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Grécia x Alemanha: as equipas

por Rui Rocha, em 22.06.12

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Um nome para a selecção

por Rui Rocha, em 22.06.12

 

A selecção portuguesa já merece um nome. O problema é encontrá-lo. Podíamos ser Os Magricelas, atendendo ao tempo de crise. Mas parece que alguém já registou coisa parecida. Por outro lado, a designação não fica bem a uma equipa que tem como titular o Miguel Veloso. Os Patrícios seria uma homenagem ao guarda-redes. Mais uma vez alguém chegou primeiro. Já vi sugerir Os Relvas. Bem visto. Mas tenho alergia a gramíneas. E temo que os rapazes se sentissem pressionados. O upgrade para Os Coelhos também não entusiasma. Relativamente à alternativa Os Cavacos estamos conversados. Os Ronaldos não me parece bem. Por um lado, remete para o imaginário dos trios mexicanos dos anos 40. E para viagens no tempo já nos basta o penteado do Ronaldo. Por outro lado, destacaria um único jogador, o que seria injusto para os outros. O mesmo pecado poderia ser identificado se optássemos por Os Cristianos. Para além disso, ia jurar que esse é o nome de uma trupe de trapezistas de circo (não, Manuel José, ninguém te chamou). E, embora esta solução pudesse ser apoiada pela Igreja Católica, com excepção de D. Januário, o que diriam os mouros? Claro, podíamos tentar Os Críticos, numa genial fusão das letras iniciais do primeiro nome do Ronaldo com as finais da designação da doença de que padece o Carlos Queiroz. O problema é que já vai fora de tempo: Os Artríticos andam muito calados. Já Os Resgatados viria a propósito. A equipa pareceu moribunda antes de se lançar na senda das vitórias. Todavia, não é diferenciador. Neste Euro, não faltam os que já foram ou ainda vão ser. Os Austeros seria pretensioso. Vai-se a ver e o governo ainda não cortou quase nada nas gorduras do Estado. Os Contribuintes seria adequado, como sabemos. Não creio, em todo o caso, que seja momento para recordar coisas tristes. Pela mesma razão, excluo Os Bentos. Só poderia ser considerado se um dia destes o homem se risse. E não é previsível que tal aconteça mesmo que Portugal ganhe a final por goleada. Como se vê, não é fácil. Tudo somado, estou capaz de propor Os Coisos. É actual, presta homenagem ao Álvaro e, com a mesma cajadada, atinjo o Coelho. Aguardo, todavia, as vossas sugestões. 

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Os golos que a Alemanha meter na baliza grega terão de ser devolvidos. Com juros.

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Quando diriges a proa visionária a uma estrela e estendes a asa para essa excelência inalcançável, no afã da perfeição e rebelde contra a mediocridade, levas em ti o recurso misterioso de um Ideal. É fogo sagrado, capaz de temperar-te para grandes feitos. Cuida-o; se o deixares apagar não se reacenderá jamais. E se ele morre em ti, ficas inerte: fria bazófia humana. Só vives por essa partícula de sonho que se sobrepõe à realidade. Ela é a lis do teu brasão, o penacho do teu temperamento.

 

José Ingenieros,  "El Hombre Mediocre" (tradução livre).

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Ai os boémios

por José Navarro de Andrade, em 21.06.12

 

 

Hoje talvez seja um bom dia para relembrar qual foi o pontapé – não foi bem um pontapé… – de saída para os 30 anos de guerra que racharam a Europa ao meio. Calhou-nos ficar no lado que se triunfasse não teríamos acabado à ponta perdida – azares. Nem com os ansiados golos do CR7 haveremos de tragar tanta cevada como eles, falta-nos costela de boémios, é o que é. E embora jogue o Postiga no lugar do Hugo, alma até Almeida rapazes!

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Futebol também é isto

por Pedro Correia, em 20.06.12

 

O Euro 2012 tem sido fértil em imagens icónicas que se projectam muito para além das convenções "técnico-tácticas" da modalidade e fazem deste jogo o maior espectáculo do mundo. Pepe beijando o símbolo nacional impresso na camisola logo após marcar o primeiro golo contra a Dinamarca. Cristiano Ronaldo de polegar na boca, dedicando o golo ao filho que naquele dia festejava dois anos, quando fez o remate vitorioso que anulou a vantagem inicial da selecção holandesa. O colega que num impulso solidário tapa a boca do destemperado Balotelli que aparentemente, após marcar contra a Irlanda, começara a soltar impropérios contra o treinador por o ter deixado inicialmente no banco. Ibrahimovic ao marcar ontem um fabuloso golo com um "pontapé de moinho", inaugurando a merecida vitória sueca por 2-0 contra a França.

