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Leitura obrigatória

por Jorge Assunção, em 14.09.09

Without painful overhauls, euro-zone countries such as Spain, Italy, Greece and Portugal seem set for years of meager growth, making their debts harder to pay.


3 comentários

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De PR a 14.09.2009 às 21:37

Bom artigo.

Agora expliquem-me como ainda querem investir milhares de milhões em comboios em vez de investir na competitividade dos países (mais e melhor formação, melhor máquina tributária e combate à fraude fiscal, apoios ao turismo e industria do mar, etc ). Quando teremos governantes que investem no médio /longo prazo e não olham apenas para o curto prazo.
Tenho orgulho de dizer que Portugal tem uma das melhores unidades de investigação de polímeros da Europa mas estar-me-ei a marimbar se tivermos o comboio de passageiros mais rápido da Europa. Para quê? Para ir a Madrid? Para ir de Lisboa ao Porto? E quanto tempo demora uma viagem de Lisboa a Castelo Branco de comboio? E o transporte de mercadorias? E os nossos portos? Melhorar por aí, sim, seria tornar-nos competitivos.

O fado já poucos o cantam, Fátima está no sitio, vai-nos safando o futebol...

Quanto a nuestros hermanos , não se pode crer em tudo o que se lê. 60% das notas de 500€ andam por lá. De certeza que não será para comprar o jornal ou pagar o cortado.
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De Jorge Assunção a 15.09.2009 às 01:54

"Quanto a nuestros hermanos , não se pode crer em tudo o que se lê. 60% das notas de 500€ andam por lá. De certeza que não será para comprar o jornal ou pagar o cortado."

Também não é para comprar casas (eu colocava o link do artigo, mas não o encontro):

"To put things in perspective, Spain now has as many unsold homes as the US, even though the US is about six times bigger. Spain is roughly 10% of the EU GDP, yet it accounted for 30% of all new homes built since 2000 in the EU. Most of the new homes were financed with capital from abroad, so Spain’s housing crisis is closely tied in with a financing crisis."

Mas sabe que a questão da economia informal não é desconhecida por parte daqueles que analisam a situação espanhola. Como pode ler aqui (numa justificação acertada do porquê que a subida de impostos de Zapatero não é solução para nada):

"Secondly, the biggest unspoken issue we are seeing in one economy after another is the retreat of a lot of activity back into the informal sector. So called economic “greying”. Just look what is happening to revenue in Italy. Again, we have seen this happening throughout the East. The contractions in the Baltics are nowhere near 20% in my view (although they are, of course, very large), people simply are declaring less and less. This is a problem the IMF are struggling with day in and day out in Latvia. But this whole process makes things very difficult for government finances, as we are seeing. More tax increases on the very rich and professional middle classes will be entirely unproductive as they will only accelerate this process."

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