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Está tudo dito

por Rui Rocha, em 09.08.15

Benfica teve medo do Sporting.

Jorge Jesus na flash interview

 

Entrámos receosos.

Rui Vitória na flash interview

Frases de 2015 (23)

por Pedro Correia, em 16.06.15

«É um prazer enorme representar o Benfica, darei a vida por este clube.»

Rui Vitória, ontem, ao ser apresentado como sucessor de Jesus

A Vitória chegou a bom porto

por Sérgio de Almeida Correia, em 17.05.15

Águila_Vitoria_del_Benfica.jpg Sport Lisboa e Benfica

Bicampeão Nacional de Futebol

Época 2014/2015 

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Profetas da nossa terra (62)

por Pedro Correia, em 22.01.15

«Seguimos todos os jogadores que emprestamos e temos a ambição de vê-los evoluir para voltarem a casa. É esse o caso de Bernardo Silva.»

Luís Filipe Vieira, 22 de Outubro de 2014 (três meses antes de mudar de opinião)

Que será feito do Serrão?

por Sérgio de Almeida Correia, em 15.12.14

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Quando Jesus não inventa os milagres podem acontecer. Desta vez foi o velho Lima que chegou para as encomendas. Como diria um ex-treinador portista, os de azul não foram suficientemente competentes. Fosse a defender ou a finalizar.

Mas é óbvio que isso não retira mérito a quem soube esperar pela hora de atirar aos coelhos na sua própria toca. Nem faz esquecer a triste campanha europeia de 2014.

Apesar de tudo, alguma normalidade

por Rui Rocha, em 27.11.14

O maior banco privado falido, o banqueiro dono disto tudo arguido em processos cabeludos, o antigo primeiro-ministro em prisão preventiva, Alberto João Jardim como paladino dos Direitos Humanos... Hmm. Felizmente, o Benfica está novamente fora da Champions para termos alguma percepção de normalidade. 

Inqualificável

por Rui Rocha, em 01.10.14

Na Champions os adversários do Benfica acabam os jogos com onze.

Profetas da nossa terra (51)

por Pedro Correia, em 25.08.14

«Nélson Oliveira vai ser o futuro da selecção. Disso não tenho dúvida.»

Jorge Jesus, 10 de Fevereiro de 2012

Benfica não será dividido em dois bancos

por Rui Rocha, em 03.08.14

Especialistas ponderaram separação entre banco bom e banco mau mas só encontraram Artur, Luís Felipe e Talisca.

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Tempos de descrença

por Rui Rocha, em 02.08.14

Jesus derrotado, Espírito Santo afunda.

Depois de mais um dia negro

por Rui Rocha, em 02.08.14

Governo pode anunciar intervenção do Estado no Benfica a qualquer momento.

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Profetas da nossa terra (40)

por Pedro Correia, em 23.06.14

«Oblak ainda não é um guarda-redes pronto para representar o Benfica.»

Jorge Jesus, 5 de Julho de 2013

É tudo um problema de gestão

por Sérgio de Almeida Correia, em 15.05.14

 

Começa a parecer um caso bicudo, mas não creio que seja. Nem se trata de qualquer "maldição" ou de um problema de sorte. Tudo se resume a um problema de gestão. Não da que estão a pensar. De gestão de activos, é claro, porque oportunidades de golo e grandes penalidades também são activos, mas também de expectativas, de emoções, de substituições e de cartões. Parabéns ao Sevilha, em especial ao Beto pelo jogo que fez. Também ao Maxi Pereira, que correu que nem um cavalo, criou oportunidades e fez a equipa mexer-se. Quanto aos outros, espero que domingo rectifiquem o resultado da época passada e aproveitem as férias para ver uns vídeos. Há para aí alguns sobre a melhor forma de marcar grandes penalidades sem displicência na hora da verdade.          

Depois de tudo o que se disse e escreveu...

por Sérgio de Almeida Correia, em 14.05.14

... inclusivamente aqui, não deixa de ser irónico que o clube com mais pré-convocados para a selecção nacional de futebol seja o SLB, e nenhum deles naturalizado. O que acontece depois de, para quem anda desatento, nos últimos três anos ser já o clube com mais títulos nos escalões jovens e de ter sido o primeiro clube português a atingir a final da "champions" dos pequeninos, onde perdeu com o Barcelona depois de ter eliminado o Real Madrid. Prova de que é no presente que se rectificam os erros do passado e se constrói o futuro.