Futebol também é isto.

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Frases de 2012 (32)

por Pedro Correia, em 18.06.12

«Alguns já estarão a afiar as facas e a comprar cachecóis da República Checa para ver se saímos na próxima quinta-feira.»

Paulo Bento

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Gostamos de te ver feliz, Ronaldo

por Rui Rocha, em 17.06.12

Um jogo perfeito. Os holandeses marcaram primeiro. E nós sabemos como é preciso que nos espicacem para darmos o nosso melhor. Depois, um Ronaldo soberbo. Um Nani desequilibrador. Um Pepe sempre ao melhor nível. Moutinho imperial com Meireles no meio campo e Veloso pendular. Coentrão sempre impecável. Houve de tudo e do melhor. Até uma assistência para golo de João Pereira. Hélder Postiga cumpriu. Até na previsível saída aos 65 minutos. Faltou o terceiro golo a Ronaldo e um para Nani? Não faz mal. Ficam para os quartos de final. No fim, depois de uma exibição monumental, quase que jurava que vi Paulo Bento sorrir. Quanto aos críticos de Ronaldo, que Cri Cri tiquem agora.

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A Grécia sobrevive no Euro

por Rui Rocha, em 17.06.12

 

Que os gregos são maus gestores, pouco produtivos, falhos de eficiência? Não em matéria de bola. Na verdade, não deve haver por aí outra selecção que, de tão pouco futebol, faça tão extraordinários resultados. A selecção grega, no passado com Rehagel, agora com Fernando Santos, não herdou o ideal de vida bela e feliz da antiga Atenas. Não encontraremos em Karagounis, em Katsouranis ou nos seus companheiros preocupações de estética futebolística ou de sensibilidade no trato de bola. Dir-se-ia, em contrapartida, que são descendentes directos dos velhos espartanos e que foram submetidos aos mesmos princípios de educação que estes defendiam. E que tinham como objectivo último desenvolver soldados exemplares em termos de combatividade e bravura. Sem heróis que se destaquem do conjunto porque heróis são todos. A selecção grega é, por ironia do destino, o exemplo acabado de que, em futebol, a austeridade funciona. E que, ao contrário de originar espirais recessivas, pode revelar-se extremamente expansionista. O PIB do futebol grego, medido em títulos e qualificações, é altíssimo nos últimos anos. Sobretudo se tivermos em conta a escassez de matéria prima com talento. A selecção grega faz mais com o menos que obriga os adversários, muitos deles com grandes orçamentos, investimentos e estímulos, a jogar. Portugal em 2004 e a Rússia em 2012 que o digam.

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O tiki-taka, mais do que futebol, é bola. E há equipas de futebol que detestam a bola. Maltratam-na. Dão-lhe pontapés. Algumas até aliviam. A bola é tormento. Quando a afastam, suspiram de alívio. Não se pode jogar tiki-taka sem amor, posse, partilha e saudade. Da bola. Quem tiki-taka quer bola. E quando passa, tem sempre esperança de a reaver. O tiki-taka é um jogo de crianças que adquiriu maturidade. Que percebeu que pode ser gratificante dar e receber. O tiki-taka nunca foi uma táctica (a tiki-táktica). Mais do que a disposição da equipa no campo, o que importa é a posição dos jogadores em relação à bola. Em busca da proximidade, do contacto, de um afago. E é provável que o  tiki-taka, na versão mais pura, não possa funcionar como estratégia (a tiki-tégia). Para ser uma estratégia futebolística, teria de ter a intencionalidade do golo. Ora, a consequência do golo é a perda de posse de bola. Uma contradição com a essência do tiki-taka. Digo que o destino do tiki-taka é tornar-se uma manifestação cultural. A tiki-tura. Com uma estética. A tiki-tética. Os jogos serão manifestos. Ou instalações. Os campeonatos de tiki-taka disputar-se-ão em Florença, na Piazza del Duomo. Os jogadores equiparão com os trajes de luzes do toureio. Os relatos trocarão a ansiedade pelo temple e pela pausa. As transmissões televisivas não irão bem com cerveja e tremoços. E serão instalados écrans gigantes na Ópera de Viena. Podem não ter percebido, mas Silva deu um passo decisivo nesse sentido no jogo da Espanha contra a Irlanda. Até agora, o tiki-taka sempre fora mais tiki do que taka. Muito tiki-tiki no meio-campo. Mas, perto da baliza, remate, pontapé ou cabeçada. Com Silva, descobrimos a dimensão ataka do tiki-taka. Quando dominou a bola, mais do que isso, parou o tempo. E não procurou, como se faz no futebol, descolocar os adversários. Pelo contrário, com o fio do tempo suspenso, indicou-lhes, com uma finta de corpo, o ponto exacto do espaço em que se deviam colocar. Depois, não rematou. Passou para as redes. No passo seguinte da evolução, um avançado fará uma tabela com o poste da baliza adeversária, prescindindo do golo em nome da perpetuação da posse de bola. Nesse dia, o tiki-taka autonomizar-se-á do futebol. Não será modalidade olímpica. Mas poderá ganhar um Prémio Nobel ou a Palma de Ouro em Cannes.

