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Querer ou crer?

por Helena Sacadura Cabral, em 05.11.13

Na página 47 do jornal Público de hoje, num texto intitulado "Governação Alternativa" , assinado pelo deputado Carlos Zorrinho, vem o parágrafo seguinte

"...Não há, ao contrário do que alguns parecem querer fazer querer, um troikismo duro e um troikismo privado".

Não será antes

"...Não há, ao contrário do que alguns parecem querer fazer crer, um troikismo duro e um troikismo suave".?

Enfim, em matéria de português e com o (des)Acordo Ortográfico, nunca se sabe...

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15 comentários

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De Palha d'Aço a 05.11.2013 às 18:21

Vindo de quem vem, nada é para admirar. Já agora, "duro" e "privado"?!
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De Helena Sacadura Cabral a 05.11.2013 às 18:31

Palha d'Aço
Pois é. Já nem quis ir por aí...
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De Helena Sacadura Cabral a 05.11.2013 às 21:40

Palha d' Aço
Oop's, o privado foi lapso meu. Já corrigi.
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De beirão a 05.11.2013 às 18:51

Para um político daquele gabarito, antigo chefe da bancada parlamentar socialista, com ou sem 'Acordo', o erro é de palmatória.
Na minha antiga 4.ª classe, o meu velho Professor Leitão afinfava-lhe, de certeza, uma par de palmatoadas e, como trabalho de casa, mandava-lhe escrever umas trinta vezes a calinada.
Quero crer que o ilustre político aprendia imediatamente.
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De a régua a 05.11.2013 às 19:53

Não defendo palmatoadas.Mas a nossa língua merece ser preservada,é talvez o que nos resta na voragem em que andamos há muito.
Sou do tempo das reguadas embora em quatro anos de escola apenas as sofresse uma vez por ter estragado o trabalho de um pobre artesão no caminho para a escola.Veja bem,se agora os que nos deixaram nesta situação miserável fossem submetidos à régua...Salve-se ao menos a nossa língua.
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De João Campos a 06.11.2013 às 03:29

Uma coisa é certa: Se os que nos deixaram nesta situação miserável fossem submetidos à régua, a nossa indústria de réguas iria tirar-nos da crise.
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De Teresa a 05.11.2013 às 19:18

As asneiras grassam. Ou graçam? Talvez gração, acredito que ainda havemos de lá chegar.
Passa neste momento na televisão um anúncio a um shampoo em que ouvimos distintamente a locutora dizer "númaro" - provavelmente a asneira mais recorrente que anda por aí.
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De Tiro ao Alvo a 05.11.2013 às 20:39

Também gostava de entender o que o homem quis dizer com "troikismo duro e troikismo privado".
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De Vento a 05.11.2013 às 21:04

Hoje quero partilhar convosco este momentinho de ternura:

http://www.youtube.com/watch?v=aHAPe4rNmPY

Não há (des)acordo que dê a volta a isto.

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De Fernando Sousa a 05.11.2013 às 21:57

Bem... o Carlos Zorrinho é especializado em sistemas complexos, pelo que devemos talvez dar-lhe o benefício da dúvida...
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De Carlos Cunha a 06.11.2013 às 09:02

talant ou talent? afinal o que homem tinha?

http://www.museu.presidencia.pt/expo_detail_full.php?id=7&ID=138

http://www.ordens.presidencia.pt/?idc=129

http://escolanaval.marinha.pt/PT/escola/Pages/TalantdeBienFaire.aspx
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De Helena Sacadura Cabral a 06.11.2013 às 13:20

Carlos Cunha
Porquê tanta insígnia? Acaso o deputado é medalhado?
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De jsp a 06.11.2013 às 17:14

zurrinho, minha senhora, zurrinho...
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De sarrabal a 07.11.2013 às 00:00

Como não encontrei outro meio a não ser este para lhe prestar a minha homenagem (embora não comente o seu post, lamento o português que se escreve por aí):

HELENA SACADURA CABRAL

Ser mulher
Ter aprumo
Graça, distinção
E escrever em espaço aberto
É emprestar o charme à profissão.

Mas se tais dotes
Se avaliam por igual
Aquilo que se escreve
Nas páginas de um livro
Ou num jornal
É sempre o que mais pesa
Por ser o predicado principal.

Soledade Martinho Costa

Do livro «O Nome dos Poemas»
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De Fernando Torres a 10.11.2013 às 19:31

Não tem nada a haver com o assunto, mas gostei de a ver e, claro, de ouvir, no alto da sua clarividência.

Quem dera a muitos da sua idade!

A chegada a altura de dar a a voz a muitos "senadores" que não têm uma passadeira vermelha estendida para a feira mediática, que se vive nos nossos tristes dias, na televisão, nos jornais ou na rádio.
Muitos de nós não somos merecedores do estado de empobrecimento financeiro e cultural a que chegamos.
Vão para as aldeias, para as vilas e cidades do interior.
Falem com aqueles que têm a sua idade.
Percebam-lhes os sentimentos, a raiva,a desilução pelo estado a que o país chegou.
Já não lhes bastou a ditadura de Salazar?
Falem com quem fez do ultramar o seu tirocínio de vida e hoje não tem o devido retorno do estado, numa altura em que muitos se querem reformar e o não podem fazer, porque o sistema não os deixa.

Julguemos, quem de direito!

Pobre país que tens tais servidores!

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