A contar pelos dedos

por Sérgio de Almeida Correia, em 08.05.14

Um e um já são dois? Eles já têm dois títulos esta época? E ainda estão em duas provas? O melhor é ligar ao Manuel Serrão para confirmar.

Ainda a recuperar

por Sérgio de Almeida Correia, em 03.05.14

"Diego Armando Maradona, presente allo Juventus Stadium per la semifinale di Europa League Juventus-Benfica, ha esultato per la qualificazione dei portoghesi in finale confermando le dichiarazioni del suo avvocato Angelo Pisani ai nostri microfoni in esclusiva (clicca qui per leggerle)."

 

O que vale é que eles têm sentido de humor e não desatam a partir bombas de gasolina e a ocupar praças para impedirem os outros de festejar.

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Crónica do jogo

por Sérgio de Almeida Correia, em 02.05.14

(foto: Il Gazzettino)

 

"Schiera una squadra tecnica, il Benfica inizia aggredendo la Juve e non rinuncia mai a giocare la palla. Grande prova tattica con l'uomo in meno."

"I campioni di Portogallo sono un’ottima squadra, non solo furba: sarebbe servita la miglior Juve."

"The bianconeri were playing for a chance to contest the final at their own stadium, but couldn't score against a Benfica team that defended expertly, even with nine men." 

 

A melhor classificação de sempre no ranking da UEFA, desde a sua criação em 1979. Os melhores números de sempre no ranking de clubes, com Portugal a ocupar o quarto lugar do ranking de países, à frente da Itália, que precisava da vitória da Juventus para manter a posição.

A jogar com 10, como começa a ser hábito, e depois com 9, devido à grave lesão de Garay, o Benfica despachou o milionário campeão italiano, que viu o Benfica em sua casa, com toda a classe, fazer o jogo que a celebrizou. E nem mesmo os quase 8 minutos de desconto que o árbitro deu chegaram para violar as redes de um seguríssimo miúdo de 21 anos que defende as balizas do Benfica. Como disse Jorge Jesus, não foi a jogar contra equipas de segunda linha que o Benfica conquistou a segunda final europeia em anos consecutivos. Nos últimos dois anos, e com excepção da final de Amesterdão, entre outros que surgiram pelo caminho, o Benfica mandou para casa ingleses, franceses, turcos, gregos, holandeses e italianos.

Eusébio e Coluna celebram lá em cima. Nós cá em baixo. Turim não mais esquecerá esta equipa porque a Europa faz parte do seu código genético.    

Ano de prodígios

por João André, em 23.04.14

Agora que a poeira vai assentando, a Praça do Marquês terá sido limpa (e restaurada) e o PIB já aumentou em 5 pontos percentuais, deixo uma reflexão sobre o título do Benfica.

 

Há cerca de um ano andei dividido sobre o que pensar sobre Jorge Jesus. Procurei inclusivamente um comentário que tenho a ideia de ter feito para ver se eu teria defendido a sua saída ou permanência, mas não o encontrei. Sei que na altura via duas opções: a) reconhecer que Jesus tinha feito imenso pelo Benfica, especialmente pelo seu modelo de negócio, valorizando jogadores e praticando um futebol de ataque e entusiasmante ou; b) aceitar que perder os três troféus tão perto do fim (nas competições e jogos) demonstrava falta de espírito vitorioso e se arriscava a perder o balneário (como o incidente com Cardozo indiciava).

 

Tenho a ideia de ter defendido que Jesus deveria sair. Não acreditava que fosse capaz de ganhar de volta um balneário que quase não tinha mudado. Também tinha dúvidas que, tanto tempo depois, soubesse adaptar o seu jogo e ser capaz de "fechar o jogo" quando necessário, sem procurar mais um golo. Neste momento parece óbvio que eu estava errado ao pensá-lo.

