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Passo a passo

por Teresa Ribeiro, em 08.01.16

 

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Depois dos hijabs serão os nikabs e depois dos nikabs as burkas a inspirar os estilistas ocidentais? Todos sabemos que estas vestes não são  inocentes. Foram concebidas por homens que segregam mulheres e agora temos que levar com isto, com dress codes humilhantes a desfilar nas passerelles das nossas mecas da moda? Era só o que faltava! 

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35 comentários

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De lucklucky a 08.01.2016 às 13:02

Têm de levar, agora o marxismo de que tanto gostam está aliado ao islamismo depois do colapso de mais um socialismo, o Árabe. A verdade hoje é uma fobia...

PS: significativo o silêncio no Delito especialmente dos pro imigrantes e das mulheres sobre o que se passou por boa parte da Europa. Fossem claques de futebol e teríamos posts e posts . Marxismos.
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De singularis alentejanus a 08.01.2016 às 15:30

Sublinho e concordo com o seu P. S. .
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De Teresa Ribeiro a 08.01.2016 às 15:43

Por uma vez dou-lhe razão, Lucky. O que se passou com as mulheres em Colónia e noutros pontos da Europa não teve o impacto público que seria de esperar. No mínimo é inquietante.
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De singularis alentejanus a 08.01.2016 às 17:16

Sobre o caso de Colónia pergunto: onde estão os SOS Racismo, Movimento Democrático das Mulheres, etc, etc, que não os ouvi ou li em lado algum? Se alguém souber agradeço que informe.
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De lucklucky a 08.01.2016 às 22:19

O SOS Racismo e o Movimento Democrático das Mulheres não existe para proteger as mulheres ou para protestar contra o racismo existe para atacar o Ocidente.
Se o ataque racista/sexista não é de alguém que possa ser identificado como capitalista contra um que possa ser identificado como não capitalista não interessa, não existiu, é varrido do mapa.

É a mesma razão porque a Esquerda Marxista está-se nas tintas para os Palestinianos que não são mortos pelos Israelitas e está-se nas tintas para os Judeus que não são mortos pelos Nazis.
Na verdade a Esquerda Marxista não tem causas, a única causa é o poder. São apenas vítimas para serem usadas para ganhar o poder.

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De vítor a 08.01.2016 às 13:30

É o que nós temos andado a pedir, que é como quem diz, a tolerar.
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De jo a 08.01.2016 às 13:32

Quer goste ou não é a logica do sistema:
Se há compradores há vendedores. Isto aplica-se a tudo.

Os países onde se usam estes lenços são grandes aliados dos nossos e fazem-se excelentes negócios com eles.

Não vejo que isto seja mais chocante do que vender armas a ditadores, por ex.
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De Teresa Ribeiro a 08.01.2016 às 15:34

O tráfico de armas é um crime, quanto a isso não há discussão. Não percebo o paralelo.
No caso que aqui refiro ainda há muito a discutir.
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De não acredito... a 08.01.2016 às 14:26

Quero as mini-sais mais curtinhas já !!!
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De kika a 08.01.2016 às 14:28

Preparem-se minhas senhoras essa vai ser não só moda
como uma forma de nos proteger da barbárie .
Depois do terror em Colonia seguiu-se Zurich e Berna
E não nos dizem tudo para não incomodar a "cultura" desses
animais. Penso que que em breve vamos ser também apedrejadas
na via pública . Estou simplesmente aterrorizada.
A Europa está perdida . É a resposta á nossa tolerância e generosidade
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De Teresa Ribeiro a 08.01.2016 às 15:45

Observo estes "incidentes" e só me vem à lembrança o livro do Houellebecq...
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De kika a 08.01.2016 às 16:31

Comprado mas ainda não tive tempo para o ler
mas já li algumas passagens.
Peço desculpa de voltar sempre a referir-me a Oriana Fallaci
que sentiu tudo isto muito antes de todos os outros.
Sou normalmente uma pessoa tolerante mas neste caso
vou virar radical e activista .
O lugar destes animais é no deserto em companhia dos camelos
Coitados dos camelos.... Mas nunca no meio da civilização .
A minha revolta é proporcional a este intolerável terror.
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De Luís Lavoura a 08.01.2016 às 14:51

A Teresa não suposta a liberdade de cada uma se vestir como quiser.
Para ela, tem que haver um dress code, feito e imposto por mulheres, que obrigue as mulheres a não taparem nem mais um centímetro quadrado do que aquilo que são autorizadas a tapar.
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De Teresa Ribeiro a 08.01.2016 às 15:40

