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Sucessos do programa de ajustamento (7)

por Leonor Barros, em 05.05.13

Número de sem-abrigo e mendigos terá triplicado no último ano.


14 comentários

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De Isabel T. a 05.05.2013 às 18:38

Qual programa de ajustamento?
Só vi o programa de empobrecimento.
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De Leonor Barros a 05.05.2013 às 18:43

E de humilhação.
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De da Maia a 05.05.2013 às 22:41

Muito bem notado.
Ao contrário do que se tem feito passar, a crise não está só a tornar a classe média mais pobre.
Está a criar uma pobreza que deveria envergonhar qualquer homem, social-democrata ou democrata-cristão.
Não falo dos neoliberais, que esses não querem ser homens, contentam-se em ser montes-de-esterco, e por isso suportam bem a merda que fazem.
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De Leonor Barros a 05.05.2013 às 23:54

Há alguns que continuam alegremente a dizer que este é o caminho. Não suporto. Não os suporto.
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De lucklucky a 06.05.2013 às 01:00

É preciso muita lata. Entre as quais lata da arrogância de julgar os outros estúpidos.

Depois do Socialismo do Regime foram as políticas Social-Democratas e Democrata-Cristãs -o que quer que seja que isto signifique- que definiram o caminho do país nos últimos 40 anos.

Este desastroso Governo Social Democrata limita-se a reduzir o sistema que você - e o Governo defendem- à sua verdadeira expressão, sem o doping do crédito.
Do défice permanente dos últimos 40 anos que não é mais possível continuar.

O Governo como bom Governo Social Democrata não está interessado em reformar coisa alguma, como se viu na RTP, Portos, ANA, Transportes, Saúde, Escola etc...
É apenas a tentativa da Social Democracia "sustentável". Isto se conseguisse 0 zero defice. Nem isso consegue.

A si não fugindo à cultura política do país resta o "argumento" patético entre o piedoso "Democrata cristão?" e o populismo Peronista.

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De da Maia a 06.05.2013 às 17:09

Lucky, qual é o seu argumento?
- Qual a sua solução para os inadaptados?
- Que "aguentem", sofram, até que adoeçam, morram?

Quem não tem o mínimo respeito pela vida humana dos outros, por reciprocidade deve esperar que ninguém lhes tenha o mínimo respeito.
Mas, nem é isso, é pura lógica.
Esse materialismo selvagem é uma visão de monte-de-esterco, pelo simples facto de que o corpo se reduz a fertilizante, por decomposição.
Logicamente, quem se vê dessa forma, vê-se apenas como uma antecipação do monte-de-esterco que será.

Ah!... e quem nega argumentos lógicos, é mesmo estúpido...
Lamento!
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De Leonor Barros a 06.05.2013 às 18:19

Da Maia, pergunto-me muitas vezes quem se esconde atrás do lucklucky, que ser será esse tão insensível com tanto desprezo por todos nós.
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De da Maia a 06.05.2013 às 19:05

Para mim, o Lucky é um "fixe"... oposição activa! Só é mais monótono quando não acrescenta nada de novo.

Talvez não tenha percebido uma coisa - aquilo que lhe venderam como ciência objectiva, era uma religião disfarçada, com pés-de-barro. Mas também, reconheço, há toda uma estrutura que funciona para manter isso, e não é fácil olhar para o lado com as palas... confunde-se Pallas com Atena!

Há ainda aquele ditado da sina de carneiro:
"Junta-te aos melhores e serás como eles, junta-te aos piores e serás pior que eles"...
Esse ditado repetido aos petizes dotados é um requinte de malvadez, necessário para a subsistência do status quo.
Primeiro os petizes puxam a carroça acreditando que vão comer a cenoura, depois como já estão mesmo presos à carroça, já só lhes resta puxar por causa do chicote.
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De Caetano a 05.05.2013 às 23:54

Ora aí está, coincide com o que Passos Coelho disse este fim-de-semana: "Governo fez em dois anos o que ninguém fez nos últimos 15"...
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De Leonor Barros a 06.05.2013 às 16:15

Brilhante, não é?
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De Anónimo a 06.05.2013 às 11:42

Tenho andado em meditação transcendental, e lá dei comigo a interpretar o transcendente. Então vejamos:

Passos, Vítor Gaspar & Cia. Lda., foram capazes de, em dois anos, aumentar de tal forma a dívida e o défice que fizeram com o que levaria uma década para resolver nem numa geração seja possível concretizar;

Somado ao anteriormente exposto, de tal forma brilhantes todos são, que surgiu uma nova questão para ver se entretia a nação. Leva por nome de SWAP tal assunto. Depois de tão transcendentalmente meditar, cheguei à conclusão que nesta matéria de SWAP´s existem umas feitas por diabinhos e outras feitas por bonzinhos. Claro está que os SWAP´s bonzinhos são aqueles que dizem respeito a agentes ditos governamentais. Os mauzinhos parece ter ido parar ao MP, e os bonzinhos, até saber, vão passear por aí.

Dito isto, vamos então à questão dos sem-abrigo, sem-pão e sem-palavra (sim, convém ligar tudo isto com um hífen). Já por aqui, no DO, referi que os ditos governantes, juntos com a troika, são especialistas em edificar favelas. Mas como a contenção obriga a mais, decidiram tais personalidades cortar o mal pela raíz e, ecologicamente, usar o céu aberto como tecto dos sem-tecto (lá estou eu com a conversa do hífen). Sim, porque isto de usar o céu para tapar a miséria é douta sabedoria ancestral e em particular de quem quer ir mais longe. Tão longe eles foram que também por poupança, e mui inteligentemente, decidiram colocar seus estômagos à disposição dos sem-pão (já começa a chatear esta estorieta do hífen), comendo por estes aquilo que tanta energia lhes roubaria. Sim, porque isto de dar ao serrote requer gente bem alimentada.

Aqui chegados, resta perguntar a tais personalidades: Qual é a novidade que têm para poupar no enterro dos sem-vida (porra qu´o gajo é mesmo dado a hífens!)?

Nota do autor: O hífen é um traço literário que tem como função desviar as traças para outros focos de luz. Já agora, Senhor Presidente da República, não terá por aí à mão algo que seja capaz de colocar um traço nestas... Estava a pensar em escrever merdas, mas como sou dado a elegâncias fico pelos pensamentos. E como sou de birras não os partilho!
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De rosa a 06.05.2013 às 15:56

Como será isto "lá fora", pelos mercados, pelos nossos credores? Mendigos não parecem ser capazes de pagar dividas...e
...well came back Leonor! : )
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De Leonor Barros a 06.05.2013 às 16:18

Os nosso credores são cegos como esta gente que nos leva ao abismo. Obrigada, Rosa.

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