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O nosso livro (10)

por Pedro Correia, em 07.05.18

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«Como ontem fiquei sem "Frases do ano", acabei por me virar para este livro que entretanto recebi na minha morada.

A introdução feita pelo Pedro Correia nesta antologia diz o essencial. As leituras futuras dirão obviamente o resto.

Será uma arte conseguir, em menos de 250 páginas, enfiar 17 autores de enorme talento e com textos tão diferentes e tão bons. A verdade é que conseguiram.

Desde que iniciei as minhas visitas ao blogue Delito de Opinião jamais deixei de, diariamente, o visitar. E algumas vezes de comentar.

Foi outrossim uma honra ter participado naquele espaço através deste texto.

Assim sendo, sinto-me deveras entusiasmado em iniciar a leitura desta antologia.

A gente lê-se por aí.»

 

Do nosso leitor José da Xã, no blogue Lados AB

 

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O nosso livro (9)

por Pedro Correia, em 06.05.18

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«O carteiro pode atrasar mas acaba sempre por aparecer, embora agora, na minha rua só duas vezes por semana, montado numa motorizada e sempre cheio de pressa.

Parabéns ao Pedro e restante autores. Confesso que não acompanho o DELITO com regularidade mas sempre que surge a oportunidade é com muito interesse que acompanho alguns postais e rubricas que por lá vão sendo produzidas, com muita qualidade e pluralidade, pelo que será com todo o gosto e prazer o tempo que dedicarei a ler ou a reler.

Na introdução, o Pedro escreveu algo que julgo ser também muito apropriado, pelo que vou citá-lo: "Uma forma de criar elos com outros, pensem como pensarem." Nada mais evidente no És a Nossa Fé, onde até os benfiquistas são bem vindos. (...)

Termino agradecendo aos redactores destes dois espaços pela força com que, gratuitamente, vão partilhando as suas ideias, opiniões e sentimentos com os leitores.

Cumprimentos, desde a Cidade-Berço.»

 

Do nosso leitor A. Alves

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O nosso livro (8)

por Pedro Correia, em 05.05.18

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«Recebi ontem o meu. É muito bonito. Parabéns!»

 

Da nosso leitora Catarina Duarte

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O nosso livro (7)

por Pedro Correia, em 04.05.18

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«Li prefácios, Introdução, posfácio e notas biográficas dos Autores.

(Re)li na íntegra, e ainda no patamar de entrada do prédio, local onde se encontram as caixas de correio:

- Tocante, Irrepetível, Perpétuo Amor, de Pedro Correia;

- Nove de Abril, de Ana Cláudia Vicente.

Curiosamente, ambas as releituras permitiram recuperar o que pensei por ocasião da primeira leitura.

 

Aproveito a oportunidade para agradecer a todos os autores a partilha que aqui fazem. É de uma inestimável generosidade.

 

Vou reler todos os textos com muito gosto.»

 

Da nossa leitora CAL

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O nosso livro (6)

por Pedro Correia, em 03.05.18

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«Lidos os prefácios e o posfácio, elegantíssimos - e até grafados em bom português (em português, enfim), mesmo de quem isso menos se esperava -, fica deles, e ultrapassando a forma, a elegia. Uma espécie de resignação, de desenganada saudade perante um fim que se antevê e se sabe nada trazer de melhor.

Talvez seja apenas a (magnífica fórmula) "diligente prudência dos desiludidos" invocada no final do prefácio à recente edição d' O Mosteiro. Desiludidos que estejamos - que não com o blogue! - continuemos por aqui.

Todos os dias.»

 

Do nosso leitor Costa

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O nosso livro (5)

por Pedro Correia, em 02.05.18

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«Já recebi o meu exemplar! Já li talvez um texto de cada autor. Gostei do Ouro do Reno, do indomável Bogey, da casa de Saramago na Rua da Esperança... é bom poder ler assim, por autor, por texto, sem perder o fio condutor. Como qualquer bom leitor que se preze, a procura do que ou dos que mais nos apraz ler, apesar de inconsciente, é um facto e na realidade não desaponta, muito pelo contrário.»

 

Da nossa leitora Maria Dulce Fernandes

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O nosso livro (4)

por Pedro Correia, em 01.05.18

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«O melhor sentimento foi o de assistir a tanta gente inteligente que não estava a pedir licença para dizer o que pensava, violando as regras naturais da oligarquia de disseminação do pensamento publicado em Portugal, gente de várias proveniências e de vários destinos que se foi juntando para praticar, em co-autoria, um delito de opinião. Um delito a que todos na nossa liberdade devemos porventura mais do que ainda agora reconhecemos.»

