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Passo a anunciar...

por João Carvalho, em 22.07.09

... por minha conta e risco. Situação actual da gripe A em Portugal:

a) 161 infectados – dizem as notícias mais recentes;

b) cerca de dez milhões não-infectados – digo eu.

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26 comentários

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De Nuno Pereira a 22.07.2009 às 09:04

Ó João você nunca anuncia boas novas! é um pessimista por natureza.
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De João André a 22.07.2009 às 09:11

Sinceramente que ainda não percebi os seus posts sobre a gripe. Onde quer chegar? O que pretende dizer é que a gripe está a ser exagerada?
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De João Carvalho a 22.07.2009 às 09:55

Exagerada, a gripe? Nem pensar. Veja só: hoje vamos em 161 casos de infecção, nenhum deles bem sucedido e descontado.
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De João André a 22.07.2009 às 10:51

Meu caro, não se anunciam os que foram curados tal como nos balanços anuais de tuberculose não se anunciam os que foram curados. Os restantes dados sobre mortalidade e velocidade de propagação é o que conta. É uma questão de dados de epidemiologia, nada mais. É assim que funciona.

E se acha que os valores são baixos, comece a extrapolar os valores cumulativos até ao Outono. Ou para a possibilidade de infectados totais já contando com o período de Outono e Inverno. Se eu der como possível a infecção de um total de 15% da população portuguesa (e estou a cerca de metade de muitas previsões) e mantendo-se a actual taxa de mortalidade (0,6%, mas pouco provável de se manter, uma vez que chegando o frio o sistema imunitário fica mais debilitado e a mortalidade aumentará) chegaremos a 9 mil mortes. Isso daria segundo as forma de fazer contas ainda cerca de dez milhões de sobreviventes e 8,5 milhões de não infectados não é verdade?

Se formos por essas contas não há problema nenhum com as guerras, afinal de contas, apesar da II Guerra Mundial, até sobreviveu muita gente. Terão morrido 70 milhões? Não há problema. Existiriam cerca de 2300 milhões de pessoas em 1940 e morreram 70 milhões. Sobraram ainda 2230 milhões. Olhe, 99,7% sobreviveram. Tanto barulho para nada, não é?
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De João Carvalho a 22.07.2009 às 15:13

Guerra??? Nem me apetecia responder mais, João André. Vou fazê-lo com esforço, por saber que não é um comentário maldoso.

Estamos a falar de uma eventual epidemia e do possível alarme público. Uma e outro devem ser combatidos: a epidemia, com os avisos sobre os cuidados a ter e a notícia sobre os novos casos; o alarme, com o despiste da doença e a notícia das vitórias. No fundo, o que quero dizer é muito simples: infecções e curas fazem (ou deviam fazer) conjuntamente parte da notícia permanente sobre o desenvolvimento da situação. Seja gripe ou tuberculose, seja em número de indivíduos ou em percentagens da população.

Guerra??? Não me recordo de ter havido mortos em combate posteriormente curados. Se souber de algum, conte-nos.
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De João André a 22.07.2009 às 15:20

Caro João, como percebeu de imediato, a questão da guerra era uma provocação. Mas vejo-a do mesmo calibre que a sua dos números que tem acima (que também vejo como provocação).

Dar notícias sobre quem sobrevive não interessa, uma vez que não estamos a falar de uma doença crónica ou de longa duração. Ao fim de suficiente tempo, a diferença entre infectados e motos dá o número de sobreviventes. Além disso, enquanto os números foram baixos, lembro-me de ver a comunicação social a falar em casos que já tiveram alta e foram para casa.

As notícias que vêm a público sobre casos da epidemia (note que ainda não é epidemia em Portugal, ainda se trata apenas de uma pandemia, que são coisas diferentes) dão sempre valores sobre novos casos e sobre casos acumulados. É o normal nestas situações e há lógica em ver as coisas tratadas assim.
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De João Carvalho a 22.07.2009 às 17:20

A lógica, João, é tratar as duas faces do caso. É muito diferente dizer que há 161 casos em Portugal, ou que havia 151 casos mais dez novos casos menos 20 casos curados, ou que havia 151 casos mais dez novos casos menos cem já curados.
No entanto, reconheço que, se temos em vista gerar o alarme sobre uma eventual epidemia, estamos no caminho certo. Pode ser que cheguemos rapidaqmente ao milhão de infectados. Mesmo que 900 mil estejam curados, que importa isso?
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De Virgínia a 22.07.2009 às 09:55

João, tem toda a razão.
Dos 161 infectados, mais de 50% já estão curados e regressaram à sua rotina diária.
Para quê tanto pânico?!
Penso que será mais uma gripe "arranjada" por um "vendedor de vacinas"... olhe só a gripe das aves!
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De João Carvalho a 22.07.2009 às 10:04

Certíssimo, Virgínia. É isso mesmo.
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De Luís Lavoura a 22.07.2009 às 10:45

Errado, o número de infetados é muitíssimo menor, dado que a imensa maior parte das pessoas que estave infetada já não o está - já se curou e está ótima de saúde!
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De Pedro Correia a 22.07.2009 às 12:07

Ótimo. Perdão, Optimus. Perdão... já nem sei o que digo (estarei infectado... ou infetado?)
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De João Espinho a 22.07.2009 às 12:23

@pedro - antes isso que infestado :-)
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De João Espinho a 22.07.2009 às 12:22

Na "mouche"!
Aaaaatchim! (gosto de pertencer a minorias) :-)
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De João Carvalho a 22.07.2009 às 23:15

Veio do México ou passou na Bairrada?
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De Ana Vidal a 22.07.2009 às 14:43

O pânico generalizado só vai servir para entupir os hospitais no Outono, que assim não terão capacidade para tratar dos casos verdadeiramente graves.
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De João Carvalho a 22.07.2009 às 23:17

Não faz mal, Ana. Em Dezembro vem aí a vacina. Ou em Janeiro. Ou na Primavera, o mais tardar. Se não chover.
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De Ana Mestre a 22.07.2009 às 18:06

Atchimmm.... fiquei infectada...
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De João Carvalho a 22.07.2009 às 23:13

Aguente, que em Dezembro vem aí a vacina. Ou em Janeiro. Ou na Primavera, o mais tardar. Se não chover.
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De Ana Mestre a 22.07.2009 às 23:17

Com tanto alarido e alarmismo não chego ao Natal...hehe

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