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De mal a pior

por Pedro Correia, em 07.01.14

A presidente da Assembleia da República não acerta uma. Já era despropósito suficiente aceitar pronunciar-se sobre a possível trasladação dos restos mortais de Eusébio para o Panteão Nacional no próprio local onde decorria o velório. Pior foi falar em dinheiro numa situação destas, com uma chocante falta de sensibilidade, invocando os "custos muito elevados" dessa trasladação. E esteve ainda pior quando desceu ao concreto, aludindo às "centenas de milhares de euros" que isso acarretaria aos cofres do Parlamento - tudo isto antes de se realizar o funeral de Eusébio para o cemitério do Lumiar. No fim, o seu gabinete viu-se forçado a clarificar a questão num comunicado em que já se menciona uma quantia bem menor: 50 mil euros.

O que nos reconduz ao princípio: Assunção Esteves nunca devia ter falado como falou, no local onde falou, nas circunstâncias em que falou. E sobretudo nunca devia ter falado do que não sabe. Ao menos para evitar ser desmentida pelo seu próprio gabinete.


40 comentários

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De Vasco a 07.01.2014 às 01:16

Nem que fosse 1 escudo. Eusébio não tem lugar ali.
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De da Maia a 07.01.2014 às 03:59

Pois, Eusébio foi herói demasiado genuíno para alimentar vermes da etiqueta, mais apreciadores de montes de esterco.
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De Vasco a 07.01.2014 às 19:06

Está enganado: os heróis, por definição, fazem as coisas sozinhos, não se dedicam a desportos colectivos. A clubite aguda é inimiga da honestidade intelectual.
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De da Maia a 07.01.2014 às 23:01

Pois, e o Eusébio pedia aos colegas para soprarem na bola quando rematava.
Já Nun'Álvares apareceu em Aljubarrota sozinho e os castelhanos fugiram... ou será que é o cenotáfio da Padeira que está no Panteão?
Enfim... tristezas.
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De Sérgio de Almeida Correia a 07.01.2014 às 01:43

O dinheiro que Eusébio deu a ganhar ao País e aquilo que ele fez por ele dava para construir vários panteões, quanto mais para uma transladação.

O que a Presidente da AR disse numa altura destas deve ser apenas uma consequência de ter o poder legislativo a almoçar demasiadas vezes com Pinto da Costa no Parlamento (à custa do erário, naturalmente).
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De Vasco a 07.01.2014 às 01:59

O que é que Eusébio deu a ganhar ao País ou fez por ele? Acho que foi mais o contrário. Como jogador do Benfica será outra contabilidade, mas de resto não é herói nacional coisa nenhuma. Tenham lá paciência, mas ainda não deram cabo disto o suficiente?
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De Quem foi Eusébio? a 07.01.2014 às 14:36

Eusébio ajudou a Seleção Nacional Portuguesa a alcançar o terceiro lugar no Campeonato do Mundo de 1966, sendo o maior marcador da competição (recebendo a Bota de Ouro), com nove golos (seis dos quais foram marcados em Goodison Park) e tendo recebido a Bola de Bronze. Ganhou a Bola de Ouro em 1965 e ficou em segundo lugar na atribuição da mesma em 1962 e 1966.

O nome de Eusébio aparece muitas vezes nas listas e votações de melhores jogadores de futebol de sempre feitas pelos críticos de futebol e fãs. Foi eleito o nono melhor jogador de futebol do século XX numa pesquisa realizada pela IFFHS3 , faz parte da lista dos 50 melhores jogadores de todos os tempos do Planète Foot4 , ficou no 8º lugar da lista "Os melhores do século XX" elaborada pela revista Placar5 e foi eleito o décimo melhor jogador de futebol do século XX numa pesquisa realizada pela revista World Soccer6 . Pelé nomeou Eusébio como um dos 125 melhores jogadores de futebol vivos na sua lista FIFA 100, elaborada em 2004. Eusébio ficou em sétimo lugar na votação online para o Jubileu de Ouro da UEFA. Em Novembro de 2003, para comemorar o Jubileu da UEFA, foi escolhido como o jogador de ouro de Portugal pela Federação Portuguesa de Futebol como o seu melhor jogador dos últimos 50 anos.

Foram realizadas várias homenagens por parte da FIFA, da UEFA, da Federação Portuguesa de Futebol e do Benfica em sua honra.