 

Do posfácio de João Taborda da Gama, intitulado "A Malta dos Blogues"

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O nosso livro (3)

por Pedro Correia, em 30.04.18

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«Com algumas excepções, verifico que o "Delito" é escrito por gente de uma geração bem diferente da minha, creio que, na maioria, já oriundos de experiências anteriores na blogosfera. Para quem, como eu, tinha voltado a viver fora de Portugal, neste caso há mais de uma década, o "Delito", até pelo seu saudável hábito de citar e fazer links para outros blogues, sempre funcionou como uma janela sobre um país digital que me era alheio.»

 

Do prefácio de F. Seixas da Costa, intitulado "Palavras Liminares"

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O nosso livro (2)

por Pedro Correia, em 29.04.18

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«Gosto de lugares de encontro onde se cruzam maduros que, sobre o processo de secessão da Catalunha, têm a opinião correcta, por acaso a minha, com outros de opinião oposta (como é possível?!). Gosto de um tuga que andou por Moçambique a indignar-se com o esquecimento a que foi votado o angolano Ruy Duarte de Carvalho, por acaso nascido português. E gosto de uma mulher que, tendo lá em casa uma dor, não fez dela uma dor, nem um troféu, fez uma filha com réplicas marotas.»

 

Do prefácio de Ferreira Fernandes, intitulado "Uma Forma de Ser Agradecido"

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O nosso livro (1)

por Pedro Correia, em 28.04.18

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Ei-lo, enfim. Começou ontem a ser distribuído por todos os leitores que o reservaram e pagaram com antecedência. Tem 244 páginas, traz a chancela editorial da BookBuilders e resulta de um mecanismo de financiamento colectivo que contou com o apoio entusiástico de quem nos acompanha há vários anos - alguns mesmo do início, há quase dez anos.

 

É a nossa selecção de textos publicados no DELITO DE OPINIÃO desde a fundação, em 5 de Janeiro de 2009. Textos de todos os autores que entenderam participar nesta iniciativa - e passo a citá-los por ordem alfabética: Adolfo Mesquita Nunes, Ana Cláudia Vicente, Ana Vidal, Diogo Noivo, Francisca Prieto, Joana Nave, José Bandeira, José Gomes André, José Navarro de Andrade, Leonor Barros, Luís Naves, Patrícia Reis, Rui Rocha, Sérgio de Almeida Correia e Teresa Ribeiro. Além do João Carvalho, que infelizmente já não se encontra entre nós mas que entendemos homenagear por esta via, e de mim próprio.

 

Dezassete "delituosos" reunidos neste volume que - estou certo - agradará a quem já o adquiriu e por estes dias o receberá. E também a todos quantos poderão adquiri-lo, a partir de agora, em livrarias.

Uma edição enriquecida com prefácios de Ferreira Fernandes ("Uma forma de ser agradecido") e Francisco Seixas da Costa ("Palavras liminares"), e um posfácio de João Taborda da Gama ("A malta dos blogues").

 

Chegou. É nosso. E vosso.

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Nove anos depois: vir para ficar

por Pedro Correia, em 05.01.18

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Nascemos sob o signo do Capricórnio, como ficou sublinhado no momento inicial. Um signo do elemento Terra, com densidade e peso, apreciador da substância e da solidez.

Características que de algum modo conformaram este blogue desde o nascimento. Um blogue que veio para ficar e pegou de imediato: ainda a nossa primeira semana de vida não chegara ao fim e já tínhamos ultrapassado o milhar de leitores. Consulto as mais recentes estatísticas: nos quatro primeiros dias de 2018 superámos as 17 mil visualizações.

 

O que logo muitos prediziam naqueles dias pioneiros de Janeiro de 2009 estava certo: este não era um blogue como então havia tantos outros, de existência efémera e rasto irrelevante. Nem um blogue monolítico, com todos a remar para o mesmo lado.

Este pluralismo está aliás inscrito no nosso estatuto editorial: o DELITO DE OPINIÃO "acredita na diversidade de ideias, sem contemporizar com extremismos de qualquer espécie, e congrega autores oriundos de diferentes formações académicas, múltiplas áreas profissionais e várias zonas do País".

