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Incentivos ao visionamento do Mundial, #1

por Ana Cláudia Vicente, em 18.06.14

Olá, internet.

Após meses intensamente analógicos, tomei balanço para reconfigurar certa mini-série de que alguns se recordarão ainda, e cuja desculpa, desta vez, é o campeonato mundial de futebol em curso.

Quem vos trago, para começar?

Um defesa-central que estará há vários dias descoroçoado com a derrota imposta pelo país anfitrião. Falo de Vedran Ćorluka, membro da Selecção Nacional da Croácia.

 [Vedran à civil]

    

  [Vedran devidamente fardado]

 

Ultrapassado que foi o problema do penteado à Paulinho Cascavel (à Rui Costa, vá), atentemos no "alto e poderoso" jogador do Lokomotiv de Moscovo. Parece que a jorna lhe não está a correr mal, mas até ao lavar dos cestos... 

Blogue da Semana

por Ana Cláudia Vicente, em 28.12.13

 [FLS, MAFLS]

 

Antes de mais, e já que ainda vos apanho na oitava natalícia, faço votos para que (trabalhando ou feriando) continuem a celebrar a quadra com ternura e boa disposição.

Gostava de vos recomendar nesta semana um blogue cuja minúcia e detalhe vão bem a par da sua matéria: chama-se Memórias e Arquivos da Fábrica de Loicas de Sacavém. Através da exposição das razões e inspiração inscritas em cada objecto, o seu autor - que não consegui identificar- torna possível sabermos um pouco mais sobre o nosso país na época da sua produção. Para mais, o dito autor/a parece tão ou mais recomendável que a obra: uma busca no Sapo permite intuir um daqueles polígrafos inspirados e curiosos que as novas plataformas de publicação em rede têm trazido ao conhecimento público. Um caso a seguir.

Livros de cabeceira (18)

por Ana Cláudia Vicente, em 06.11.13

Há quem tenha nenhuma; eu tenho duas que também não o são.

No subúrbio lisboeta a última prateleira da estante que fica acima da cama contém livros de trabalho, algumas colectâneas de ficção, crónicas e poesia. Em termos historiográficos, o segundo volume da História da Vida Privada em Portugal, coordenado pelo Nuno G. Monteiro e dirigido por José Mattoso; é a época que mais desconheço, a Idade Moderna, aquela que mais subestimei durante e depois da licenciatura - agora, como dizem os primos brasileiros, vou correndo atrás do prejuízo. Um pouco mais abaixo está o volume do Luís Salgado de Matos sobre A Separação da Igreja e do Estado em Portugal, outro acerca da Questão Religiosa no Parlamento (1935-1974), da Paula Borges - República e Estado Novo, os tempos que mais me interessam.

Há depois uma rima de pequenos Essenciais da INCM mesmo abaixo daquela gambiarra ultrabarata e suficientemente eficaz do ikea, de Averróis a Adolfo Casais Monteiro; gosto muito da simplicidade nada desprendida da correcção científica que demonstram quase todos os opúsculos desta colecção.  Constam ainda um Mazagran, de J. Rentes de Carvalho, e as Fábulas de Jean La Fontaine (uma das poucas obras que releio). Depois vêm os chamados novíssimos, Daniel Faria e Pedro Mexia: a Obra Completa de um, a Vida Oculta de outro.

 

 

A outra cabeceira assolapada é um camiseiro e vive numa aldeia alentejana, afeito à existência de uma professora de cidade pequena: testes sumativos e monografias regionais; Manuel Antunes, bom para quem teima em não desistir nem sair do país; Manuel Ribeiro, um dos alentejanos mais interessantes e inquietos do século passado; Luiz Pacheco, dose de vidas que não consigo compreender, mas preciso conhecer.
Quanto vou conseguindo ler? Pouco, devagar. Há não muito, virava quatro livros por semana. That was then. Isto é agora.

