias-verdades para mais habil e eficazmente enganar e desgraçar.
E para alegria de Allah, para prazer de Allah, por vontade de Allah, por ordem de Allah, para alívio de maomé, Allah fez-nos kalifa-supremo do supremo kalifado. A quem os muçulmanos todos devem ouvir e obedecer. No supremo kalifado não há um só kalifa, pois O Bom Divino está em muitos e muitos o podem ser.
E baseado naquilo mesmo que os muçulmanos dizem, que allah é Deus, a suprema divindade, o divino verdadeiro, dá para dizer estas e outras verdades, começando e acabando com a frase:
Allah, O Verdadeiro, É mesmo mas mesmo Grande!!!
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De Anónimo a 03.09.2014 às 10:11

Seja qual for a religião, deus ou deuses não existem.
Essas ideologias são criadas pelos homens pela necessidade de explicar aquilo que não conseguem com facto concretos.
Criam ideias abstratas para justificarem as suas mentes.
As religiões são um problema dos humanos porque pensamos, porque somos racionais!
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De a a 03.09.2014 às 23:18

Veja tb Olavo de Carvalho. Pode ser que alguma coisa lhe interesse.
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De Mário Pereira a 02.09.2014 às 22:28

«Mas o que mais me custou entender foi as mulheres ocidentais que se tornaram noivas de jihadistas. Trocar a liberdade e a dignidade femininas por uma niqab é algo de tão assombroso que só uma absurda idealização da guerra santa pode explicar. Ou então é pior, algo de insano, autodestrutivo.»

Em última análise, a violência doméstica só existe porque as mulheres se sujeitam a ela, não acha? Se, à primeira bofetada ou "simples" mau trato verbal por parte do marido, a mulher se separasse imediatamente, a relação nunca se degradaria a ponto de ela se poder tornar uma quase escrava, ou de ele a assassinar. Isso é que eu acho muito estranho, como é possível haver mulheres que se sujeitam a maus tratos dos maridos. E, como sabe, há disso aos milhões no mundo ocidental, apesar da «nossa supremacia económica, social e tecnológica».
Relativamente aos selvagens que são capazes de degolar pessoas, sabemos pela História que o ser humano é capaz das maiores atrocidades, como se viu com a poderosa, organizada e culta nação alemã na II Guerra Mundial, entre tantos outros casos de países igualmente civilizados. Sabemos também que nos recusamos a aprender com essa História, como se está a ver com a crescente tensão entre o mundo ocidental e a Rússia por causa da Ucrânia, que ninguém sabe como vai acabar, mas que pode acabar com outra guerra mundial. Exagero? Pois sim, nas outras duas também era essa a opinião dominante...
Degolar uma pessoa é de bárbaros, merecedores eles próprios de condenação à morte. Mas serão mais humanos e civilizados os bombardeamentos que matam e estropiam milhares de inocentes, feitos por países amigos e civilizados como os EUA ou Israel?
E que dizer deste mundo em que um por cento da população tem metade da riqueza e os 85 mais ricos têm tanta riqueza como a metade mais pobre?
Não passará por aqui uma parte substancial da explicação dos radicalismos deste mundo?
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De Teresa Ribeiro a 02.09.2014 às 22:54

Mais um bocadinho e ainda me dizia que no fundo elas até gostam.
Quanto às suas outras considerações: sim, os imperialistas americanos são do pior e de Israel então é melhor nem falar. No fundo, no fundo todos os males do mundo são sua responsabilidade, porque isto anda tudo ligado e etc. Fiz bem a síntese?
Mas sabe, apesar de não existirem inocentes neste mundo e da natureza humana ser a desgraça que é, não equiparo a cultura ocidental que se baseia no respeito pela vida humana a essa outra que produz homens e até crianças bomba e trata as mulheres abaixo de animais. É por isso que todos os dias agradeço aos céus por ter nascido deste lado do mundo.
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De Anónimo a 02.09.2014 às 23:00

Sim, a superioridade moral da cultura ocidental é indiscutível.
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De Cristina Torrão a 03.09.2014 às 10:05

Cuidado com afirmações dessas! Branqueiam muitas injustiças que ainda se cometem na nossa sociedade. E eu conheço muçulmanos com grande sentido de moral e justiça.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 15:49