 

Sem delitos de opinião, portanto, este é um blogue onde mais de meia centena de autores já escreveram com regularidade. Um blogue onde quase três centenas de internautas de outros paradeiros vieram escrever, como convidados especiais. Hoje mesmo, com todo o gosto, recebemos mais uma convidada. Que, sendo de fora, não deixa de ser cá de casa.

Porque este foi um blogue que nunca receou a concorrência. Fizemos sempre questão de citar os outros: não passou um só dia sem mencionarmos alguém alheio a nós. Por isso mantemos com orgulho uma profusa lista de endereços de blogues na nossa aba lateral. Por isso criámos desde o início a rubrica Blogue da Semana. Por isso já estabelecemos aqui quase mil ligações directas, recomendando outras leituras, bem diversas da nossa. Por isso nunca perdemos a noção de que o País está muito longe de se circunscrever aos circuitos da capital: cá temos a rubrica De Portugal Inteiro para nos lembrar isso.

Convictos da nossa argumentação mas sabendo escutar os outros. Com ideias fortes mas sem espírito de trincheira. Assumindo opiniões com nome e rosto. Não pedimos licença para pensar como pensamos - e cada um pensa por si - mas mostrando abertura para acolher argumentos alheios. Daí outra rubrica permanente deste blogue: o Comentário da Semana, escolhido à vez por cada autor. Conscientes como estamos de que um projecto como este não faz sentido sem dar voz a quem nos lê.

 

"Primeira escolha da semana em 2009, um blogue novo, um sinal de renovação, ainda que os nomes envolvidos sejam quase todos eles de bloggers bem activos." Palavras do saudoso Pedro Rolo Duarte aos microfones da sua Janela Indiscreta. Foi um dos primeiros a saudar-nos com palavras de boas-vindas, abrindo o caminho a muitos outros. Palavras que nunca esqueceremos. E que nos deram ainda maior incentivo a prosseguir. Sem nunca mutilarmos consoantes: aqui escreve-se sem "acordo ortográfico".

Alguns pioneiros deste clã delituoso ficaram pelo caminho. O João Carvalho e o Joaquim Coutinho Ribeiro, companheiros da primeira hora, já cá não estão: serão sempre lembrados com saudade.

Felizmente outros foram chegando. Esta é hoje, como no primeiro dia, uma tribo irreverente e ruidosa, que nunca se toma demasiado a sério nem perde o sentido de humor. As caixas de comentários do DELITO, sempre muito frequentadas, são igualmente prova disso.

 

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Temos um novo desafio pela frente, prestes a concretizar-se: a edição de uma antologia de textos deste blogue. É outra iniciativa só tornada possível pela grande adesão dos nossos leitores. Vocês, que estão desse lado, e que no fundo são como nós: emocionam-se e reflectem, umas vezes alegram-se e outras zangam-se, sabem apreciar tanto um livro como uma bebida ou uma paisagem.

Aqui continuaremos a encontrar-nos - hora a hora, dia a dia, mês a mês. Neste blogue, que é nosso mas também é vosso. No livro, a curto prazo. E na vida, que nunca deve confundir-se com realidades virtuais.

Emitindo opiniões sem delito.

Agora como no primeiro dia, faz hoje nove anos.

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Agradecimentos devidos

por Pedro Correia, em 01.01.18

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Ao Luís Novaes Tito, à Catarina Duarte, à Gabriela, à Luísa, à Joana Marques, à Cátia Samora, ao Pedro Oliveira, ao António Agostinho, ao Filipe Nunes Vicente, ao Carlos Guimarães Pinto, ao  José da Xã, ao  Octávio dos Santos, ao  David Marinho, ao João Espinho e ao nosso JPT no seu blogue pessoal.

 

A estes e a outros, na blogosfera e nas redes sociais, por ajudarem a promover e a divulgar a antologia DELITO DE OPINIÃO, editada em sistema de crowdfunding - espécie de mecenato em que os futuros leitores contribuem para que a obra se torne realidade.

E vai tornar-se mesmo. Com a ajuda de tão bons amigos e de muitos dos nossos leitores. Alguns dos quais já nos acompanham há nove anos, desde o início desta longa caminhada.

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O Pedro Correia reconvidou-me para blogar no Delito ... Avisei os amigos. Que me deixasse de bloguices, "acaba mas é o que estás a fazer", uma empreitada infindável, que me faz Penélope todas as noites. E dias. Não perceberão a coisa. Um tipo participa num sítio assim: está aqui, nesta imagem. Ao quase lado catalunham. E aqui diz-se isto desse catalonismo. E também isto, o seu invés. Digam que é auto-elogio (colectivo), que é mesmo. Pois como se pode resistir ao apelo de uma casa assim?