O que estou a ler (13)

por Ana Cláudia Vicente, em 30.08.13

Enquanto o Adolfo não vem, aproveito o ensejo para falar das minhas leituras. Este foi o Verão no qual menos pude ler, em muitos anos. Um só livro me acompanhou por estes dias : O Coleccionador de Erva, de Francisco José Viegas. Vou a páginas cento e nove, cento e dez:

 

 

 

«Alguma coisa acabou entretanto, alguma coisa que nunca mais registámos no deve e haver, naquela contabilidade inocente das nossas vidas.

Jaime Ramos pensou nisto porque o rosto de Irina era impenetrável, uma espécie de desafio à sua habilidade para arrancar confissões ou para perceber um caminho no meio dos becos dos subúrbios.»

 

Regresso então a Isaltino de Jesus, a Jaime Ramos, ao mundo da investigação de crimes de sangue num Portugal não tão ficcional quanto seria de desejar. Dois traços autorais me prendem a atenção, aí: a presença sensível de um território que nunca é apenas cenário ou decoração; a insistente sombra do insolúvel, apesar do progresso da acção.  Desta feita, há dois russos e uma africana aparecidos sem vida não longe do Porto, e uma portuguesa de velhas famílias desaparecida algures na Galiza. Ajustes novos, diferenças antigas. E o fim? E o título? Ainda não sei  comos nem porquês - prefiro disdesfrutar o caminho para lá chegar.  

     

 

Então e tu, Ana Lima, o que andas a ler?

Trinta Anos e Oito Dias Depois

por Ana Cláudia Vicente, em 03.07.13

«Sem estabilidade e continuidade governativa não é possível disciplinar e aumentar a produção nacional, acumular a riqueza necessária ao investimento privado ou público, pôr termo aos elevados défices do Orçamento Geral do Estado e das Contas com o exterior; sem estabilidade e continuidade governativa não é possível extinguir ou sequer reduzir o endividamento externo, combater a inflação e o desemprego, proporcionar aos portugueses habitação, ir em auxílio dos reformados, dos pensionistas, dos doentes, dos inválidos e dos deficientes, tornar mais promissor o futuro dos jovens, etc; enfim, sem a estabilidade e a continuidade governativa não é possível elevar o nível de vida do povo português»

 

Carlos Alberto da Mota Pinto (1936-1985)

[Discurso de tomada de posse como Vice-Presidente do IX Governo Constitucional, conhecido por 'Bloco Central', 24 de Junho de '83]

 

Há outros, mas tem-me ocorrido Mota Pinto, homem que detinha já uma carreira académica sólida quando iniciou actividade política. Foi cooptado pelo PPD logo na sua fundação, tornou-se líder parlamentar durante a Constituinte. Desentendeu-se e reentendeu-se com o partido algumas vezes ao longo dos anos, foi ministro, primeiro-ministro. Impressiona-me particularmente o ter aceite, depois de disso, a vice-presidência de um governo de coligação com o PS, em circunstâncias tão adversas como as que acompanharam a intervenção do FMI.

Blogue da Semana

por Ana Cláudia Vicente, em 24.06.13

Para esta semana venho recomendar-vos um blogue de Jorge Lopes de Carvalho, o Manual de Maus Costumes. Como muitos outros autores da lusoblogolândia já teve (e tem) outras empreitadas, mas nada como começar pelo compêndio do dia, certo? Boas leituras!

A Feira

por Ana Cláudia Vicente, em 23.05.13

A C. entrou-me hoje pela biblioteca a perguntar se amanhã ia à Feira, e eu sem saber que a dita já tinha começado. É uma entre alguns dos miúdos do oitavo que andam quase sempre com um livro a jeito, naquele modo draga-minas no qual tanto faz marchar Agatha Christie como Stephenie Meyer, J. R. Tolkien ou J.K. Rowling. Já juntou o que lhe faltava para lá ir em missão de resgate dos dois volumes desejados. Abriu o site para me mostrar o programa, quis explicar-me onde estavam os livros do dia. As boas dúzias de quilómetros para lá e para cá vai fazê-las com os pais, a quem diz ter dado pré-aviso de, mesmo em caso de chuva, haver total precisão de gelados.