 

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As continhas

por Bandeira, em 15.06.12

Penso ter finalmente compreendido. Se Portugal vencer a Holanda mas a Dinamarca ganhar à Alemanha por 3-2, caímos fora. Caso Portugal perca com a Holanda por 1-0 e a Alemanha vença a Dinamarca, estamos dentro. Imagine (faça um esforço) que Portugal vence com triplo hat-trick de Postiga e a Alemanha se vai abaixo com um auto-golo de Mario Gomez: A dívida pública portuguesa desaparecerá sem deixar rasto e Ratzinger, que ficará com muita vergonha, abdicará, sendo Paulo Bento eleito papa com o nome de Bento XVII. A Irlanda regressará ao Euro, tendo Leopold e Molly Bloom como adjuntos de Trapattoni, na eventualidade de todas as selecções (todas mesmo) perderem amanhã, Bloomsday. Caso a Dinamarca vença a Alemanha e Portugal perca contra a rainha da Holanda em badminton, Passos Coelho enviará um beijinho à senhora Merkel (que perderá o cargo de chanceler para António Borges), mas não conseguirá evitar que a Moody's atire Portugal para a categoria de Vinagre de Tinto- (com perspectivas negativas). Se, porém, a Alemanha perder por 50 golos ou mais, a Grécia será repescada do fundo lodoso do rio Meandro, onde agora se encontra, e atirada ao Egeu (perdoe a vírgula antes da copulativa), desta feita com cópias em tamanho real do Hermes de Praxíteles presas aos artelhos ou, em alternativa, artigos seleccionados das nossas sucessivas Leis do Arrendamento Urbano. Se acha que nada disto faz sentido, consulte as regras da UEFA e depois falamos.

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Vai uma apostinha?

por Pedro Correia, em 14.06.12

Confesso: ando cansado de ouvir falar do Nélson Oliveira. E tenho bons motivos para isso. Na segunda-feira, 48 horas antes do Portugal-Dinamarca, dois diários desportivos puseram o jovem suplente do Benfica em destaque nas suas primeiras páginas. "Estamos de cabeça levantada", dizia o jovem, cujo retrato ocupou praticamente a capa inteira desse dia do diário A Bola. A justificação para o destaque fotográfico, esclarecia o jornal, tinham sido os três golos apontados pelo rapaz... no treino da véspera.

Como não há coincidências, no mesmo dia O Jogo apressava-se a antecipar a presença do jovem Nélson no lugar de Helder Postiga como ponta-de-lança da selecção. A sua inexperiência em jogos internacionais, o facto de nem Jorge Jesus o incluir no onze titular das águias e a certeza de não ter marcado um único golo no campeonato pareciam irrelevantes perante a onda mediática que ia engrossando em torno do seu nome, agigantando-se qual tsunami a chegar à costa. "Nélson Oliveira ganha espaço", titulava nesse dia o Record, tentando não perder a corrida. "Nélson Oliveira é um trunfo para Paulo Bento", dizia a RTP no dia seguinte, citando o treinador Rui Vitória.

Foi preciso Paulo Bento pôr fim a tanta especulação com quatro palavras apenas: "Vai jogar o Helder." Que por acaso até marcou contra a Dinamarca.

Nélson jogou meia hora, como suplente de Postiga. Sem marcar. Mas nem por isso desaparecerá das manchetes. Vai uma apostinha?

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Reflexão do dia

por Pedro Correia, em 14.06.12

«Cristiano Ronaldo precisa agora mais da equipa do que a equipa dele.»

