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A geringonça da hipocrisia.

por Luís Menezes Leitão, em 27.07.18

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O que caracteriza a geringonça é de facto a sua refinada hipocrisia. Dizem que andam a tentar combater a especulação imobiliária, enquanto se dedicam a ela nos seus negócios privados. Depois de António Costa ter conseguido o enorme prodígio de ganhar 100% na venda de um imóvel no prazo de um ano, enquanto exerce as funções de primeiro-ministro, agora é este rapaz que ultrapassa todos os recordes, comprando um imóvel por 347 mil euros e a seguir pondo-o no mercado por 5,7 milhões. Isto por parte de quem andava a dizer à boca cheia, que Lisboa é uma cidade cada vez mais para ricos e menos para lisboetas. Ele lá saberá do que fala. Estranha-se é que não tenha apresentado o seu passado como investidor imobiliário quando se candidatou no programa do Bloco de Esquerda a Lisboa, onde seguramente teria tido um resultado eleitoral diferente. A hipocrisia e a fraude política estão de facto no coração da geringonça.


45 comentários

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De Gay Radiante a 27.07.2018 às 08:54

A partir do momento em que vendemos algo ,acima do seu valor de compra, estamos a especular. Da mesma forma quando um médico decide, por consulta, cobrar x , especula pois não há maneira de se saber o valor real de uma consulta.

Especula-se quando se vende algo acima do seu preço de custo. Assim a especulação é intrínseca ao mercado livre. Até num pacote de batatas fritas existe especulação
Ao vendermos especulamos sobre o desejo dos outros na coisa vendida.

Aliás especulamos com tudo. Até connosco e com os outros

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De Luís Lavoura a 27.07.2018 às 10:16

Por um lado concordo consigo, comprar e vender casas envolve sempre um elemento especulativo, porque o valor de uma casa é uma coisa muitíssimo indefinida e portanto o preço que pedimos por ela, ou que oferecemos por ela, tem sempre muito de "apalpar o terreno" a ver se pega.

Por outro lado discordo de si, uma pessoa fazer obras numa casa e depois vendê-la ou arrendá-la por um preço superior àquele que deu por ela não é especulação, é investimento socialmente útil.

Em minha opinião especulação imobiliária não é fazer isso, especulação é manter prédios abandonados, sem os utilizar, sem se investir neles, apenas à espera que eles aumentem muito de preço. Isso é que é uma atitude socialmente inútil (pior: prejudicial) e condenável.

Agora, fazer um prédio aumentar de preço por via do invsetimento nele realizado não é especulação, é negócio louvável.
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De Justiniano a 27.07.2018 às 11:27

"Agora, fazer um prédio aumentar de preço por via do invsetimento nele realizado não é especulação, é negócio louvável."
Precisamente, caro Lavoura! A hipocrisia do personagem berloqueiro reside no valor (desvalor) que aquele não reconhece à actividade, valorosa, que o mesmo prosseguiu!! Um tonto confesso!!
O jacobinismo do berloqueiro é hipócrita, como habitual, uma vez que enuncia a actividade que prosseguiu como viciosa, e quanto melhor for executada e gizada mais viciosa o seria, mas não lhe repudia as vantagens!! Bem prega frei tomás...
No fundo o animal foi virtuoso contra o que enuncia como falho de virtude!!
Um tonto hipócrita, portanto!
Nada de novo naquele reduto!!
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De Luís Lavoura a 27.07.2018 às 11:50

Justiniano,
não estou aqui para defender o "personagem berloqueiro", aliás, nem sei bem que atividade económica ele desenvolveu, portanto não vou nem criticá-lo nem defendê-lo.
Mas não é para mim automático que Ricardo Robles seja hipócrita. Ele não está necessariamente a especular. Ele comprou uma propriedade, investiu nela para a melhorar, com isso naturalmente que a valorizou, e agora irá fazer com ela o que quiser - se calhar (não sei) até a vai arrendar por uma renda relativamente baixa, ou até a vai vender abaixo do valor de mercado.
Agora, o que acho inaceitável e hipócrita é a atitude de Luís Menezes Leitão, que enquanto presidente de uma associação de proprietários defende que o proprietário tem o absoluto direito de fazer o que quiser com a sua propriedade (incluindo, implicitamente, o direito de especular com ela), mas depois vem criticar o proprietário Ricardo Robles por ele fazer aquilo que muito bem lhe apetece com o seu dinheiro e com a sua propriedade.
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De Luís Menezes Leitão a 27.07.2018 às 12:10

Eu não critico — pelo contrário, até defendo — que uma pessoa faça o que muito bem entende com o seu dinheiro e a sua propriedade. O que eu critico são os políticos que fazem isso pela calada e publicamente aparecem a pronunciar-se furiosamente contra os negócios legítimos que os outros fazem. O político tem que dar o exemplo do que defende. Ora o que Robles tem dito é exactamente o contrário do que faz:
https://observador.pt/2018/07/27/as-criticas-que-ricardo-robles-fazia-a-especulacao-imobiliaria-que-lhe-pode-dar-milhoes/
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De Gay Radiante a 27.07.2018 às 12:42

"Em minha opinião especulação imobiliária não é fazer isso, especulação é manter prédios abandonados, sem os utilizar, sem se investir neles, apenas à espera que eles aumentem muito de preço. Isso é que é uma atitude socialmente inútil (pior: prejudicial) e condenável."