 

Ser professora é, em vários dias, entre muitas coisas, ver simplesmente gente a correr bem. Um privilégio do caraças.

Terça-Feira, 1

Acordei não muito mais tarde do que o costume. Já só tinha algumas horas com a família, incluindo os recém-chegados sobrinhos gémeos, pelo que dar biberão, pôr a arrotar e mudar fraldas extremamente badalhocas foi coisa preciosa. Quando ficamos a milenas de quilómetros dos mais próximos há que aproveitar. Deve ser a isto de ficar com o coração muito mas muito pequenino, na hora do embarque, que se chama o fado do (e)migrante.

 

Quarta-Feira, 2

Custou-me a acordar à hora habitual. Perguntei: «A passagem de ano foi boa?» e respondi: «Foi boa. E a s/t/ua?» dezenas de vezes. Fora isso, tratou-se de um dia cheio de motivos de interesse: andei os habituais 200 quilómetros (ida-e-volta) para ir trabalhar. Recebi, no espaço de duas semanas, pela segunda vez, o triste aviso de que uma casa da família havia sido assaltada. Passei a frequentar as respectivas esquadras/quartéis da PSP/GNR das freguesias das áreas das mesmas. Já conheço uma boa parte dos seus efectivos, passou-bem e tal. Estou extremamente instruída sobre modus operandi da malandragem, coisas que só acontececem no CSI e não na realidade porque são muito caras, etc.  

 

Quinta-Feira, 3

Dia normal. Falou-se do tempo. Os meus alunos têm vontade de aprender, quase todos. Vários deles têm o hábito de me apanhar no corredor e fazer um mosh que é um abraço que é um Feliz Ano Novo que me faz querer voltar todos os dias para eles.  

 

Sexta-Feira, 4

Nada de especial aconteceu. Falou-se do tempo para o fim-de-semana.

 

Sábado, 5

Acordei não muito mais tarde. Nenhuma surpresa durante o dia. Não encontrei nenhum ladrão dentro da casa roubada enquanto fazia o inventário das perdas na aldeia. À noite, o Sporting perdeu. Tenho saudades do Valckx (sim, o que jogava com a cara partida e tudo).


Domingo, 6

Acordei menos tarde do que ontem. Domingo perfeitamente banal, exceptuando o facto de que me baldei a um certo convívio blogosférico por motivos de força maior. Mandei beijinhos.

 

Segunda-Feira, 7

Custou-me a acordar à hora do costume. Sinto-me mariquitas, dói-me a garganta. Perguntei: «O fim-de-semana foi bom?» e respondi: «Eh, já passou. E o seu?» várias vezes. De resto, nenhuma novidade. Falou-se do tempo. Não odeio segundas-feiras, mas às vezes são duras como um corno.

Blogue da Semana

por Ana Cláudia Vicente, em 02.01.13

 

 Olá, malta-que-gosta-de-ler-blogues, espero que tenham chegado a 2013 sãos e salvos. Proponho, como leitura para esta semana, um clássico lusofónico que pode ser lido há quase uma década, o Ma-Schamba. O José Flávio Pimentel Teixeira, de há algum tempo acompanhado de vários outros hortelões, mantém um weblog habitualmente amanhado a partir de outras coordenadas; mais importante que isso será dizer que o recomendo por, ao fim de todos este anos, ser raro de lá sair sem ter lido algo que me tenha feito proveito.    

 

[Imagem: Ma-Schamba]

Colheita de Outono

por Ana Cláudia Vicente, em 03.12.12

[Foto: Dias com Árvores (Porto, Jardim das Virtudes)]

 

Tinham avisado de antemão, é certo, mas nem por isso a pessoa fica menos satisfeita quando dá pela coisa: nestes últimos dias de Outono, José Rentes de Carvalho e Francisco José Viegas, como as nozes e os pinhões, reapareceram nos sítios do costume. Satisfeita porque ler um e outro assim, como os demais que admiro, nessas dosezitas homeopáticas, mais ou menos frequentes e imprevisíveis. Há uma beleza específica na gratuitidade e idiossincrasia da bloga, mais até do que na sua imediatez. E comigo, é muitas vezes o bom no inesperado que me leva a não perder a tramontana.

