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Progresso

por João Carvalho, em 26.02.12

 

Viseu na senda do progresso. Ou algo parecido.

Equipamento...

por João Carvalho, em 25.02.12

 

... opcional para micro-móveis e para auto-móveis.

A terra das 58 letras

por José Navarro de Andrade, em 19.02.12

 

Já Herberto Helder, propenso a extasiamentos verbais, uma vez referiu o nome desta aldeia de 3000 vizinhos na ilha de Anglesey, encostada a Gales: Llanfairpwllgwyngyll. Na verdade este é o diminuitivo – a sério – de

Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch

o que em língua mais cristã do que o gálico significa: “St. Mary's Church in the hollow of the white hazel near the rapid whirlpool and the church of St Tysilio with a red cave”.

Não é nome de terra tão vasto como aquele que o João Carvalho trouxe aqui, mas para lá caminha. Pode lá chegar de comboio e descer na estação que ostenta a tabuleta acima retratada.

A terra das 85 letras

por João Carvalho, em 19.02.12

 

Visite Taumatawhakatangihangakoauauotamateaturipukakapikimaungahoronukupo-kaiwhenuakitanatahu, um monte em North Island, na Nova Zelândia. Os taumatawhakatangihangakoauauotamateaturipukakapikimaungahoronukupokaiwhe-nuakitanatahuenses são muito hospitaleiros. Não se esqueça de levar muito papel para tomar apontamentos.

 

Crise ortográfica

por João Carvalho, em 15.02.12

 

Alguém sabe se "Ob-La-Di, Ob-La-Da" ainda se escreve com tracinhos?

USSR: sugestões para pôr a bandeira?

por João Carvalho, em 11.02.12

 

Se não beber... (38)

por João Carvalho, em 04.02.12

... tente conduzir.*

 

* — Autarca de Viseu apanhado a pensar na nova rotunda que vai resolver o problema do trânsito neste cruzamento.

A biblioteca do sem-abrigo

por João Carvalho, em 29.01.12

 

Esta ilustração tem o seu quê de estranho e improvável, mas atrai-me. Imagino um sem-abrigo recente, alguém a quem a crise não quis poupar e atirou para uma situação indigente. Imagino o novo pobre, arruinado. Tudo perdido num ápice. Tudo, menos a sua biblioteca. Mesmo na rua, não é coisa que um homem dispense, enquanto for possível.

Não tragas outro amigo também

por João Carvalho, em 25.01.12

O caso em julgamento do "Rei Ghob", porventura especialista em sexo com menores e com gnomos numa espécie de castelo cheio de câmaras de imagem e gravadores, é muito curioso. O homem tem, segundo a imprensa, uma amiga que contou em frente a câmaras televisivas, a um colaborador da Júlia Pinheiro, tudo o que diz saber sobre o dito monárquico tarado. E tem mais: tem um cunhado que decidiu agora dar conta do conhecimento que adquiriu sobre a vida obscura do arguido e que pouco ou nada abona a favor deste.

Também Duarte Lima, conforme a imprensa refere, tem uma espécie de amigo que pôs a boca no trombone junto dos investigadores brasileiros e lhe pôs a falta de cabelo ainda mais à mostra. E parece que tem uma amiga brasileira que sabe de mais uns detalhes pouco edificantes. A própria empresa de off-shore que é suposto ele ter contratado para umas operações discretas foi a primeira a descrever numa televisão todos os pormenores requeridos pelo seu apetecido cliente.

Por outro lado, Carlos Cruz igualmente se disse traído. Está bom de ver que deve ter sido alguém amigo. Só pode.

A verdade é que o Sócrates já tinha avisado: o mundo mudou muito. Já não há amigos como antigamente. Mas acho que as certas consciências que andam por aí é que já não conseguem arranjar amigos como naqueles tempos em que se pedia a qualquer um para trazer outro amigo também. Alegadamente.

Quem mostra ainda ter amigos dos antigos é o famoso Isaltino. Ninguém o mete dentro. Grandes amigos, hã? Alegadamente.