Futebolista Europeu do Ano (1): 1965
Futebolista Europeu do Ano de Prata (2): 1962, 1966
Bota de Ouro (2): 1968, 1973
Bota de Prata (7): 1964, 1965, 1966, 1967, 1968, 1970, 1973
Maior marcador da Taça dos Clubes Campeões Europeus (3): 1965, 1966, 1968
Bota de Ouro do Campeonato do Mundo (1): 1966
Bola de Bronze do Campeonato do Mundo (1): 1966
All-Star Team do Campeonato do Mundo (1): 1966
Futebolista Português do Ano (2): 1970, 1973
BBC Overseas Sports Personality of the Year (1): 1966

Medalha de Prata da Ordem do Infante D. Henrique (19 de dezembro de 1966)
Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique (21 de janeiro de 1992)
Grã-Cruz da Ordem do Mérito (5 de julho de 2004)
Prémio de carreira Bola de Ouro Portuguesa
Salão Internacional de Futebol dos Campeões da FIFA
PFA Merit Awards
FIFA 100
UEFA Jubilee Awards
Prémio de Presidente da UEFA
Top-100 dos Campeonatos do Mundo da France Football
Planète Foot 50 Meilleurs Joueurs du Monde
Voetbal International Wereldsterren
50 Grandi del Secolo da Guerin Sportivo
World Soccer's Selection of the 100 Greatest Footballers of All Time
100 Craques do Século da Placar
Venerdi de 100 Magnifici
Top-10 dos melhores jogadores do mundo da IFFHS
Os Melhores dos Melhores - Jogadores do século: Top 10
9º melhor jogador de futebol do século XX da IFFHS
50 melhores jogadores de todos os tempos do Planète Foot
8º lugar da lista "Os melhores do século XX" elaborada pela revista Placar
10º melhor jogador de futebol do século XX numa pesquisa realizada pela revista World Soccer
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De Vasco a 07.01.2014 às 17:20

Em resumo, nunca ajudou Portugal a ganhar nada: ajudou o seu clube e ajudou-se a si próprio. Porque motivo um terceiro lugar num campeonato de futebol dá honras de Panteão? Nem mesmo o benfiquismo mais subdesenvolvido consegue explicar a lógica de tamanha peripécia, acho eu. Ser futebolista não é ser herói nacional, metam isto nas vossas pinhas congestionadas por jornalismo de país-sub-desenvolvido.
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De Irra a 07.01.2014 às 17:55

Com Vascos não vale a pena. Quem é cego voluntário que tenha bom proveito. (E o panteão não é para aqui chamado).
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De Vasco a 08.01.2014 às 03:03

Bela argumentação.
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De João Pedro a 08.01.2014 às 02:20

Antes congestionado por subdesenvolvimento do que por pseudo-intelectualismo bacoco e pedante. Como se ser um jogador de futebol fosse motivo de menorização. Eusébio foi o português mais conhecido no século XX além-fronteiras e por boas razões, deu esperança a milhões de portugueses num tempo particularmente e até conseguia ligerias trégias na guerra colonial. É pouco? não me lembro de outro que tenha feito o mesmo. Nem que tenha sido homenageado em público de forma tão efusiva em Inglaterra e Espanha. Se ele não tem lugar no Panteão talvez seja por ser muitíssimo superior a algumas velhas carcaças que lá jazem.
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De Vasco a 08.01.2014 às 12:32

Não sei onde constata pedantismo bacoco ou pseudo-intelectualismo, mas se for bem-intencionado com toda certeza não deve ser na minha afirmação de que as emoções proporcionadas pelo futebol não constituem (nem à face da lei nem para as pessoas sensatas) serviços à Pátria no formato de "heroísmo nacional". O futebol não é menorizado na lei portuguesa e, como se constata na lista acima, o Sr. Eusébio —que era estrangeiro— já foi sobejamente condecorado pelos serviços desportivos à Selecção Nacional. Torno a sublinhar que Portugal nunca ganhou nenhum campeonato onde tenha participado com os seus fulgurantes melhores-do-mundo—isto para não referir que os feitos de Eusébio ao serviço da Selecção já foram ultrapassados por pelo menos outros dois atletas, o que automaticamente torna inválido o critério da excepcionalidade.
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De João Pedro a 08.01.2014 às 15:25

Está muito mal informado, ou então está simplesmente a gozar: nem Eusébio era estrangeiro - nasceu e viveu sempre em Portugal, mesmo que fosse natural de uma cidade que hoje já não é portuguesa, e que eu saiba teve sempre a mesma nacionalidade (devia estar a confundir com o Saramago, certo?) - nem os seus feitos na selecção foram ultrapassados por mais nenhum atleta, ou pelo menos nenhum se sagrou melhor marcador de um mundial tendo ficado em terceiro lugar. Além do mais entra em contradição em duas frases seguidas, quando diz que a lei portuguesa não reconhece heroísmo no futebol, e depois que "não o menoriza". Nem nunca vi o termo "pessoas sensatas" em qualquer norma portuguesa. "Sensatez" não é com certeza escrever-se que Eusébio não tinha a nacionalidade portuguesa. E ainda acha que não há pedantismo bacoco? Tanto os seus comentários acima como esta sua resposta tresandam a pedantismo, para não dizer outra coisa.
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De Vasco a 08.01.2014 às 17:08