Não a vejo condenável. Vejo apenas uma preocupação, legitima, de se fazer um bom negócio.
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De Anónimo a 27.07.2018 às 23:42

"Vejo apenas uma preocupação, legitima, de se fazer um bom negócio." Mas o pessoal da direita não admite que os de esquerda façam bom negócio. Isso está reservado só para eles e não querem concorrência.
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De Gay Radiante a 28.07.2018 às 11:03

É mais ao contrário. Quando são os da Direita, os da Esquerda dizem que a propriedade é um roubo
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De Luís Lavoura a 27.07.2018 às 16:15

A crítica do Luís Menezes Leitão é ambígua e presta-se a más compreensões. O LML escreveu "Dizem que andam a tentar combater a especulação imobiliária, enquanto se dedicam a ela nos seus negócios privados." Ora, como o LML sabe, a palavra "especulação" tem uma conotação negativa, de crítica. Quando o LML usa a palavra "especulação" presume-se que está a criticar a operação de compra e venda - não que está a criticar o facto de quem a fez ter andado a pronunciar-se contra a "especulação".
Em suma, dá ideia que o próprio LML se está a pronunciar contra a "especulação".
Eu convidaria o LML a utilizar palavras neutras, dizendo que Ricardo Robles fez uma operação de compra e venda na qual irá ganhar grande lucro, e não dizendo que ele se dedicou à especulação.
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De Luís Menezes Leitão a 27.07.2018 às 16:34

Utilizei o termo que ele utiliza para provar que faz o mesmo que critica. E acho que posso usr os termos que entender. Não há machado que corte a raiz do pensamento.
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De Justiniano a 27.07.2018 às 14:12

Lavoura, vamos lá ver!
Eu não referi a palavra especular nem especulação. Quem a aponta a tudo e a todos é o Berloqueiro visado.
Para o tal personagem a mera actividade de " comprou uma propriedade, investiu nela para a melhorar, com isso naturalmente que a valorizou, e agora irá fazer com ela o que quiser" integra o meta conceito valorativo de "especulação".
Aliás, a simples metafísica designada de mercado será, para o berloqueiro, especulativo por natureza!! Eu não vou discutir consigo, e muito menos com o tonto do berloqueiro, o que é o acto especulativo! A sua natureza, sentido e alcançe!!
Sou de um tempo em que o açambarcamento era previsto como um tipo de ilícito penal (Se não souber o que é o açambarcamento, pergunte)!! Açambarcamento imobiliário era a realidade dos milhentos prédios devolutos fora do mercado, em Lisboa e Porto, antes deste novo tempo da maldade especulativa, no dizer do berloqueiro!
O berloqueiro adora ligar ventoinhas! E adora largar trampa na ventoinha! É tonto e levou com a trampa nas beiças!
Soube-lhe bem ou mal, não sei!!
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De Gay Radiante a 27.07.2018 às 11:51

"Em minha opinião especulação imobiliária não é fazer isso, especulação é manter prédios abandonados, sem os utilizar, sem se investir neles, apenas à espera que eles aumentem muito de preço"


Não creio que alguém o faça. Arrisca-se a que, no entretanto, o mercado reganhe um equilíbrio nos preços, o que pode implicar uma desvalorização do património - aquilo a que comumente se chama reajustamento do mercado/rebentar da bolha
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De lucklucky a 27.07.2018 às 18:24

Mas qual o choque...

Todos os dias as pessoas da Extrema Esquerda faz livremente negócios com multinacionais - "grandes grupos económicos" que dizem que querem destruir.

Nunca nenhum jornalista lhes perguntou a contradição....

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De lucklucky a 27.07.2018 às 18:30

A palavra especulação é simplesmente uma palavra armada para quem não gosta do preço atacar socialmente outra pessoa. Historicamente é para os Governo tirarem poder ás pessoas.


Qual o preço do jogo do Ronaldo? da Mona Lisa? O Facebook desceu de valor 19% num dia ou seja 119 B$

Não há preço certo.

"A partir do momento em que vendemos algo ,acima do seu valor de compra, estamos a especular."

Então não há maior especulação que a educação...
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De Anónimo a 28.07.2018 às 15:16

RAy Radiante

Ficas mesmo radiante quando levas no tutu?