Está visto que é da liberdade de impor às mulheres o que hão-de vestir que o Lavoura mais gosta. Topa-se à légua.
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De Luís Lavoura a 08.01.2016 às 15:46

Nem por sombras, Teresa. Eu sou a favor da liberdade de elas se vestirem como quiserem. Desde que tenham as vergonhas tapadas, tudo bem por mim. Quanto ao resto, por mim podem tapar tudo o mais que quiserem, ou deixar de tapar o que não quiserem. E se quiserem de andar de niqab ou burca, por mim tudo bem. Já por mais de uma vez falei, tanto em Portugal como no estrangeiro, com mulheres que só tinham os olhos à mostra, e não me fez mossa nenhuma.
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De lucklucky a 08.01.2016 às 22:22

"As vergonhas tapadas"

Fascinante...
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De Luís Lavoura a 08.01.2016 às 14:52

Vi as fotografias e acho que alguns dos niqabs são bem bonitos e elegantes. Não duvido que encontrarão bué de compradoras. A Dolce & Gabanna vai ter muito sucesso. Foi um bom investimento dela.
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De kika a 08.01.2016 às 16:51

Depois de terem escapado por pouco à prisão por
fuga ao fisco não me parece que o sucesso os espera.
As italianas estão fartas do que se passa em Itália com
estes pobrezinhos que andam a fugir de uma guerra para
logo a seguir começar outra.
Para mim os D&G nunca terão o nível de um YSL, Armani ou Valentino
( alta costura que infelizmente nunca fez parte do meu roupeiro ).
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De vítor a 08.01.2016 às 14:56

É o que nós temos andado a pedir, que é como quem diz, a tolerar.
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De J. Ventura a 08.01.2016 às 16:03

Quando penso na quantidade de absurdos delirantes que já vi nas passereles , nas raríssimas vezes em que olhei para elas , não tenho crítica nenhuma a fazer à inclusão dos trajes que as muçulmanas preferem ou são obrigadas a preferir. É mais uma oferta , desde que as mulheres por cá não sejam constrangidas , por mais do que as suas vaidades , a usar isto ou aquilo , acho bem que desenhem e mostrem roupa de toda a espécie. Acho que é possível separar um traje das suas implicações políticas ou religiosas ( a menos que a semiologia e o activismo político sejam o nosso modo de vida) e parece-me que ainda hei-de ouvir um católico a protestar contra o excesso de modéstia dos trajes típicos muçulmanos.
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De Teresa Ribeiro a 08.01.2016 às 17:08

Ao escrever que não tem nada contra a roupa "que as muçulmanas preferem ou são obrigadas a preferir", diz tudo.
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De Anónimo a 08.01.2016 às 17:33

Sim , mas o facto de haver sítios e culturas em que isso acontece (e não nego de modo nenhum a ameaça islâmica à Europa ) não quer dizer que as roupas ou a sua divulgação obriguem alguém a usá-las , não é? Ou só porque há mulheres que não têm escolha devemos banir ou condicionar o objecto , neste caso o vestido?
O problema insolúvel do choque entre Islão e Europa vem da demografia , que está num patamar um pouco acima da moda , e é possível que daqui a 50 anos a maioria das mulheres europeias que vai rezar e às mecas da moda prefira usar lenços e túnicas e esse género de coisas.
Não adiantamos nada ao tentar contrariar manifestações de diferença como os vestidos em si, o que convém é afirmar a nossa liberdade de escolher , vestir , dizer e fazer conforme o que nos parece melhor. Liberdade que que eu veja ainda não está a ser assaltada,pelo menos em Portugal.
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De J. Ventura a 08.01.2016 às 17:40

Onde se lê "que vai rezar e às mecas da moda" , deve ler-se "que vai rezar às mecas da moda".
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De Teresa Ribeiro a 10.01.2016 às 10:51

Se desenhar linhas para estas vestes não é compactuar com o conceito, o que será?!
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De jj.amarante a 08.01.2016 às 16:22

Tem razão no que diz mas acho irónico que tenha usado a expressão popular "as nossas mecas da moda", andei a ver se encontrava alguma expressão equivalente e tive dificuldade, quer santuário quer altar da moda seria muito religioso. E meca da moda é adequado porque dá uma ideia de obrigação de peregrinar até lá sem se notar muito na submissão à moda que a expressão implica.

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