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Agradecimentos devidos

por Pedro Correia, em 19.12.17

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Ao Luís Novaes Tito, à Catarina Duarte, à Gabriela, à Luísa, à Joana Marques, à Cátia Samora, ao Pedro Oliveira, ao António Agostinho, ao Filipe Nunes Vicente, ao Carlos Guimarães Pinto, ao  José da Xã, ao  Octávio dos Santos, ao  David Marinho e ao nosso JPT no seu blogue pessoal.

 

A estes e a outros, na blogosfera e nas redes sociais, por ajudarem a promover e a divulgar a antologia DELITO DE OPINIÃO, editada em sistema de crowdfunding - espécie de mecenato em que os futuros leitores contribuem para que a obra se torne realidade.

E vai tornar-se mesmo. Com a ajuda destes nossos amigos e de muitos dos nossos leitores. Alguns dos quais já nos acompanham desde o início, há quase nove anos.

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DELITO de blogue a livro

por Pedro Correia, em 16.12.17

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«O DELITO DE OPINIÃO, um espaço que já se transformou numa referência da blogosfera portuguesa.»
Francisco Seixas da Costa, blogue Duas ou Três Coisas
(Agosto 2010)
 
«Dois anos de DELITO DE OPINIÃO, e é bem feito.»
Francisco José Viegas, blogue A Origem das Espécies
(Janeiro 2011)
 
«A melhor reportagem sobre os momentosos acontecimentos da escadaria do Parlamento, encontrei-a ontem num blogue, o DELITO DE OPINIÃO.»
Ferreira Fernandes, Diário de Notícias
(Novembro 2012)

 

Conforme já tinha anunciado, vamos reunir numa colectânea alguns dos melhores textos publicados no DELITO, por escolha exclusiva dos autores que entenderam participar neste projecto. Esta obra surge em resposta a vários apelos de leitores, que queriam passar a ler-nos também em livro. E assinala a entrada, para muito em breve, do décimo ano de existência do nosso blogue.

O sistema que adoptámos para tornar possível esta antologia, que terá cerca de 260 páginas e chancela editorial da Bookbuilders, é o da subscrição. Ou crowdfunding, como agora se diz em "português técnico". Isto implica a existência de um número prévio de leitores inscritos, fazendo reserva de exemplares, para que a obra entre no mercado.

Esperamos um número mínimo de 160 subscritores, que passam a figurar como "apoiantes do DELITO" nesta iniciativa que a partir de agora deixa de ser só nossa e se torna também vossa.

No momento em que escrevo estas linhas, aproximamo-nos dos cem aderentes. Mas queremos que apareçam mais, daí o apelo que faço àqueles que ainda não se inscreveram: podem fazê-lo a todo o momento na loja virtual da Bookbuilders, especificando quantos exemplares pretendem, através de três modalidades de pagamento. Assim garantem o acesso a esta nossa primeira colectânea. E abrem o caminho a que outras apareçam.

Falo por mim e pelos meus colegas aqui representados: todos esperamos que gostem tanto de nos ler em livro como já demonstraram gostar de nos ler em blogue.

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Agradecimentos devidos

por Pedro Correia, em 07.12.17

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Ao Luís Novaes Tito, à Catarina Duarte, ao Pedro Oliveira, ao António Agostinho, ao Filipe Nunes Vicente e ao nosso JPT no seu blogue pessoal. A estes e a outros, na blogosfera e nas redes sociais, por ajudarem a promover e a divulgar a antologia DELITO DE OPINIÃO, editada em sistema de crowdfunding - espécie de mecenato em que os futuros leitores contribuem para que a obra se torne realidade.

E vai tornar-se mesmo. Com a ajuda destes nossos amigos e de muitos dos nossos leitores. Alguns dos quais já nos acompanham desde o início, há quase nove anos.

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DELITO de blogue a livro

por Pedro Correia, em 21.11.17

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Quase a entrar no décimo ano de publicação ininterrupta, o DELITO DE OPINIÃO passa enfim de blogue a livro. Está pronta a nossa primeira antologia de textos escolhidos pelos autores que entenderam participar nesta colectânea, com estilos e temas muito diferentes - afinal aquilo que fez e faz a identidade muito própria deste blogue, que resiste de boa saúde ao "fim da blogosfera" que alguns se apressaram a decretar urbi et orbi num anúncio que nós por cá desmentimos todos os dias.