Cristina, agora é que li este seu comentário. O "temos pena" não era resposta para si.
Não confundo islamitas radicais com moderados, mas confrontando os modelos de sociedade que temos, na comparação com as maioritariamente muçulmanas estas saem a perder, na sua maioria, quanto aos índices de desenvolvimento humano e apresentam em comum consideráveis níveis de restrição da liberdade individual. Claro que há muitos muçulmanos com uma ética à prova de bala, mas isso diz-nos pouco acerca do impacto desta religião nos modelos de desenvolvimento que conhecemos... este é que é o ponto.
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De a a 03.09.2014 às 23:19

Não são fonte de doutrina, nem podem ser, tb estão sequestrados e condicionados pelo núcleo maligno do islamismo, o qual não podem negar e têm que servir.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 10:25

Não é políticamente correcto afirmá-lo? Temos pena.
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De Mário Pereira a 03.09.2014 às 01:49

«Mais um bocadinho e ainda me dizia que no fundo elas até gostam.»
Acha que foi isso que eu lhe quis dizer?
Mais um bocadinho e ainda me chama machista. Por menos, houve um idiota que me chamou marxista. As pessoas gostam tanto de rótulos...
Vamos ver se me explico melhor:
1. A violência doméstica é uma coisa dramática.
2. Nas sociedades islâmicas é infinitamente pior do que na nossa, sendo praticamente impossível a uma mulher livrar-se dela.
3. Na China e na Índia, para citar dois países que juntos têm quase um terço da população mundial e que são maioritariamente não muçulmanos, as mulheres são muito maltratadas.
4. Na nossa civilização, dita ocidental, também há muitas mulheres maltratadas.
5. Chegado aqui, nunca pretendi, obviamente, insinuar, muito menos afirmar, que as mulheres que são maltratadas o são porque gostam - não sou tão estúpido nem tão leviano que goste de brincar com coisas sérias -, mas apenas que me custa entender porque é que tantas delas se sujeitam a esses maus tratos. Noutros tempos, as mulheres estavam completamente subjugadas pelos maridos, uma vez que deles dependiam financeiramente e a própria lei impunha que se sujeitassem à sua autoridade. Mas hoje, francamente não entendo como ainda há tantas mulheres a ser maltratadas pelos maridos. Não lhe faz confusão?
Quanto ao resto, e frisando inequivocamente que nunca pretendi comparar as democracias ocidentais com os medievais regimes muçulmanos e muito menos diabolizar os EUA ou Israel, o que pretendi dizer - mas, pronto, saiu-me mal - foi que para mim uma vida é uma vida, seja ela ocidental ou muçulmana, e uma pessoa degolada não deixa de ser UMA vida que se perde, enquanto uma bomba pode matar e estropiar DEZENAS ou CENTENAS delas. Não a choca a morte de muçulmanos inocentes?
Para terminar, não agradeço aos céus por ter nascido deste lado do mundo, porque acho que se os céus tivessem alguma coisa que ver com o assunto não teriam criado dois mundos tão diferentes. Não há nada para agradecer, quando há tantas injustiças neste mundo, que afinal é único. Isto faz de mim um marxista?
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 10:34

De facto agora explicou-se melhor, Simões Pereira. Para que também fique claro, para mim não há vítimas inocentes de primeira e de segunda. Mas avaliar de que lado está a culpa a partir do número de baixas provocadas é uma abordagem simplista em que me recuso embarcar e que só tem servido para sustentar uma certa agenda ideológica. A realidade é muito mais complexa. Como é que se pode enfrentar hordas de guerrilheiros fanáticos, dispostos a tudo, sem ser pela força bruta? That is the question.
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De Mário Pereira a 03.09.2014 às 17:21