José Medeiros Ferreira, no Correio da Manhã

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10 por todos

por Rui Rocha, em 13.06.12

 

Jogar com um falso ponta-de-lança não é o mesmo que jogar com um ponta-de-lança falso. Um falso 9  não é um ponta-de-lança, é certo. Mas é, veja-se o caso de Fabregas na selecção de Espanha, outra coisa qualquer. Extremo, armador de jogo, trinco, o que quiserem. É um pouco como ter 5 euros e escolher entre comprar laranjas ou maçãs. A opção é discutível. Em qualquer caso, de uma maneira ou de outra, há sempre o que comer. Isto é, o falso 9 não joga na posição de ponta-de-lança. Mas joga. Ainda que noutra posição. E por isso a equipa apresenta-se, efectivamente, com 11 jogadores. No caso do ponta-de-lança falso a coisa é diferente. O 9 falso joga realmente no lugar de ponta-de-lança. Só que, realisticamente, não joga nada. Apostar no 9 falso é como ter os mesmos 5 euros disponíveis e não comprar laranjas, nem maçãs. Nem nada. Pior do que isso, é deitá-los fora atirando-os para dentro de campo. Isto é, a opção pelo falso 9 não é uma fórmula matematicamente errada. Embora possa estar, ou não, futebolisticamente equivocada. Já no caso do ponta-de-lança falso, o 9 vale matematicamente 0. Nessa situação, a nulidade matemática resulta irremediavelmente em erro futebolístico. Jogar com um 9 falso equivale, na verdade, a jogar apenas com 10.  É verdade que Pedro Abrunhosa não sabe cantar. É, se quisermos, o equivalente musical do falso ponta-de-lança. Joga com o 9 do vocalista nas costas mas, não fazendo aquilo que alguém naquela posição deve fazer, faz outras coisas. Fala, sussurra, declama, proclama. Abre outras linhas de passe e, no final, pelo menos para alguns, aquilo resulta. Bem diferente seria ter um cantor calado. O problema com a nossa selecção não é, por isso, de táctica. É de matemática. Não faz qualquer sentido insistir em jogar com um ponta-de-lança falso quando podíamos, pelo menos, experimentar jogar com um falso ponta-de-lança. Nada, nem sequer o memorando da troika, impõe esta espiral recessiva de transformarmos, ainda antes de entrarmos em campo, os 11 a que temos direito nos 10 que temos visto. É que, ao contrário de Pedro Abrunhosa, Postiga nem sequer esperneia. A responsabilidade, é claro, não é dele. É de quem não o deixa sair de cima.

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É o melhor sem dúvida ou talvez não

por Pedro Correia, em 11.06.12

 

Confesso que ainda consigo espantar-me com certos comentadores futebolísticos. E ninguém me espanta tanto como o omnipresente Rui Santos, o homem que anda há vários anos à procura dos pontos finais sem conseguir encontrá-los, motivo que o leva a produzir as frases mais quilométricas da história da TV em Portugal. A necessidade de encher chouriços em televisão é tramada. Só isto explica que o prolífico comentador da SIC Notícias tenha ontem transmitido duas ideias aparentemente contraditórias. Por um lado, emitiu este juízo categórico: «Potencialmente, Nélson Oliveira é já o melhor ponta-de-lança português. Não temos melhor.» Por outro, minutos adiante, foi deixando este judicioso conselho a Paulo Bento: «No jogo contra a Dinamarca eu defenderia um Nani atrás dos pontas-de-lança, que deveriam ser Cristiano Ronaldo e Quaresma.»

Descodifiquem-me este raciocínio, como se eu tivesse cinco anos: como é que num jogo que precisamos mesmo de ganhar o seleccionador nacional pode dar-se ao luxo de deixar no banco «o melhor ponta-de-lança português»? Padecerá o jovem Nélson de alergia aos dinamarqueses, altos e loiros? Não poderia formar ele com vantagem a dupla atacante com Ronaldo? E, sendo tão bom ao ponto de se considerar que «não temos melhor», porque não deixá-lo sozinho à frente? O Quaresma amuaria com tal escolha? Será a lógica uma batata?

Vou reflectir sobre tão magna questão nas próximas 48 horas. Usando, de preferência, frases mentais sem ponto final. Pois do meu ponto de vista a intangibilidade do esférico decorre das sinuosidade tecnico-tácticas adjacentes à linearidade do relvado e a verdade desportiva depende em alto grau e larga medida da disponibilidade de todos os agentes envolvidos na condução do processo dentro das quatro linhas de jogo mas principalmente nas estruturas que enquadram este fenómeno capaz de mobilizar a massa adepta e também os milhões que se acumulam sobre as mesas directivas em razão do qual eu não me calarei e sempre relatarei aqui tudo quanto sei e julgo saber ou talvez nem saiba nada por aí além mas mesmo assim contem com a minha voz que ressoará qual trombeta contra a investida castelhana nos plainos de Aljubarrota naquele ano em que a Ala dos Namorados conquistou a Taça Ibérica.

 

ADENDA: o mocho é um convidado especial, com presença fixa neste blogue

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A vaca alemã anda a brincar connosco

por Rui Rocha, em 10.06.12

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Uma de bola

por Rui Rocha, em 09.06.12

O futebol é um jogo em que Portugal alinha com dez jogadores e o Hélder Postiga e no fim ganha a Alemanha.

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