 

Jesus teve no entanto ajuda. Por um lado a direcção - Vieira, Rui Costa ou outros - terão ajudado a manter o balneário unido e a acalmar os ânimos na sequência do caso Cardozo. Isso ajudou a apaziguar o balneário. Por outro lado, a injecção de novos jogadores criou mais competição e trouxe novos elementos sem passado com Jesus. Para eles o Benfica surgia como uma rampa de lançamento (Marković), uma nova oportunidade (Sílvio, Sulejmani), ou um passo em frente (Fejsa, Siqueira). A isto acresce outro elemento: a lesão de Cardozo deu a oportunidade a Jesus de apostar em Rodrigo, com dois benefícios: um futebol mais móvel e com maior capacidade de pressão, e o lançamento de (mais) um jogador de enorme qualidade. Também de notar foram as lesões a alguns jogadores. A de Cardozo, a de Sálvio (um jogador notável, mas que deu a oportunidade a Marković para brilhar) e uma ou outra que obrigaram Jesus a ver as vantagens da rotação (Rúben Amorim, André Almeida, Sílvio, André Gomes ganharam minutos graças a isso).

 

A última ajuda, ainda que uma que nenhum benfiquista queria alguma vez receber, foram as partidas de Eusébio, primeiro, e Coluna, depois. O Benfica até então jogava um futebol bom, com algum empenho às vezes e cuidado noutras. Após a partida dos dois monstros sagrados, o Benfica uniu-se como nunca antes. Os jogadores passaram a jogar para os dois (especialmente Eusébio, que conheciam) e a aplicar-se tanto no domínio como no controlo dos jogos. A injecção anímica resultante daquela semana consolidou o grupo e fez do Benfica mais equipa, sendo até capazes de superar a partida de Matić, o melhor jogador da equipa (na minha opinião).

 

A época ainda não terminou, naturalmente. Há mais três troféus para jogar. Depois de perder a oportunidade (algo quimérica) de jogar uma final europeia no seu estádio, o Benfica tem esta semana a oportunidade de negar a mesma oportunidade à Juventus. Se o Benfica acabar por vencer a Liga Europa (eu ainda considero a Juventus favorita e mais equipa) bem poderá agradecer a Eusébio outra coisa: a conversa que terá tido "lá em cima" com Guttmann a pedir-lhe que levante a maldição. Em ano de ressurreição de Jesus e morte dos monstros sagrados, não haveria melhor fim de época para o Benfica.

Agora é que o PIB vai disparar

por Pedro Correia, em 21.04.14

O Benfica sagrou-se finalmente campeão, quatro anos depois, embora com a equipa menos portuguesa de sempre. Excelente notícia para o Governo, segundo a lapidar definição do doutor Mexia da EDP, que já há um ano suspirava por esta vitória: "Era bom para Portugal que o Benfica fosse campeão, isso teria um efeito positivo no produto interno bruto." 

Campeão

por Patrícia Reis, em 20.04.14

Sabes, não gosto de futebol. Pouco importa. Fico contente porque o teu Benfica é campeão.

Tu ficarias. Feliz e com a cara cheia de uma comoção contida.

Tu eras um homem contido e bom.

Quando a tua equipa entrou em campo, nós reunimo-nos na igreja dos Salesianos, celebrámos a Páscoa e os sete dias da tua morte.

Por fim, a tua mulher chorou.

Como águias, os teus filhos, ali perto da mãe.

A tua mãe, o teu pai, a tua irmã, o teu irmão, os teus sobrinhos e o resto da família e amigos, todos alinhados numa dor que não conheciam antes. E eu com eles, a querer chorar mais um pouco e sem ser possível.

Li o texto que escrevi e, prometo, não gozei, não disse nenhum disparate de maior e tão-pouco proferi o tal palavrão que me alivia as horas mais difíceis.

Deves ter achado que estava muito séria, o meu coração do tamanho de uma ervilha e ainda as palavras da Paula

 

Eu estava à janela e vi-o a jogar futebol com uns amigos. Não o conhecia, mas era urgente conhecer. Foi amor à primeira vista.

 

E foram trinta anos de cumplicidades, eu sei.

Não devias ter ido tão cedo, sabes?

Ninguém queria o teu sofrimento, é evidente, e a morte pode ser alívio. Mas hoje, com sessenta e cinco mil pessoas na Luz a festejar um jogo que eu não entendo, só consigo imaginar-te numa nuvem a sorrir e a brindar.

Estejas onde estiveres, peço-te, não faças maratonas de playstation, ok?

Pronto. Vai lá celebrar e toma conta dos teus e de mim enquanto aí estás.

Um beijo grande daqui para aí.


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