Sem querer abusar do seu tempo nem eternizar esta discussão, concordo que não há que ter contemplações com as bestas fanáticas que se entretêm a degolar pessoas, mas convém ter em atenção dois pormenores.
Primeiro, têm que ser efectivamente eles os alvos a atingir e não, como por exemplo no caso israelita, pessoas inocentes, que têm o azar de estar no local errado à hora errada. Isto é, no sítio onde vivem e sempre viveram, praticamente enclausurados. Em linguagem moderna, os chamados danos colaterais...
Segundo, para acabar com os fanatismos a longo prazo é necessário ter uma abordagem diferente. Se há uma coisa que a história - e o senso comum - nos ensina é que a violência só gera mais violência. É preciso compreender porque é que é tão fácil encontrar e/ou criar fanáticos entre os muçulmanos. Não me parece que a resposta seja a própria religião, uma vez que ela existe há centenas de anos e nunca como agora essa questão se pôs.
Para mim, o facto de milhões de pessoas viverem em condições degradantes é terreno fértil para os fanatismos. Claro que a questão é muito mais complexa e inclui, para além da miséria e da própria religião - ou mais exactamente do mau uso que se faz dela -, a desorganização daquelas sociedades, a falta de cultura democrática daquela gente, que parece ser incapaz de viver em democracia, mas apenas em ditadura ou no caos, a intolerância, o machismo fortemente enraizado, etc.
Claro que estamos hoje perante um facto novo. Os jovens filhos de muçulmanos emigrados nos países ocidentais e que, estranhamente, demonstram em muitos casos uma inadaptação aos próprios países onde nasceram e sempre viveram muito superior à dos próprios pais. Quais as razões dessa inadaptação? Haverá culpas a assumir por parte das sociedades de acolhimento, ou pelo contrário o problema é exclusivamente deles - genético ou coisa que o valha -, caso em que só a sua extinção pura e simples pode resolver o problema?
Para quem, como nós, observa à distância o drama palestiniano há décadas, será assim tão incompreensível que não exista um único palestiniano que não odeie os israelitas? Que mal fez aquela gente para ser a única a expiar as culpas dos nazis e, mais alargadamente, dos cristãos relativamente aos judeus? Haverá alguma dignidade naquilo que os judeus fazem com eles há décadas?
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De Morais a 03.09.2014 às 23:30

Não agradeces nada todos os dias não sejas mentirosa
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De lucklucky a 02.09.2014 às 23:24

E tivemos a habitual propaganda cultural marxista.

Como marxista que é obviamente que não entende a diferença entre países que protegem os seus de países e os que usam os seus.
Dada a história do movimento marxista é de esperar que não note a diferença.

A diferença entre Israel e os EUA é que estes protegem os seus. São civilizados.
O recente defesa de Israel contra a Gaza foi um monumento à Civilização.
Desafio quem quiser a apresentar um operação numa cidade com o mesmo cuidado.

Já a ideologia Marxista e Islamista usa os seus como carne para canhão.
Afinal a grande obra Marxista e Islamista é matar os próprios povos.

Os Comunistas especializaram-se em matar os povos dos países em que tomam o poder. Rússia, China, Vietnam, Cambodja, Coreia do Norte etc etc.
Os Islamistas especializam-se a matar outros Muçulmanos até tomarem o poder e poderem tratar dos infiéis.

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Quanto ao post da autora e sobre as mulheres.
O poder sempre atraiu as mulheres. E os jiahdistas têm uma missão.
Não é por acaso que o Comunismo e o Nazismo atraiu milhões. E não é por acaso que foram construídos por pessoas "civilizadas".
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De Cristina Torrão a 03.09.2014 às 10:11

O poder atrai as mulheres... e os homens! O Comunismo e o Nazismo atraiu milhões de mulheres e homens! Mas, assim como há homens que resistem e lutam contra inustiças, também há mulheres que o fazem. Nunca ouviu falar de Sophie Scholl, por exemplo?
Mas não há dúvida de que ideologias desse estilo têm sucesso, acima de tudo, porque dão referências e poder a nulidades, a pessoas fracas, que nunca seriam nada na vida, se os demagógicos não se aproveitassem delas.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 10:36

Olá, lucky. Faço minhas as palavras da Cristina Torrão.
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De teresinha a 03.09.2014 às 09:55