Já cá faltava o papão. Calculei que fosse essa a sua única linha de raciocínio desde o início porque nenhuma outra faz sentido.
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De João Pedro a 08.01.2014 às 20:12

Não, o que deve fazer sentido são pérolas como "Eusébio era estrangeiro". Se não consegue medir o grau de ridículo do que escreve, então não lhe posso fazer nada.
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De da Maia a 09.01.2014 às 13:16

Caro João Pedro,
é aborrecido, mas nem todos pertencem à pura linhagem, que com poucas misturas preservou a sua árvore, velhas tradições, códigos e território.
Falamos, naturalmente, dos gibões, macacada que não se prestou a evoluções, nem às modernices dos hominídeos. Era vê-los presos à sua ancestralidade, às melhores árvores que davam as melhores frutas. Segredos desses, guardaram-nos consigo, e seria natural troçarem dos degenerados hominídeos.
Paciência, ficámos sem o rabo alçado, sem aquela fruta, sem aquelas árvores, mas depois ganhámos mais miolos... são escolhas.
Cumprimentos,
da Maia
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De Hugo a 07.01.2014 às 02:59

Que raio tem o Eusébio a ver com o Pinto da Costa? Triste ver com estas conversas nesta altura
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De Ferrugem a 07.01.2014 às 08:15

Subscrevo e mais: AE nunca devia ter ido a presidente da AR.
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De Pedro Correia a 07.01.2014 às 14:08

Ela atingiu um nível de inconseguimento em muitos planos.
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De IMMC a 07.01.2014 às 08:27

Estas declarações da Sra. Presidente da Assembleia da República revelam o tal 'inconseguimento' de dizer alguma coisa que se aproveite.
Foi nitidamente um erro da casting ...mais um!
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De Pedro Correia a 07.01.2014 às 14:09

Algo deveras frustracional.
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De da Maia a 07.01.2014 às 16:47

Começou logo na vergonha paralamentar da sua eleição.
Nesse triste episódio, Nobre parecia um negro numa assembleia KKK, da direita à esquerda. É esse o verniz das unhas podres que tocam este poder.
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De Bic Laranja a 07.01.2014 às 08:46

Enquanto o circo durar, vamos tendo palhaços a granel.
Bom anno e obrigado!
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De Pedro Correia a 07.01.2014 às 14:09

Não tem de quê, caro Bic. Bom 2014.
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De Carlos Duarte a 07.01.2014 às 09:19

Caro Pedro Correia,

Concordo e até digo mais: a transladação para o Panteão Nacional não pode ser vista em termos de custos, era só o que faltava. Podemos (e devemos) discutir para que serve o Panteão (se é que serve para alguma coisa) e quem deve ser lá incluído e, já agora e neste caso em particular, se é adequado que Eusébio lá esteja. Mas nada disso tem a ver com dinheiro... custo 50.000 euros, 500.000 ou 5 milhões.
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De Pedro Correia a 07.01.2014 às 14:10

É como diz. Embora, de facto, o Panteão não sirva para grande coisa.
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De Frustracionado a 07.01.2014 às 11:49

Inconsegue acertar, o problema é esse.
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De Pedro Correia a 07.01.2014 às 14:14

Pois. Já dizia a Simone de Bom-voar: se nada tens a dizer o melhor é calar.
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De AEfetivamente a 08.01.2014 às 22:46

Bom-voar??? :) :) Muito bom!
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De Tiro ao Alvo a 07.01.2014 às 14:16

Seria bom lembrar aos políticos que o povo tem razão quando diz que "pela boca morre o peixe..."
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De Pedro Correia a 07.01.2014 às 16:03

Certo. E também, às vezes, pelo peixe morre a boca.
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De Costa a 07.01.2014 às 19:31

Em todo o caso, um exagero disparatado. Tudo aquilo. Uma espécie de histeria colectiva, uma verdadeira alienação estremecidamente cultivada pelo clube, pela comunicação dita social e, evidentemente, pelo poder (uma vez mais todos os politqueiros , das esquerdas e direitas lá foram, para ser vistos onde o eleitorado vai todo, dizendo o que o eleitorado fatalmente desejava ouvir). Um comportamento arrogantemente acima da lei, a pretexto de uma alegada comoção nacional, como é próprio do "futebol" (esse "f", de entre os três "f" noutros tempos tão desprezados pelos bem pensantes, e agora mais poderoso do que nunca e por esses bem pensantes efusivamente adorado), que, por ser "futebol", tudo pode impunemente. Até, no seu fervor selvagem, vandalizar sepulturas de gente decerto indigna pois não se lhe conhece passado futebolítico.

