Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Uma dúvida

por Paulo Gorjão, em 30.08.09

O que farão os apoiantes de Manuela Ferreira Leite, que andam por aí a dizer de José Sócrates e do PS o que Maomé não disse do toucinho, se a líder do PSD aceitar fazer parte ou liderar um governo de Bloco Central? Nesse mesmo dia demitem-se do PSD (ou assumem a ruptura, no caso dos independentes), ou é apenas mais um sapo -- a juntar a outros -- que engolirão em nome do acesso ao poder, a bem de Portugal, claro?

P.S. -- Sobre o Bloco Central, mais algumas notas aqui.


2 comentários

Sem imagem de perfil

De Ana Paula Fitas a 30.08.2009 às 19:45

Fiz link no A Nossa Candeia. Obrigado. :)
Sem imagem de perfil

De Ana Mestre a 30.08.2009 às 20:53

Palavras de MFL:
A líder do PSD sublinhou hoje "o sabor amargo da oportunidade perdida" com que se chega ao final da legislatura, durante a qual o Estado se transformou numa máquina ao serviço do poder e se criou um ambiente de intriga.

"Chegamos ao fim desta legislatura com o sabor amargo da oportunidade perdida, dos combates desgastantes e, quantas vezes, estéreis", afirmou a líder social-democrata, Manuela Ferreira Leite, no encerramento da Universidade de Verão do PSD, num discurso que marca a 'rentrée' do partido
Num discurso duro, repleto de críticas à governação socialista, Manuela Ferreira Leite criticou a transformação do Estado numa máquina ao serviço do poder, fazendo ainda alusão ao "ambiente de intriga" e à diluição de pilares da sociedade como a família e o casamento, numa clara alusão às leis aprovadas pelo PS, nomeadamente a lei do Divórcio.
"Nestes quatro anos e meio, o Estado transformou-se de modo insustentável numa máquina ao serviço do poder e dos que o ocupam, dos que protege e dos que lhe são submissos, com raras e honrosas excepções que só confirmam a regra", sublinhou.
Por outro lado, acrescentou, "criou-se um ambiente de intriga e de falsas verdades, diluíram-se pilares da sociedade como a família e o casamento, para impor a vontade da lei onde devia prevalecer a liberdade individual", a coberto de "proteccionismos pseudo-esclarecidos" e entrando-se no "declínio e na erosão dos valores cívicos e éticos".
"Chegámos ao fim de uma legislatura dominada pela prepotência de uma maioria absoluta que não soube aproveitar as extraordinárias condições que dispôs para governar", salientou.
Enquanto isto, o PSD "aguentou todos os ataques, insinuações, senão mesmo muitas mentiras", enfatizou a líder do PSD, recordando que o partido foi o primeiro a "revoltar-se contra o clima de asfixia democrática".
"Assistimos também à aprovação de leis em clima de confronto, às vezes mesmo de provocação, quando devia mobilizar as principais forças políticas, acolhendo sugestões e aperfeiçoamentos que muito teriam contribuído para uma execução justa ou isenta de dúvidas", frisou, lembrando ainda "emenda precipitada" e os "recuos" que muitos diplomas conheceram.
A "tensão social e a crispação" mereceram igualmente uma nota da líder do PSD, que considerou que o nível atingido só teve paralelo com na "arrogância" do Governo, indiferente a todos os sinais.
Também o debate político atingiu "níveis de agressividade nunca visto", prosseguiu Manuela Ferreira Leite, considerando que "a manipulação ou a gestão política dos anúncios ou dos dados políticos passou os limites do tolerável".
Uma situação agravada, segundo a líder social-democrata, com a chegada da crise que levou à subida do "tom insidioso, de ameaça e as tentativas desesperadas, primeiro de maquilhar, depois de aparecer como vítima".
"É tempo de mudar de página", defendeu.

Diário Noticias

Comentar post



O nosso livro



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.




Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2019
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2018
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2017
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2016
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2015
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2014
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2013
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2012
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2011
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2010
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2009
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D