O meu marido é engenheiro e, depois de ter conseguido trabalho numa multinacional, passou a ganhar bem. Já eu não consegui trabalho fixo e duradouro. O salário do meu marido deu-nos condições para comprar terreno, construir casa e, porque as perspetivas se mantinham, decidimos ter 3 filhos. Ao 8 ano de casamento levei a 1ª bofetada, num final de dia em que ele vinha aborrecido com o trabalho e depois de uma discussão. Passado alguns meses, a proeza repetiu-se e, quando dei conta, os maus humores passaram a ser frequentes (problemas profissionais, despromoção, cortes no salário, contenções, etc.) e os mimos violentos também. Moral da história: devia ter pegado em 3 pirralhos e abandonado o meu marido no momento em que me deu a primeira bofetada, acampando debaixo da ponte. No dia seguinte explicava-lhes que íamos iniciar uma nova vida: em vez de irem à escola, íamos aprender a "fazer-nos" à vida. Ou, em alternativa, procurava um advogado que estivesse disposto a trabalhar pro bono e iniciava uma batalha jurídica de vários meses ou anos enquanto eu e os meus três filhos vivíamos do ar. Ou, ainda, batia com a porta, abandonava os meus filhos, mandava o crédito bancário à fava e refugiava-me numa associação? Tudo soluções muito plausíveis. Julga que não pensei nelas? Julga que não as tomei por falta de coragem? Ou porque andava psicologicamente perdida? Ou por isto ou por aquilo? Não, meu caro Simões, foi precisamente por aquilo que o senhor muito bem explicou: eu gosto de sujeitar-me aos maus tratos do meu marido. Quem não gosta?
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De Mário Pereira a 03.09.2014 às 17:45

Não sendo a violência doméstica de forma nenhuma aceitável, sendo mesmo considerada um crime público, punível com pena de prisão - o que faz do marido agressor um criminoso -, isto é muito mais do que uma questão entre marido e mulher.
Mas quem sou eu para lhe dizer o que deve fazer com a sua vida? Entendo o seu drama e compreendo que não tem uma solução fácil. Em última análise, é tudo uma questão de pesar todos os aspectos e decidir em conformidade. Eu não sou mulher, nem vítima de violência doméstica, mas tenho mulher e filhas e garanto-lhe que, se um dia alguma delas o for, o animal que o fizer terá que se haver comigo. Espero no entanto que tal nunca seja necessário, por dois motivos. Primeiro, porque eu e a mãe delas sempre lhes ensinámos a importância de não se deixarem subjugar por ninguém. Segundo, porque só é verdadeiramente livre quem for independente e é deve ser esse o principal objectivo da vida de qualquer pessoa, homem ou mulher.
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De Cristina Torrão a 03.09.2014 às 10:02

Mulheres que são educadas, desde que nascem, para obedecer ao marido e para tudo fazer para lhe agradar sentem muita dificuldade em libertar-se de uma situação que as pode atirar para uma certa marginalidade. A educação das meninas ainda é baseada nisso, estamos longe de atingir a verdadeira igualdade de mentalidades e oportunidades.

Algumas mulheres também não têm situação financeira que lhes permita enfrentar a vida sozinhas e há o orgulho de não quererem voltar a depender dos pais. Não descuremos igualmente o aspeto social, o de querer fingir que se possui um lar exemplar, o viver nessa ilusão. Cada caso é um caso, pode haver várias razões que levam uma mulher a aguentar uma situação dessas e é precipitado dar soluções simples, do estilo: apanhou? Que saia de casa!

Além disso, existe, em todo o ser humano, a crença de que uma situação má pode melhorar. Muitas mulheres alimentarão essa esperança, de que o marido caia em si, que melhore, que se torne mais humano. Quando há filhos, quererão manter a família, nessa ilusão. E os anos vão passando...
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De Henrique Modesto a 03.09.2014 às 21:11

Concordo em pleno
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De Fernando F. Teixeira a 04.09.2014 às 09:34

Excelente observação, caro Simões!
A sociedade oriental é diferente, logo não deveria ser forçada a receber ideais ocidentais. As guerras em nada têm de civilizado, vale tudo! Sempre foi assim e sempre será.
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De Vento a 02.09.2014 às 22:44

Teresa, desculpe mas com o calor de ananases (aprendi esta com o nosso Pedro) que está necessito delas com biquíni de bolinha para que me passe todo este afogueio e assim me concentre no comentário:
https://www.youtube.com/watch?v=s_jhSjaqvrA

A menina escreveu tudo muito benzinho. Mas numa época em que a mulher é livre e liberta (ainda não sei bem de quê) não vejo porque não se aceitem modelos de mulheres como estas que escolhem jihadistas, ou até mesmo outras.
Será que se apregoa a uniformização em nome da libertação?

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De Teresa Ribeiro a 02.09.2014 às 23:06

Vento, acordámos misóginos hoje?
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De Vento a 02.09.2014 às 23:09

Acordámos não, Teresa. Ainda não me deitei. :~) Foi uma provocação, Teresinha.

