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Take the money and run!

por Luís Menezes Leitão, em 25.03.13

 

Foi mais ou menos o que acabou de dizer aos depositantes dos bancos europeus Jeroen Dijsselbloem, este rapaz com ar simpático, que ostenta o título, atribuído sabe-se lá por quem, de Presidente do Eurogrupo. Se o euro sobreviver a este Eurogrupo será um milagre, a agradecer a Deus e a todos os anjinhos.


9 comentários

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De Anónimo a 25.03.2013 às 18:05

Li o link que anexou e materializo umas cogitações que ando a fazer desta a passada sexta-feira:

1 - Se se verificar o facto dos russos e outros milionários, depositantes nos bancos do Chipre, não retirarem as suas fortunas daí, então, poderá significar que há um acordo de compensação para eles de uma forma que só no futuro se poderá perceber. Os russos andam muito calados, ainda por cima com reservas monetárias em euro na casa dos 42% (uma boa arma);

2 - Creio que surgirá uma nova regulamentação do sector bancário a nível mundial, isto é: se os banqueiros quiserem fazer negócios vão ter de caucionar com património até ao montante dos depósitos recebidos; e como não há património suficiente para caucionar grandes volumes a dimensão dos bancos sofrerá grandes alterações (????). O que vai dar é ser pequenino e maneirinho, será bom para a nossa banca;

3 - O sector financeiro existirá como praça paralela, como um casino, no qual só entra quem quer, e onde a única garantia que será dada é o facto de não haver garantias. Assim acaba-se com os denominados perfis conservadores e etc. e tal no que respeita a transações deste tipo. Estou convencido que até se colocará algum impedimento consoante a característica do "jogador", e há-de haver o "loto" e a "banca francesa", nesta última só entrará quem tiver smoking. Os países passarão a viver com o que são capaz de produzir.

Estamos a assistir a uma grande viragem. Lá vamos ter outra vez investimentos em bens transaccionáveis.

Em resumo, são só cogitações que desejo partilhar. Nem tudo está mau nesta medida.

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