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Os pontos da discórdia

por Rui Rocha, em 06.02.12

Na sequência das declarações em que António José Seguro afirmou não concordar com alguns pontos do Memorando de Entendimento com a Troika, estamos em condições de informar os leitores que os pontos em causa são os que se encontram assinalados com a bolinha vermelha no texto infra. O observador mais atento notará que se trata, em todos os casos, de pontos finais.

 

A repartição da dívida grega

por Rui Rocha, em 17.01.12

Nas bancarrotas, a questão não é saber se alguém vai pagar. Na verdade, a única dúvida é sobre quem vai pagar:

 

Os caminhos do euro

por Rui Rocha, em 16.01.12
 
Fonte: FT.com

O ano começa bem

por Luís Menezes Leitão, em 03.01.12

 

Grécia sairá do euro se não receber mais 130 000 milhões.

 

Juros de Portugal e Espanha sobem em todos os prazos.

 

Há mais cotadas portuguesas de malas feitas para a Holanda.

 

Metro de Lisboa poderá não pagar dívidas "se Governo não tomar medidas extraordinárias".

 

Perante estas notícias que constantemente surgem, os diversos governantes da Europa limitam-se a fazer discursos apelando à mobilização dos cidadãos. A mim lembram-me aqueles que continuaram a tocar violino enquanto o Titanic se afundava.

O euro

por Luís Menezes Leitão, em 02.01.12

 

Foi há dez anos, no início de 2002, que recebemos as primeiras notas e moedas de euros, embora o euro já existisse como moeda escritural desde 2000, funcionando as antigas moedas nacionais como suas divisões. Lembro-me perfeitamente da euforia com que os euros foram então recebidos pelos portugueses, que passariam a ter uma moeda aceite em toda a Europa. O problema foi o que veio a seguir. Os preços dos produtos dispararam, mas ninguém deu por isso, deslumbrado com o crédito fácil que a baixa das taxas de juro tinha proporcionado. As pessoas endividaram-se brutalmente, ficando completamente arruinadas. E o país teve uma década sem crescimento económico, que conduziu as contas públicas ao descalabro actual. E o pior de tudo isto é que o colapso do euro, ou o seu abandono por parte de Portugal, seria um cenário catastrófico, com consequências imprevisíveis. A posição de Portugal em relação ao euro neste momento lembra aquele célebre dito dos brasileiros: "Se fugir, o bicho pega. Se ficar, o bicho come". Aguardam-se as cenas dos próximos capítulos.

A solução é sair de Portugal

por Luís Menezes Leitão, em 18.12.11

 

Depois de o nosso Primeiro-Ministro ter dado aos professores portugueses o sábio conselho para emigrarem rapidamente para terras de África ou do Brasil, agora são os ingleses que já aprovaram um plano de emergência para retirar os britânicos de Portugal em caso de bancarrota do país. Este é um bom retrato do país nesta segunda década do séc. XXI. Os estrangeiros vão ser retirados rapidamente para os seus países, mulheres e crianças primeiro. E quanto aos portugueses, resta-lhes emigrar para terras longínquas, já que a Europa foi chão que deu uvas. Acho que só atravessámos situação pior do que a dos tempos actuais quando Portugal sofreu o terramoto de 1755. Com a diferença de que hoje não temos nenhum Marquês de Pombal.


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