Mas, por favor, responda-me à questão colocada.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 10:54

Vento, aqui vai: o que está em causa quanto ao tratamento que é dispensado às mulheres pela cultura muçulmana diz respeito à simples observância dos direitos humanos, por isso o seu comentário sobre a "uniformização" para mim não faz sentido nenhum. É nesse pseudo respeito pela liberdade que se baseia o relativismo moral que fecha os olhos a atrocidades como a mutilação genital feminina, por exemplo. Respeitar tudo o que vai contra os direitos humanos em nome da tradição ou da liberdade de escolha é ser conivente com o que de pior acontece neste mundo.
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De Vento a 03.09.2014 às 12:14

Teresa,

o relativismo moral é isso mesmo. Cada um usa o que lhe convém, e nesta matéria a lei não produz qualquer efeito. A observância dos respeitos culturais, em nome de uma qualquer dignidade, não pode ser subordinada a uma espécie de autoridade moral e cultural, de outra forma estaríamos perante um imperialismo ideológico que em tudo se assemelha às ditaduras.
Certamente que existem aspectos culturais que chocam sensibilidades, mas transformar isto numa espécie de menorização da mulher e das culturas que se deve submeter à "autoridade" intelectual de uma qualquer ordem mundial não passa de quixotismo.
Em muitas culturas e alguns quadrantes geográficos a mulher, tal como o homem, atingindo a puberdade inicia os ritos da idade adulta e torna-se assim apto(a) para enfrentar a união ou uniões. Nesses mesmos quadrantes geográficos a média de vida situa-se nos 40/45 anos.
Quem se julga com autoridade moral ou intelectual para nestes casos e nestas circunstâncias culturais reprovar e impedir que a idade adulta e sexual se inicie aos 13/14 anos?
Aliás, estas mesmas circunstâncias ocorreram na Europa e só foram alteradas à medida que se foram observando alterações substantivas na qualidade da prestação da saúde, da alimentação e na consequente longevidade das populações.
Outra coisa será falar-se da exploração e do abuso sexual em todas as culturas. Mas isto aplica-se a ambos os géneros.

A questão da mutilação é chocante, e para mim possui um outro aspecto para além da questão cultural, porque este sim inibe a pessoa do uso de suas plenas faculdades físicas. Viola a integridade da pessoa quer física quer psíquica.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 13:50

"A observância dos respeitos culturais, em nome de uma qualquer dignidade, não pode ser subordinada a uma espécie de autoridade moral e cultural, de outra forma estaríamos perante um imperialismo ideológico que em tudo se assemelha às ditaduras" - vamos lá a ver se nos entendemos, quando digo que considero legítimo combater tudo o que põe em causa a defesa dos direitos humanos refiro-me ao que está consagrado na declaração universal dos direitos humanos adoptada pela ONU que, recordo, constitui uma obrigação para os membros da comunidade internacional! Será que acusa a ONU de imperialismo ideológico?
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De Vento a 03.09.2014 às 14:03

Acuso sim, Teresa. E também a acuso por todas as tentativas feitas no sentido de impedir o pleno direito aos cristãos nas suas opções de vida.
Aliás, a ONU não passa de uma espécie de organização mundial ao serviço de lóbbis.
No entanto, há quem tenha feito a diferença.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 15:57

A que tentativas de restrição aos direitos dos cristãos se refere?!
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De Vento a 03.09.2014 às 21:34

Teresa, vou dar-lhe um exemplo entre muitos. Se pretender mais poderei consultar a documentação e acrescentar outras tantas pérolas.

Repare nisto:

Finalmente, após longas batalhas, no dia 25 de Junho, o Conselho dos Direitos Humanos da ONU, no seu 26º período de sessões, aprovou uma resolução de protecção à família, que reconhece a família como o «NÚCLEO NATURAL E FUNDAMENTAL DA SOCIEDADE, E TEM DIREITO A PROTECÇÃO POR PARTE DA SOCIEDADE E DO ESTADO», o que resultou na derrota do lóbbi gay.

A resolução reconhece ainda que «A FAMÍLIA TEM A RESPONSABILIDADE PRIMÁRIA DE NUTRIR E PROTEGER A CRIANÇA; E QUE, PARA O DESENVOLVIMENTO COMPLETO E HARMONIOSO DE SUA PERSONALIDADE, AS CRIANÇAS DEVEM CRESCER NUM AMBIENTE FAMILIAR E NUMA ATMOSFERA DE AMOR, DE FELICIDADE E DE ENTENDIMENTO».