Como a nossa série dos  blogonautas convidados bem demonstra: noventa já passaram por cá desde Março e vários outros estão a chegar.

Como as estatísticas deste blogue confirmam: ultrapassámos já um milhão de visualizações desde o início do ano ainda em curso.

 

O sistema que adoptámos para este livro, com 260 páginas e chancela editorial da Bookbuilders, é o da subscrição. Ou crowdfunding, como agora se diz em "português técnico". Isto implica a existência de um número prévio de leitores inscritos, fazendo reserva de exemplares, para que a obra entre no mercado.

Esperamos um número mínimo de 160 subscritores, que passam a figurar como "apoiantes do DELITO" nesta iniciativa que a partir de agora deixa de ser só nossa e se torna também vossa.

Contamos portanto com a vossa adesão para muito em breve passarem a ler-nos também em livro. O complemento natural ao blogue.

 

Prometo ir dando mais novidades sobre esta iniciativa. Entretanto podem desde já aderir, enquanto leitores "delituosos", na loja virtual da Bookbuilders. Para garantir o acesso a esta nossa primeira antologia. E abrir o caminho a que apareçam outras. Esperando que gostem tanto de nos ler em livro como já demonstraram gostar de nos ler em blogue.

 

 

ADENDA: neste momento há seis projectos em votação: qualquer deles pode ir por diante. O vosso apoio é fundamental para que o nosso avance. O mecanismo de apoio é simples: basta seguir o link e depois a página da Bookbuilders encarrega-se de explicar os passos necessários. Que tiver alguma dúvida, entre em contacto connosco.

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DELITO: oito anos de vida

por Pedro Correia, em 05.01.17

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O DELITO DE OPINIÃO nasceu a 5 de Janeiro de 2009. Faz hoje oito anos. Assumindo-se como "um blogue apostado na reflexão e na análise dos mais diversos temas relacionados com a actualidade, sem receio de exprimir convicções claras e fortes, nem de confrontar opiniões numa sociedade onde se regista um défice permanente de debate".

 

Continuamos como no primeiro dia: uma equipa plural, irreverente, solidária, robustecida por laços de cumplicidade que transcendem convicções ideológicas e opiniões políticas.

Continuamos atentos ao que se passa em Portugal e no estrangeiro. E atentos também aos nossos colegas: não passou um só dia sem citarmos outros títulos da blogosfera em rubricas permanentes como o Blogue da Semana ou a Ligação Directa (esta já com 933 entradas, cada uma alusiva a um blogue diferente).

Aqui trazemos também todos os dias - sem falhar, há quase quatro anos - uma sugestão literária. E trouxemos ainda 223 convidados especiais, numa iniciativa inédita que se prolongou por mais de um ano: cada um escreveu sobre o que quis, sem condicionamentos de qualquer espécie. Como se fossem qualquer de nós.

 

Alguns que formam hoje esta equipa tão heterogénea e diversificada chegaram como comentadores e não tardaram a integrar o elenco de autores, confirmando a nossa perspectiva inicial de que um blogue é uma espécie de edifício em permanente construção. Este carácter de perpétua infinitude, longe de ser um sintoma de fragilidade, é um sinal de robustez.

Porque um projecto destes só vale a pena se for assim: uma forma de criar elos com outros, pensem como nós ou pensem de modo diferente.

Elo - essa palavra tão portuguesa e simultaneamente tão universal. Três letras capazes de abraçar o mundo.

 

O nosso gosto de comunicar mantém-se incólume, a vontade de prosseguir é maior que nunca.

Creio falar em nome de todos os meus colegas ao fazer um balanço dos oito anos entretanto decorridos com esta frase singela e sincera: valeu a pena.

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1 milhão e 366 mil visualizações

por Pedro Correia, em 31.12.16

Encerramos o ano com 886.111 visitas e 1.366.058 visualizações. Prontos a começar mais um, nesta extensa caminhada que teve início em Janeiro de 2009. Uns vieram, outros partiram, mas o núcleo central permanece.

Aqui, no DELITO DE OPINIÃO, onde o único delito é não ter opinião alguma.

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Flamante Delito

por Rui Rocha, em 07.12.16

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Por ser verdade e me ter sido pedido, deixo nas linhas que se seguem, e para memória futura, público testemunho dos principais pontos analisados, com profundidade desigual mas constante brilhantismo, no jantar do Delito de Opinião que ontem decorreu algures em Lisboa.