Pobre Eusébio, usado e abusado na sua morte. Exposto no meio de um relvado rodeado de uma multidão cujo comportamento numa homenagem fúnebre é pular simiesca e ululantemente , agitando cachecóis. Pobre Eusébio, pretexto para uns milhares - em generosa proporção nem nascidos ainda ao tempo do seu final de carreira (quanto mais guardarem memórias queridas do jogador...) - faltarem ao emprego ou aulas, ventilarem frustrações, esquecerem a ruína dos seus dias, levarem a sua dose de irmandade do futebol que, consumida desregradamente, é tão perigosa e destruidora do mais elementar bom senso como outras coisas.

Dignidade, respeito e contenção não são manifestamente coisas que se apreciem e cultivem por cá.

Costa
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De Pedro Correia a 08.01.2014 às 11:20

Houve exagero, é verdade. E uma sobredose "informativa" que já se confundia com puro voyeurismo. Sobretudo no cemitério, onde se impunha recolhimento e contenção. É como diz: o decoro parece ter passado a ser de mau-tom.
Mas também é verdade que Eusébio foi a nossa primeira grande figura dos tempos modernos com popularidade à escala universal na era pré-globalização. O óbito foi notícia em 116 países, algo impensável em qualquer outro português da geração de Eusébio.
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De Costa a 08.01.2014 às 13:09

Certamente. Eu não nego a projecção internacional de Eusébio, entenda. Tinha-a, é um facto, o mérito é dele e não valerá muito a pena entrar agora por considerações sobre a importância exorbitada do futebol, a avassaladora hipervalorização das suas estrelas (e do futebol em si), a perversão que fenómeno encerra (em que os ídolos da juventude são, bem mais do que saudavelmente e enquanto desportistas, mas antes de forma verdadeiramente patológica: uns jogadores de bola - ou seus treinadores -, com roupagens, cortes de cabelo e automóveis excêntricos e fortunas colossais; demonstrando às mentes pouco dadas ao esforço - se alguma coisa demonstram - que o estudo, as profissões "normais", não compensa).

Eusébio nem foi desses, manifestamente, e as coisas são o que são, aqui e em todo o lado: o desporto, por este lados (e não só) o futebol, quando passa de superação entre iguais para se transformar em negócio, não conhece escrúpulos - nem se lhos pedem verdadeiramente, ao contrário dos restantes negócios - e arrasta milhões.

Os mesmos milhões que não toleram que o patrão - esse maldito fascista explorador - tenha um carro de 50.000, mas idolatram o miúdo sem modos à mesa (chamem-me o que quiserem, por escrever isto) e sem verdadeiras responsabilidades (o patrão sempre cria postos de trabalho e, em princípio pelo menos, pode até perder tudo e ser penalmente responsabilizado, se o negócio correr mal; e entre os pequenos patrões, sem a protecção de "empresas de regime" e por isso de sucesso garantido, nem é coisa tão incomum) que antes dos trinta anos tem um carro de 350.000 (ou mais) e uma fortuna com demasiados zeros para ser imaginada.

Eusébio nem foi desses, insisto. O seu tempo, diria, foi outro. Desconhecido e inimaginável para tantos que tão vivamente o "choraram". Mais não fosse por isso merecia maior recato, respeito verdadeiro, dignidade, recolhimento e não festival e descarado aproveitamento, na sua despedida.

Costa
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De Pedro Correia a 12.01.2014 às 23:27

Sublinho e destaco estas suas palavras: «Eusébio merecia maior recato, respeito verdadeiro, dignidade, recolhimento e não festival e descarado aproveitamento, na sua despedida.»
É impossível não lhe conceder razão, sem que isso signifique qualquer menosprezo pela memória daquele que foi o melhor jogador de sempre do campeonato português de futebol e, por essa via, uma figura aplaudida a nível nacional e também a nível internacional, como bem vimos nas celebrações em sua memória nos estádios do Manchester United e do Real Madrid.
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De lagarto a 08.01.2014 às 10:51

No dia seguinte:
Algumas carpideiras selvagens
Queimaram todas as insígnias do Sporting, depostas na estatua de Eusébio.
....

Seria bom começar-se a listar figuras ilustres portuguesas merecedoras de serem "Panteadas."... e, talvez, criar-se um imposto de Panteonice!

Anda tudo louco... ( eu s'tou quase)

Nota: Caros lampião: - Não te esqueças que o melhor prémio que ofereceste ao Eusébio, foi deporta-lo para a 2ª Divisão... e emigrá-lo para EUA, onde, dizem, passou fome!

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