Mas agora, para que tudo fique certinho, permita a Teresa que eu divulgue os que apoiaram e os que foram contra a Resolução da Protecção à Família.
A Favor:
Argélia, Benim, Botswana, Burkina Fasso, China, Congo, Costa do Marfim, Etiópia, Gabão, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Quénia, Kwait, Maldivas, Marrocos, Namíbia, Paquistão, Filipinas, Federação Russa, Arábia Saudita, Serra Leoa, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Venezuela e Vietnam.

Contra:
Áustria, Chile, República Checa, Estónia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão, Montenegro, República da Coreia, Roménia, Reino Unido e EUA.

Abstenções:
Argentina, Brasil, Costa Rica, México, Perú e República da Macedónia.
Nota: Cuba não participou.

Fica agora uma questão: Qual teria sido o sentido de voto de Portugal?

Como vê, começa a existir uma coesão entre o sentido de família dos cristãos com aqueles de quem se diz terem valores arcaicos, mas por outro lado os iluminados do mundo dito civilizado aparentam pretender destruir uma estrutura fundamental na coesão social.

Por último, a educação da pessoa no seio da família é o caminho certo para o futuro da humanidade.
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De Teresa Ribeiro a 04.09.2014 às 21:15

A maioria votou a favor e estas reformas estruturais levam o seu tempo, não culpe a ONU.
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De Vento a 04.09.2014 às 21:58

Vejo que não compreendeu, Teresa. E eu não compreendi essa das reformas estruturais. Qual reforma é que se refere? À tentativa de desestruturação social?
Há tanto ingénuo e ingénua por "aí" que quando acordar arranhar-se-á dos pés à cabeça.
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De Vento a 03.09.2014 às 12:26

Teresa,

pretendo incluir no meu comentário uma referência às mulheres dos jihadistas. Foi ou não foi uma opção livre e consciente? Se foi livre e consciente, onde está o problema?
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 13:53

O que há mais são decisões tomadas livremente e conscientemente que não conseguimos entender. Note que em relação a essas mulheres apenas manifestei a minha perplexidade. Posso? Ou é um abuso?
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De Vento a 03.09.2014 às 14:09

Claro que pode. Mas também pode ser confrontada com outras perspectivas, não?
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De Mário Pereira a 04.09.2014 às 14:06

Para mim a questão não é só de perplexidade em relação a essas supostas decisões livres das mulheres dos jihadistas. É a questão de saber se elas foram ou não enganadas pelos maridos, de forma a tomarem essa decisão. Há uma série de anos vi o filme "Not Without My Daughter", com a Sally Field, que retrata uma mulher americana que voluntariamente vai ao Irão com o marido, iraniano, e a filha, supostamente de férias, e que depois se vê confrontada com a transformação dele, por influência do fanatismo religioso da sua família, e impedida de sair do país. Portanto, a questão da ir/reversibilidade dessa decisão também é muito importante.
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De Maria Dulce a 02.09.2014 às 23:57

Andei uns dias por aí, por fora, do país claro...
Locais super turísticos, lindos, mas cansativos para quem vê magotes de gente o ano inteiro e foi dar com mais magotes, elevados à potência 10.
Centenas de burkas, milhares de hijabs. Gente com cheiro a dinheiro , praticamente carregada no colo pelos subservientes assessores de whatever. Diz-se que o hábito não faz o monge e que o respeito que as mulheres muçulmanas devotam aos esposos é proporcional ao encobrimento corporal. Diz-se que dentro dos muros dos palacetes, são donas e rainhas... diz-se.
Na realidade não me pareceram contrariadas, só obedientes e complacentes, como os carneiros da Clarisse, apesar de nem sequer balirem...