Presentes, para além deste vosso servidor, a Teresa Ribeiro, a Ana Vidal, a Isabel Mouzinho, a Francisca Prieto, a Marta Spínola, o Luís Naves, o Diogo Noivo, o Zé Navarro, o Luís Menezes Leitão, o Fernando Sousa e o Pedro Correia. Perguntados, todos aos costumes dissemos nada.

Os trabalhos iniciaram-se com uma sempre salutar comparação entre Lisboa e Porto, as características dos habitantes locais, os modos de vida, os aporrinhamentos e as consumições. Estando algo distraído com a escolha do prato principal, imagino que o Porto tenha aqui obtido larga vantagem. Parece-me bem. Falou-se ainda sobre o Alentejo em geral e sobre uma célebre manifestação em que se exigia a abertura de um teatro em Barrancos. Todavia, vendo o que aconteceu ao Henrique Raposo quando cometeu prosa sobre o tema, entendo que o que a este respeito se passou na mesa ali deve ficar.

Ao contrário, quando se trata de abastecer o depósito, não se deve ficar aqui e nem sequer em Badajoz. O Diogo Noivo, que tem nesta matéria abundante experiência, confidenciou que os postos de combustível raianos alinham os preços pelos que se praticam do lado de cá. Se queremos abastecer bem devemos adentrar o país vizinho e fazer mais uns quilómetros. Com a devida licença do Ministro Caldeira Cabral, o Diogo mandou-nos a Mérida.

E falámos de Sócrates. O veredicto foi claro. O programa do seu 1º governo constituiu um dos melhores diagnósticos das necessidades reais do país. E sim, se não soubéssemos do resto, uma parte substancial do primeiro mandato mereceria uma nota positiva. Todas estas conclusões, que também subscrevi, foram postas em cima da mesa ainda antes de ser aviada pelos presentes a primeira garrafa de vinho, o Luís Lavoura caia já aqui redondo no chão se isto não for verdade.

De Sócrates saltámos para os mass media o que vale por dizer que fomos do lume para a frigideira. Da frigideira foi precisamente de onde nos chegou o bife que despachámos com regimental aprumo e galhardia. O Zé Navarro desenvolveu uma elaborada teoria das fontes jornalísticas. Em resumo, para que brote água é preciso que a fonte queira lixar alguém.

Na vertente internacional, decidiu-se por unanimidade e aclamação que Trump é estúpido, que a Hillary fez uma má campanha e que os americanos não gostam dela. Não foi todavia possível chegar a consenso relativamente ao facto de os resultados das eleições terem sido determinados por os americanos serem intrinsecamente bimbos. Iniciou-se a este propósito uma acesa polémica que evoluiu para uma profunda análise antropológica do homem branco e pouco instruído residente no município de Odivelas. O chamado Homem de Rust-Velas.

Continuou a discussão em direcção a Leste, sempre procurando o necessário equilíbrio geopolítico. Praga ou Budapeste? Pois divisão de opiniões. Que Praga, defendeu a Ana Vidal, não desfazendo. Que Budapeste, insurgi-me eu, creio que acompanhado pelo Luís Naves que tem com a Hungria certa afinidade.   Na dúvida, acabou por assentar-se, até nova ronda negocial, em recomendar-se a visita das duas. Praga no Inverno e Budapeste no Verão. Registe-se, em todo o caso, o voto de vencido do Zé Navarro que entre uma e outra gritava Nápoles.  Por mera coincidência, tais entusiasmos acabaram por ocorrer em momentos em que a baliza defendida pelo Ederson se encontrava em perigo, circunstância que levou o Luís Naves a exigir que se lavrasse protesto escrito pela falta de patriotismo do Zé. Sobre a Hungria e com relevância, ficámos ainda a saber que não há especial inconveniente em entrar num novo ano subidos a uma cadeira desde que o momento seja seguido pela entoação do hino húngaro.

Houve mais? Seguramente. Mas como disse Zeinal Bava a Mariana Mortágua na Comissão de Inquérito, “não me lembro”.  E com dizer “não me lembro”, defende o Zé Navarro, Bava disse tudo para quem o quisesse ouvir. Tal como eu aqui. Agora, que prestámos uma singela homenagem a Fernanda Tadeu pendurando os nossos casacos nas costas das cadeiras, isso não vos posso esconder.

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