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Sucessos do programa de ajustamento (8)

por Leonor Barros, em 16.05.13

Famílias de desempregados em desespero levam os filhos às carrinhas que distribuem comida gratuita.



11 comentários

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De lucklucky a 17.05.2013 às 00:37

Pois... 5% dinheiro pedido emprestado em vez de 10% de dinheiro emprestado é diferença pelos vistos entre a boa vida e a desgraça. Há cada uma...

É o sucesso do Regime Socialista que apoia.
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De Leonor Barros a 17.05.2013 às 11:26

Apoia quem? Eu? E se apoiasse qual era o seu problema? Há pessoas a passar fome, entende? FOME!
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De da Maia a 17.05.2013 às 16:34

Lucky,
vamos colocar a dívida numa linguagem que entende.

No último post desta série, o Lucky ficou em dívida de 2 razões. Uma remetia os seus argumentos para lógica de "monte-de-esterco" e outra de "estúpido".
Não vejo que esteja a remediar nenhuma das duas, e é claro, a isto acrescem juros de mora.
Ora, como eu sei que o Lucky não se vê como nenhum pedinte, nem quer viver de esmolas, eu venho apenas lembrá-lo da cobrança.

É assim que funciona o sistema.

Cumprimentos.
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De a.m. a 17.05.2013 às 11:08

Uma ignomínia! Fico esmagada com estas notícias e quando envolve crianças a coisa fica muito mais séria. A frieza com que alguns responsáveis lidam com esta vergonha faz-me crer que somos apenas, e só, elementos constantes duma determinada lista, em cima duma secretária, dum qualquer gabinete. Não se vislumbra um pouquinho de vontade para minimizar os estragos e/ou contornar a situação.
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De Leonor Barros a 17.05.2013 às 11:27

Inqualificável. Eu só vejo vontade de piorar a situação, a. m. . Como muito bem diz, somos números.
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De Fernando Sousa a 17.05.2013 às 12:54

Pode não ter nada a ver com o teu post, Leonor, mas por algum motivo pus-me a pensar sobre o direito à raiva e às suas consequência...
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De William Wallace a 17.05.2013 às 15:27

E pensa bem ... !
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De Leonor Barros a 17.05.2013 às 16:12

Tem tudo a ver com o meu post, Fernando, tudo.
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De cr a 17.05.2013 às 18:00

Roubamos a felicidade destas crianças a quem nem a fome conseguimos matar...que país de grande nobreza, de heróis, das descobertas, de... de....ladrões.
Os ladrões que alguns teimam em não vislumbrar. Nos bancos, nas grandes empresas, nas fugas ao fisco, naqueles que pedem rios de dinheiro ao estado para contruir projetos megalómanos e depois enfiam no bolso o dinheiro e lá vão cantando e rindo...tantos, tantos ladrões que por aí andam á solta e depois vem a gentinha do costume acusar que viviam acima das possibilidades. Quem? quem vivia acima das possibilidades os pobres, os remediados, a classe média?
Um dia este país, não se vai tornar num imenso Portugal, (como o da canção) vai ser um país de velhos sem reforma para viver (nós) com filhos vagueando pelos centros de emprego, ou emigrados sabe-se lá onde. Sempre que me cruzo com uma criança penso, que futuro será o dela? É triste, muito triste!
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De Leonor Barros a 18.05.2013 às 17:19

Fico sem palavras perante esta devastação, cr.
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De Anónimo a 18.05.2013 às 17:12

Dói-me o coração só de ver isto e penso se, um dia destes, não ficarei na mesma situação. Já faltou mais...
Entretanto, leio que o Banif, banco intervencionado pelo Estado (entenda-se, reforçado com dinheiros públicos, dos contribuintes, pobres ou ricos) deu quase 1 milhão a uma administradora, apesar dos maus resultados obtidos. Estas criminosos andam, literalmente, a tirar aos pobres para dar aos ricos. Como escreveria o Pedro Correia (até 5 de Junho de 2011, pois desde então as coisas são um pouco diferentes, que a vida está difícil e há quem manter o tacho), as coisas são o que são. Em 5 de Junho de 2011 vivíamos melhor, a economia estava um pouco melhor, as finanças estavam melhor e havia menos pobreza, miséria e fome. Mas não haja dúvida que isto, assim, é muito mais bonito, como diria aquele lunático que ninguém manda internar...

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