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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 13:56

Sob ditadura - neste caso falamos especificamente de uma ditadura de costumes - a maioria adapta-se. Sempre assim foi e assim será, Dulce.
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De Sérgio de Almeida Correia a 03.09.2014 às 04:39

Penso que equacionas bem e de forma clara as questões que importam, Teresa. Também tenho reflectido sobre o que interrogas e creio que a resposta está, em especial, no que aos ocidentais que engrossam as fileiras dos radicais respeita, no modelo de sociedade que adoptámos e na forma como as sociedades ocidentais desvalorizaram a educação, a formação e a disseminação dos valores que prezamos.
Quanto às mulheres ocidentais que escolhem esse caminho...; bom, quanto a isso, creio que a resposta será tão indecifrável quanto a daquelas que escolhem, mesmo entre nós, como seus companheiros, "broncos" que as maltratam, aceitando submissas durante anos a fio tratamentos abjectos, que não raram acabam com a sua própria vida.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 11:01

À conversa com a Cristina Torrão também falei no que mencionas aqui. Não tenho dúvida de que a degradação económica, social e de valores que se observa hoje na Europa e em todo o ocidente é responsável pelo sucesso destes recrutamentos, Sérgio. Quanto às mulheres, como escrevi no post, a explicação é mais tortuosa, sem dúvida.
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De Sérgio de Almeida Correia a 03.09.2014 às 11:33

Não "raram"; antes "raramente", como percebeste.
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De A Guerra Santa a 03.09.2014 às 12:58

Tem jeito para o romance! Mas olhe que seria mais útil reflectir sobre a guerra. A santa e pecadora. Não lhe parece?! E só mais um dado: a guerra é feita pelos homens não pelas mulheres. Poupe-as! No actual e complexo contexto da globalização dos confitos é completamente irrelevante questões como o recrutamento, as motivações individuais de cada um, de quem são filhos, etc. Quando quiser publicar algo de verdadeiramente útil, não desabafe na blogosfera. Investigue de forma séria, verdadeiramente, sobre a origem dos conflitos. E deixe-se de estereótipos sobre o Ocidente Bom e os infiéis. Já ninguém acredita nisso. Sabe quem promoveu a guerra Santa?!... Se calhar foi um loucura. Não acha?!...
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 14:15

Caro Guerra Santa, as mulheres até podem não fazer a regra, mas são sempre suas vítimas, portanto não há como "poupá-las". Quanto à irrelevância que para si tem o recrutamento e as motivações individuais de cada um, de resto um dos postulados da cartilha marxista, pouco me importa.
De cabecinhas estereotipadas está o mundo cheio. Na sua, por exemplo, reconheço alguns tiques de moda: a arrogância intelectual e a queda para o julgamento sumário.
Lamento, mas acho que vai encontrar pela Imprensa internacional muita reflexão "irrelevante" sobre este assunto menor. Mas o "Ocidente Bom" (rótulo seu) é fútil como ó caraças. Nada a fazer.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 15:59

queria dizer "guerra" e não "regra", como decerto percebeu.
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De Jonas a 03.09.2014 às 13:13

"...contra a nossa supremacia económica, social e tecnológica." Copiou esta frase de algum livro ou discurso do hitler ?
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 14:24

Não sei em que planeta vive, Jonas, nem porque Hitler é para aqui chamado.
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De Anónimo a 03.09.2014 às 15:36

Não é "porque" é "por que". O rigor importa.
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 16:18

Frase não está na interrogativa, de modo que em rigor é "porque" que se escreve.
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De Anónimo a 03.09.2014 às 17:32

Nem por qual razão Hitler é...
Experimente em inglês: seria why ou because?
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De Teresa Ribeiro a 03.09.2014 às 18:52

Seria why... So what? Agora a sério: a sua insistência abalou as minhas certezas. Fui ao cyber dúvidas, fiquei baralhada, por isso lamento mas não leva a taça. Fica pendente :)
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De Anónimo a 03.09.2014 às 19:13

Esta bem, aguardemos.
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De João António Fernandes a 03.09.2014 às 15:17

Amiga, meus parabéns pela construção de seu artigo, em que apenas não reconhece a sanidade dos insanos, o que lhe permite perceber que nós estamos certos e os outros errados. É este certo e errado, porque de outras culturas se trata, quando o respeito pelos outros não impera e queremos impor nossos costumes, com intromissões de toda a ordem, a coberto de uma boa razão, que a guerra e a destruição. Se somos intolerantes estamos a criar, como bem refere, gente que não aceitando passa a combater a intolerância, tornando-se mais intolerante ainda. Se dermos ao trabalho de voltar atrás na história o mesmo aconteceu na guerra colonial. Um abraço
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De Qualquer coisa serve a 03.09.2014 às 16:01

Não interessa qual o caminho nem como se chega la, o importante é apenas chegar, o resto sao danos. Não acredito no dialogo, so a forca supera gentalha sem personalidade.

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