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O comentário da semana

por Pedro Correia, em 08.09.13

«Quando se noticia que foi esgotada a capacidade das unidades de queimados a nível nacional, é de perguntar o que aconteceria numa tragédia de dimensões maiores. Não estamos a falar em centenas, aparentemente a capacidade fica esgotada nas dezenas. Abusa-se da sorte nestas poupanças.
E se as estatísticas servem para alguma coisa, serviriam também para perceber qual a razão que faz com que alguns anos pareçam ter muito mais incêndios postos do que outros.
Não deixa de ser irónico que, numa época em que a vigilância sobre os cidadãos seja cada vez maior, com múltiplas câmaras, imagens satélite, etc... a vigilância sobre os incêndios seja pior do que há 50 anos.»

 

Do nosso leitor da Maia. A propósito deste texto da Teresa Ribeiro.


1 comentário

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De IsabelPS a 10.09.2013 às 09:57

Infelizmente tenho a nítida sensação, daquilo que li e ouvi, que este ano houve alguns erros de posicionamento (comando?) com consequências fatais. Penso que uma das últimas vítimas morreu a tentar salvar o carro da corporação. E sim, a resposta, não só militar mas de várias pessoas com experiência e responsabilidades nesta área parece ser efectivamente "deixa arder" se não se tratar de pessoas, casas, etc. A ideia de quem se podem impedir os incêndios florestais nas nossas condições geográficas há-de lentamente ser substituída pela ideia de que se pode e deve limitar os seus efeitos negativos (gerindo o combustível através de pastoreio dirigido, fogos controlados de inverno, etc., procurando tornar sustentáveis as actividades que redundam numa diminuição do combustível e não simplesmente atirar dinheiro para a questão e, last but not the least, não pôr homens e mulheres em situação de risco absoluto como combater um incêndio florestal em declives de 60% como li).

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