Perguntar não ofende!

Amendes
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De Luís Lavoura a 27.07.2018 às 09:20

andam a tentar combater a especulação imobiliária, enquanto se dedicam a ela nos seus negócios privados

Mais uma vez fico chocado em ver o porta-voz dos proprietários imobiliários lisbonenses a falar de "especulação imobiliária" como se isso não fosse uma coisa que a associação de que é porta-voz ativaente defende.

Nada na notícia nos diz que Robles especulou. Diz-se que ele comprou um prédio, fez sair os inquilinos (no que provavelmente gastou algum dinheiro em "indemnizações") e o reabilitou (no que terá gastado ainda mais dinheiro), e que o prédio atualmente vale muito (sem se indicar a fonte para tal valor, o que é relevante já se sabe que o valor de um património imobiliário é uma coisa um bocado indefinida). Isso não constitui especulação, constitui investimento e olho para o negócio. Comprar um prédio e reabilitá-lo é um negócio socialmente valioso, não é especulação. Especulação é manter um prédio fora do mercado, sem investir nele, e sem qualquer utilização, apenas à espera de que ele se valorize.

Como proprietário lisbonense de imóveis, embora não associado da associação do Menezes Leitão, acho que ele se deveria abster de publicar estes posts que são uma agressão a muitos proprietários honestos de imóveis.
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De Luís Menezes Leitão a 27.07.2018 às 12:17

O que está em causa não é o negócio legítimo, mas a coerência dele em praticá-lo, depois de tudo o que tem dito contra o mesmo.
É a mesma coisa que se o líder do PAN quisesse investir numa ganadaria. Para toda a gente é um negócio legítimo. No caso dele, acho que seria grave fazê-lo depois de tudo o que tem feito contra as touradas.
https://www.imprensafalsa.com/lider-do-pan-tambem-investiu-numa-ganadaria/
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De JS a 27.07.2018 às 09:55

Que fulano ou cicrano façam bons ou maus negócios imobiliários nos termos das Leis em vigor é, por enquanto, legal.
Afinal o "capitalismo" ainda tem os seus encantos, mesmo na proclamada hora de despedida.
"Bem prega frei Tomás, não faças o que ele diz e faz o que ele faz, senão arrependes-te", versão correcta e aumentada.
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De Anónimo a 27.07.2018 às 11:47

"Coeur à gauche, porte feuille à droite".
Lugar comum sempre actual...


JSP
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De Anónimo a 27.07.2018 às 11:55

Há muita gente que ganha milhões rápida e facilmente.
E são de direita, de esquerda, do centro ou de lado nenhum.
É ocioso, e se calhar invejoso, apontá-los aqui ou ali.
Porque o problema não está aqui nem ali.
Está no regime.
Abaixo o regime!
João de Brito
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De Diogo Noivo a 27.07.2018 às 12:45

Ricardo Robles disse em tempos numa assembleia municipal “orgulhamo-nos [o Bloco?] das ocupações, orgulhamo-nos das nacionalizações” e de tudo o que sucedeu nos “11 meses” após o 25 de Abril. Portanto, um homem com um posicionamento político claro e plenamente assumido. Ainda bem, fazem falta mais assim.
Fruto desse mesmo posicionamento transparente e determinado, Robles foi um feroz crítico do “carrossel da especulação imobiliária” em Lisboa. Vê nesta prática uma das principais causas dos problemas de habitação na cidade. Acontece que Robles especulou e não foi pouco. Como bem escreves, Luís, a contradição e a hipocrisia são evidentes.

Há, no entanto, um problema adicional. O Bloco de Esquerda distingue-se dos demais partidos por colocar a ética e a moral num patamar equiparado – se não superior – ao da Lei. O partido fundou-se para propor e criar soluções, mas sobretudo para moralizar a actividade política. De resto, tem sido esse o estribo de toda a comunicação e acção pública do partido. E aqui reside o problema adicional: Ricardo Robles comprou o imóvel em causa ao Estado (Segurança Social) quando já desempenhava funções de deputado na assembleia municipal de Lisboa, órgão público onde perorava contra a tal especulação imobiliária. Mais uma vez, a contradição é manifesta – tal como a hipocrisia. Outro tanto poderia ser dito sobre o facto – admitido pelo próprio – de ter aumentado o valor da renda a um dos inquilinos do prédio, mas seria apenas chover no molhado.

Nada indica que existam ilegalidades no processo. Mas o Bloco nunca precisou de ilegalidades para exigir a demissão dos seus oponentes - a violação de princípios éticos e morais foi sempre mais do que suficiente. Será, por isso, curioso ver que tipo de argumentos serão usados pelo Bloco para defender a manutenção de Ricardo Robles no exercício de funções públicas.
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De Luís Lavoura a 27.07.2018 às 16:09

Nada indica que existam ilegalidades no processo.