Será o querido ditador?

por João Carvalho, em 29.12.11

 

Não tenho a certeza, mas parece que esta foto não é do funeral do querido ditador norte-coreano. Se fosse, aquele ciclista refractário que acabou de fugir da coluna já estaria, no momento da foto, a ser mortalmente alvejado por um agente da autoridade em julgamento supersumário feito a olho.

Ainda assim, vou falar com o camarada Bernardino Soares para tirar dúvidas.

A serponte

por João Carvalho, em 25.12.11

 

Se fizer ponte nesta quadra e for viajar, aproveite bem porque as pontes estão em vias de extinção. Se passar por esta ponte, conte-nos a experiência. Não há que enganar: tem forma de serpente. É uma serponte.

Lá vai o TGVêzinho a sujar a neve

por João Carvalho, em 24.12.11

 

Lá vai o Mendonça a sujar a neve no seu TGVêzinho a caminho de passar a temporada fora. E que mande de lá saudades, que é coisa que cá não deixa.

$abe-se lá quem corre à EDP

por João Carvalho, em 22.12.11

 

— Estás a ficar p'ra trás, Dilma.

— Pois 'tou, Angela. Mas os chineses ainda 'tão mais longe.

— Não te fies, Dilma. $abes lá se eles conhecem algum atalho.

O Natal no Qatar

por João Carvalho, em 22.12.11

«Duarte Lima estaria de malas aviadas para o Qatar». Tudo indica que se preparava para fugir para um país árabe — possivelmente o Qatar, «que não possui acordos de extradição com Portugal e Brasil» e onde parece que ele já possui património — uma probabilidade que confirma o reconhecido bom gosto do suspeito fugitivo, porquanto aquelas paragens constituem um must pela escolha variada e pelo especial requinte oferecido na época natalícia.

 

 

O Natal no Qatar tanto pode ser passado no bulício da cidade, como na torreira da praia...

 

 

... ou na tranquilidade das regiões rurais, onde sobra tempo para toda a gente se qatar.

Natal ventoso

por João Carvalho, em 18.12.11

 

Nas regiões mais ventosas, o Natal tem as suas especificidades. Está bom de ver.

Só para a fluidez é que não

por João Carvalho, em 18.12.11

 

Por aqui se vê a vantagem de uma rotunda para organizar o trânsito. Faz toda a diferença. Não resolve a fluidez, mas torna o caos muito mais organizado.

As ilhas que eu vejo (especial)

por João Carvalho, em 17.12.11

 

Se houvesse TGV nos Açores, teria um túnel assim.

Qual é a dúvida?

por João Carvalho, em 10.12.11

 

Claro que é uma placa do Metro do Porto. Vê-se bem pelo logótipo. Alguma dúvida? Por isso é que está lá escrito estaçom.

Inutilidade

por João Carvalho, em 08.12.11

 

Esta fotografia vem com uma legenda inútil: «German Chancellor Angela Merkel, left, and France's President Nicolas Sarkozy, right». Parece dar imenso jeito, para não ficarmos sem saber qual dos dois está à esquerda e qual à direita. Mas será a esquerda e direita nossa (do fotógrafo) ou deles? Então não são ambos da direita, afinal? Que coisa.

Uma notícia na versão online do Público tem esta fotografia (de Pedro Cunha) com uma legenda muito esclarecedora: «Há 6% de portugueses divorciados e 47% estão casados». Admitindo que os divorciados vivem separados, ficamos a saber que os 47 por cento de portugueses casados usam ao mesmo tempo a mesma casa-de-banho, separados por um fino painel. A menos que o painel separador seja para identificar os separados e, nesse caso, ficamos a saber que os seis por cento de portugueses divorciados não vivem separados (ou vivem separados, mas correm para uma casa-de-banho comum quando precisam) e usam ao mesmo tempo a mesma casa-de-banho. Querem saber? Acho isto extraordinário, porque a foto é um atentado à privacidade individual. E do casal, casado ou divorciado.

A notícia assim ilustrada é que tem um título extraordinário: «Famílias de uma pessoa cresceram 37% em dez anos». Mentira: as "famílias de uma pessoa" não crescem, porque se crescem passam a ter mais pessoas. Nem há "famílias de uma pessoa", porque uma pessoa sozinha não tem família. E falta uma foto com uma só pessoa na casa-de-banho, para a gente ficar a saber como é.


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