Perguntas de Algibeira, #2

por Ana Cláudia Vicente, em 31.10.12

 

 [Foto: Túnel de Carey, Nova Iorque (Andrew Burton, Getty Images)]

 

Está vista a força da Técnica contra a técnica da Força*, neste caso, claro, a da Natureza: a Técnica quebra ou verga, a Natureza não. E manda, mesmo naquele que ainda é um centro do mundo. A Gawker, como tantos outros grupos, ficou apeada um dia inteiro, e regressou há pouco em modo de gerador-ligado-na-garagem, para dar conta das novidades do costume, mas também informar os que lá estão sobre como e quanto tempo vão ficar sem as coisas de primeiro mundo. Passam amanhã 257 anos sobre o dia em que nos calhou coisa assim. Daí que me esteja a roer a seguinte questão: assim de repente, quantos de vocês têm um plano mais ou menos desenhado no caso de se dar uma situação destas? Vá, dedos no ar: quem tem em casa um rádio a pilhas, uma lanterna a funcionar e pelo menos um garrafão de água potavel?  

 

* copyright Gabriel Alves.

Perguntas de Algibeira, #1

por Ana Cláudia Vicente, em 15.10.12

 [Filipe Duarte e Maria João Bastos, adaptação televisiva de Equador, 2008]

 

O que é que possui alguns profissionais da escrita portugueses que os leva a conceber recorrentemente personagens femininas como, por exemplo, Ann Jameson (vide Equador, Miguel Sousa Tavares) ou Clarissa Warren (vide Linhas de Wellington, Carlos Saboga)? De onde vêm estas jovens, sempre britânicas e de boas famílias, que em pleno séc. XIX se dão bíblica e alegremente a protagonistas nacionais, entre vários outros personagens (para desgosto dos anteriores), como se estivessem a passar o Verão de 1982 na Praia da Rocha? 

 

 [Marcello Urgeghe e Victória Guerra, Linhas de Wellington, 2012]

Gabriela, eu e ela

por Ana Cláudia Vicente, em 11.09.12
O remake - que ainda não espreitei, mas soube ter começado ontem - leva-me a crer que talvez devesse ter chamado a este fiapo de memória em segunda mão Eu, a minha Mãe, a Gabriela e a enfermeira-parteira Andreia, declarada admiradora dela. A presente opção, mais módica, venceu - andamos em tempo de poupança. À época da 50ª edição brasileira do romance de Jorge Amado - 1975, ano da chegada do meu irmão mais velho à existência - decidiu a Globo seriar em horário nobre a história de uma certa nordestina chegada ao litoral em mudança. Por cá, dois anos depois, reza a lenda ter sido tanta a cegueira que até o termo das sessões parlamentares regulava pela emissão daquela. Disto não estou segura. Mas sei que se cumprem neste mês trinta cinco anos sobre o dia em que a senhora mãe desta que vos escreve entrou num hospital, já perto da hora de jantar. Após a admissão, em avançado trabalho de me trazer ao convívio da restante humanidade, da parteira de serviço ouviu, incrédula, a pronta intimação:
 - Vá, vamos lá, então! Não podemos demorar! A 'Gabriela' está quase a começar!

 

[Foto: Sónia Sônia Braga, circa 1975, intérprete original das adaptações televisiva (TVGlobo; Durst/Avancini/Blota) e cinematográfica (Bruno Barreto) da Gabriela (1958) de Jorge Amado]

O Bom Combate

por Ana Cláudia Vicente, em 01.08.12

«Voir loin, parler franc, agir ferme

 Pierre de Frédy

[Barão de Coubertin (1863-1937)]

 

[Foto: BBC Sport]

 

Se reais consequências se registarem após o arraial mediático du jour em torno do triste processo de qualificação para as finais olímpicas em Badminton, menos mal. Não deixa de ser justo e irónico que tal aconteça num território educativo tão admirado pelo pedagogo que reinstituiu Os Jogos na contemporaneidade.