A Segurança Social vendeu o imóvel como? Em leilão? Se tiver sido esse o caso, como é que Robles conseguiu vencer o leilão - oferecendo mais do que todos os outros? Se não tiver sido em leilão, de que forma é que foi selecionado Robles como comprador?

É que, havendo tanta gente com os bolsos bem cheios para fazer bons negócios imobiliários pagando a pronto, parece-me estranho que Robles tenha conseguido efetuar a compra tendo para isso tido que pedir dinheiro emprestado a dois bancos (segundo li).
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De Anónimo a 27.07.2018 às 13:53

Agora o catita vereador bloquista, antes o "Socas", o alcaide Medina, o Dr. Costa y su "famiglia".... fazem sempre uns negócios no imobiliário que são 'muita' supimpas, nunca lhes correm mal.... - nem os melhores "capitalistas" "especuladores" e "gananciosos" e por ai fora..tem registos tão lucrativos! As maltas da "direita" deviam era aprender com eles, não andar a criticá-los....
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De Anónimo a 27.07.2018 às 14:41

Há uma coisa que não consigo compreender embora já tenha perguntado várias vezes sem nunca obter resposta. A questão é esta. Um tipo com umas massas não pode ser de esquerda? É obrigado a ser de direita? Isso já me está a afectar psicologicamente. É que tenho umas massas mas sou de esquerda e ninguém consegue convencer-me a ser de direita. Que é que hei-de fazer? Desfazer-me do que tenho? Entregar tudo não sei a quem e ir pedir esmola? Aqui há uns tempos li um artigo da Professora Fátima Bonifácio sobre isto e fiquei banzado. Não sei se a Senhora estava a falar a sério ou a gozar uma vez que se trata de pessoa inteligente (chegou a catedrática).
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De Isabel a 28.07.2018 às 10:37

Um tipo com umas massas pode ser de esquerda mas....
- como lhe vão parar às mãos negocios da segurança social?
- como arranjam tão rapidamente ( pelo menos segundo o que conheço ) licença para obras com mais um andar?
- como e em que condições arranjam tao rapidamente financiamento para as obras?
- como arranjam casas como a do Medina muito abaixo do preço de custo para o vendedor?
- como arranjam negócios como os das casas do kosta?
Eu gostava de saber o segredo. Esses negócios são anunciados onde?
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De V. a 28.07.2018 às 17:58

Esses negócios são anunciados onde?

Obviamente na sua própria vereação uma vez que é vereador desses assuntos e lá dentro têm conhecimento dessas coisas todas tanto pelo pelouro das "questões sociais" como peloS requerimentos e toda a tralha processual que as câmaras emitem.
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De António a 28.07.2018 às 13:47

Em teoria um partido comunista pode ser rico porque represnta um colectivo. Já indivíduos comunistas não. Ao serem ricos individualmente são capitalistas em nome próprio. Guarde para si o necessário e doe o excedente à colectividade. Chama-se a isso colectivismo. Essa é a resposta, pode é não lhe agradar.
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De Anónimo a 27.07.2018 às 16:17

parece que o tal Robes cometeu um pecado mortal de ter feito um bom, não, um óptimo negócio. Mas o pecado não é o negócio em si! O pecado é ter tido o descaramento e o topete e se meter em semelhante negócios. É sabido que esses feitos estão guardadas para alguns ungidos como um tal de Cavaco e seus amigos...alguém falou em hipocrisia?
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De JMS a 28.07.2018 às 06:06

Realmente, vir aqui falar do Cavaco diz tudo do autor do comentário.

A estupidez e o desespero ultrapassam todos os limites do senso comum.

O problema do tal de Robles é ser um vigarista, uma pessoa sem espinha dorsal, um hipócrita sem limites, um esquerdista sem vergonha, que crucifica qualquer um que faça um negócio igualzinho ao dele. Ele pode fazê-lo porque é de esquerda. Quem não for de esquerda não o pode fazer.

A pretensa superioridade moral da esquerda é absolutamente nojenta. Mas ainda existem idiotas que vivem em 1974 ou até em 1917 e ainda não entenderam que o mundo, entretanto, mudou e continua a mudar. Enquanto existir gente desta estirpe nunca poderemos almejar ser um país. Seremos sempre uma anedota.
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De Anónimo a 28.07.2018 às 21:48

ok, percebido! o Robles é desonesto porque ´+e de esquerda! quanto ao Cavaco, bem quanto ao Cavaco nem se pode falar porque é de direita. E quem fala assim acha que pode chamar de estúpido aos outros..que tal pensar antes e falar? se conseguir, claro
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De Anónimo a 27.07.2018 às 17:08

https://www.esquerda.net/artigo/robles-desmente-noticia-do-jornal-economico/56346

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