Sócrates cada vez mais me faz lembrar aqueles estudantes cábulas, que na hora dos apertos nada conseguem fazer senão copiar os outros. A cópia, naturalmente, é inferior ao original.
Tudo isto é ridículo. Os 200 euros não aliciam ninguém a ter filhos, e ainda menos se só podem ser levantados 18 anos depois. Os pouquíssimos jovens que nascerem por esta razão terão, quando muito, um dinheirinho extra para a viagem de finalistas.
Eu sei que não percebo nada destas coisas complicadas, mas se Sócrates tem assim tanta vontade de premiar os nascimentos, não faria mais sentido (e teria menos ar eleitoralista) ajustar o abono de família? É que se dividisse estes 200 euros por cada mês dos 18 anos, já poderia aumentar a mensalidade em... 93 cêntimos.