Bem basta termos quase todos aceite que o futebol já não é o que era, e que muitas das regras básicas do desportivismo simplesmente deixaram de se lhe poder aplicar.

Blogue da Semana

por Ana Cláudia Vicente, em 09.07.12

Para entretém dos próximos dias trago-vos o Listverse, um dos blogues que dá a conhecer as mais divertidas e desconcertantes listas de informação que debruam o nosso quotidiano. Sem surpresa, este bem disposto exercício chegou ao blog top da Time de final do passado ano.

Incentivos ao visionamento do Euro 2012, #4

por Ana Cláudia Vicente, em 02.07.12

 

Menção honrosa a Pedro Proença, líder da equipa que apitou quatro partidas na competição acabada de acabar. Não sabemos se a cabeçada que o não derrubou o tem tornado mais forte, mas lá que faz o seu trabalho com galhardia e salero, isso faz.

Incentivos ao visionamento do Euro 2012, #3

por Ana Cláudia Vicente, em 29.06.12

 

 O jovem Mats aparenta estar um bocado em baixo (e com frio?), o que se compreende: quando a nossa selecção tem uma grande final à vista e lá não consegue chegar, a coisa maneiras-que-mói. 

Nome: Mats Hummels

Selecção: Alemanha

Clube: Borussia Dortmund (alias Ballspiel-Verein Borussia 1909 e. V. Dortmund)

Posição: Defesa Central

Incentivos ao visionamento do Euro 2012, #2

por Ana Cláudia Vicente, em 26.06.12

 

Podemos não ter ficado tristes com a saída de Inglaterra do Euro 2012, mas Scott Parker, o mais trim and dapper deles todos, deixa saudades. Sniff. Ei-zi-o aqui a dizer farewell - confio que, em estrita observância ao velho Tratado de Windsor (ou, como disse em tempos uma aluna minha, ao «Tratado de Whiskas») - à Selecção Espanhola.

 

Nome: Scott Parker

Selecção: Inglaterra

Clube: Tottenham (alias Tottenham Hotspur Football Club)

Posição: Médio

Incentivos ao visionamento do Euro 2012, #1

por Ana Cláudia Vicente, em 25.06.12

 

Como em série que ganha pouco se deve mexer, repito aqui o dever cívico de chamar a atenção feminina para os discretos valores que, por estes dias, voltam a dotar a relva de algum esplendor metadesportivo. Comecemos por este meu homónimo, o qual na competição se apresenta (tal como Xabi Alonso, etc, deve ser moda...) barbado e temível qual Hanibal Ad Portas:

Nome: Claudio Marchisio

Selecção: Itália

Clube: Juventus (alias Juventus Football Club)

Posição: Médio [Ofensivo]

A Feira em 2012

por Ana Cláudia Vicente, em 08.05.12

 [Foto: via Desacordo.net]

Fui num pé à sacramental Feira há já vários dias, e lá aproveitei algumas daquelas pechinchas especializadas (coisas do INCM, alfarrabistas & companhia) que todas juntas, só ali.

No meio de muito desconforto e bastante animação, fiquei feliz em dar conta que boa parte dos seus frequentadores estão, finalmente, adaptados à velha máxima "não há mau tempo, só mau equipamento". Vi carrinhos de bebé quitados com os mais variados e coloridos impermeáveis; pais ataviados como quem comprou bilhete para ir à Patagónia; casais de miúdos com aquela pinta de quem acabou de chegar da viagem à Serra da Estrela. Poucos com medo da chuva e de molhar o sapatinho. Sempre gostei deste ambiente  todo-o-terreno.


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