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E por que não exterminá-los?

por Leonor Barros, em 22.01.13

Escondam isto do governo. Não precisamos que ninguém lhes dê mais ideias. 

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16 comentários

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De Exterminá-los depressa e em força! a 22.01.2013 às 20:03

Acabar com a população acima de 50 anos que é quando começam a sofrer de maleitas,qualquer doente de qualquer idade comparecerá a uma junta decisora de vida...ou morte!Inseminação artificial obrigatória para renovar--rapidamente e em força--a sociedade.E quem não quiser morrer--tira-se-lhe o pãozinho,a casa,a roupa.
Que tal? Já é um avanço em relação ao Tarado Aso.
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De Leonor Barros a 22.01.2013 às 23:19

E além de sofrerem maleitas, ainda correm o risco de se reformar mais tarde e usufruir desse luxo que dá pelo nome de reforma. Só prejuízo.
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De Carlos Cunha a 22.01.2013 às 21:15

nós por cá...

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/taxa-da-mortalidade-infantil-aumentou-no-ano-passado-mas-dgs-desdramatiza-numeros-1575125
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De Leonor Barros a 22.01.2013 às 23:20

É uma cabala. Está tudo bem e isto é o país das maravilhas. Coelho já temos.
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De Observador do caos a 22.01.2013 às 21:48

Calma, Leonor. O paradigma mudou; antes era a luta pela longevidade, a saúde, o bem estar, etc., associado à procura da eterna juventude. Era o tempo da abundância, do leite e do mel. Agora as coisas mudaram, e como não há «cheta» - o mal é global -, há que encontrar os causadores de todas as desgraças: os velhos. Por cá já se ensaiaram atitudes semelhantes, embora ainda envergonhadas, com a história das reformas, com o disparo das taxas moderadoras, da recusa dos médicos nos hospitais publicos a não prescreverem determinados (caros) remédios, etc. Mas será que esta gente ainda não se apercebeu que ninguém vai para novo... nem eles próprios e o que hoje semearem amanhã vão colher?
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De Leonor Barros a 22.01.2013 às 23:28

O que se tem passado com os idosos é um escândalo. Cortam-lhes as reformas e ainda lhes atiram à cara que não descontaram o que recebem. É claro que reformados como a Assunção Esteves e outros que tais da esquerda à direita, reformados por inteiro apenas porque foram deputados ou como aconteceu recentemente com uma Presidente de Câmara não descontaram para o que recebem agora, mas esses só me interessam pela injustiça da situação. Revolta-me profundamente a total insensibilidade. Até já ouvi que os reformados deviam receber pouco porque como são velhos, não têm casas para pagar nem despesas, não precisam do dinheiro. É chocante a forma como as pessoas são vistas apenas porque são mais velhas, sem o direito a ter uma vida digna.
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De William Wallace a 23.01.2013 às 00:44

E os novos !!!!!!!!!!!!!!!!!!
Não produzem , dão despesa , tem de ter programas de vacinação , subsídios de maternidade , escolas e creches abertas , etc !
Pois eu digo continuem a escrever nos blogs e a desabafar para os amigos que assim vão lá.
Somos todos uns cobardes , é o que somos , deixamos que paguem PPP , fundações , empréstimos a fundo perdido aos bancos , empresas municipais (antros de corrupção ) autarquias endividadas até ao tutano para servirem os interesses dos caciques locais , etc !

Somos uns cobardes!
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De graça a 23.01.2013 às 10:34

deixo aqui o que escrevi há uns dias no desabalo:
"Sejamos consequentes: golpe de misericórdia para todos acima da idade da reforma. Desta forma matam-se dois coelhos com uma cajadada: tiram-se os velhos da miséria e poupa-se nas reformas e pensões. Além do que será um objectivo digno para a saúde pública.
A seguir podemos considerar outros grupos populacionais igualmente improdutivos e despesistas: desempregados, artistas, deficientes, doentes mais ou menos incuráveis, etc.
Eis o início de um admirável mundo novo."
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De Pedro Barbosa Pinto a 23.01.2013 às 10:46

Numa democracia teatral não há perigo de tal contaminação!
Na sua milenar tradição de frontalidade nipónica, o Ministro das Finanças japonês promove a discussão do que deverá ser feito em relação aos idosos, principalmente aos doentes/dependentes, de maneira a que o sistema de segurança social não colapse, emitindo a sua própria opinião técnica e completamente despreocupada com valores da vida humana. Com o mesmo desprezo solene pela humanidade e fiel, também ele, às tradições de quase nove séculos de História, Victor Gaspar refugia-se no ludríbio dum povo alienado para se ver livre dos idosos portugueses, sem qualquer discussão, não vão as conclusões contrariar-lhe as folhas de cálculo.
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De cr a 23.01.2013 às 14:38

E não é que pensei justamente o mesmo Leonor?
Este homem é louco, aliás é uma besta, nem mesmo dizendo que não quer receber cuidados médicos se precisar deles, o iliba...então e a vontade das pessoas? quem é este tipo para decidir quem deve morrer? julgar-se-á um Ser supremo acima de todos? de tempos em tempos (cada vez mais) aparece uma enorme besta como esta, a dizer estas misérias...que vergonha para a humanidade!
O mais fácil mesmo é fazer uma razia, calcular pelos 60 anos e mandar todos acima desses anos, para uma câmara de gás ou algo que fique mais em conta aos estados. Vou preparar-me que já me restam poucos anos (bom mas como faço anos de 4 em 4 anos, se levarem em conta sempre consigo roubar uns anitos)
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De Anónimo a 23.01.2013 às 15:18

Lembrei-me de outro método, utilizado na 2º guerra mundial pelo homem do bigodinho porque não gás/crematório a partir dos 70 anos?......( temos os fornos das cimenteiras...) o problema é que tínhamos de pagar muito pelo CO2 produzido, não sei se compensaria !......

Alexandre
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De Guilherme a 23.01.2013 às 15:35

Também não precisamos de exagerar quanto à taxa de mortalidade infantil (TMI).

É uma taxa de variação de +0,6 mas nos 3,1 continua a ser das mais baixas do mundo. É uma daquelas áreas em que somos %de facto% dos melhores do mundo.

É uma notícia tipicamente catastrofista, para alarmar o que por enquanto não é motivo de alarme. Se continuar a subir nos próximos anos é que devemos preocupar-nos.

Se repararmos nas TMI dos (poucos) países que estão à nossa frente, a Noruega entre 2008 e 2009 teve uma taxa de variação de +0,4, a Islândia entre 2007 e 2008 teve +0,5, e a Suécia +0,4 entre 2005 e 2006. Anos que não estão muito distantes e que permitem comparações.

É certo que esses países conseguiam recuperar e melhorar os seus valores nos anos seguintes. Portanto, é necessário uma série de 4 ou 5 anos para se perceber se estamos de facto a piorar nesse índice ou foi somente um ano atípico.

Portanto, Francisco George neste caso tem toda a razão. Aguardemos uns tempinhos para comentar este assunto.
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De lucklucky a 23.01.2013 às 19:54

Espantoso, querem o Estado com todo o poder depois admiram-se de o Estado começar a usar todo esse poder...

E diga-se de passagem que o ministro tem 72 anos...

Agora em sentido mais lato dependendo da evolução médica e dos seus custos esta opinião pode-se tornar inevitável. Vamos supor que a esperança média de vida dá um salto de 20 anos porque cada pessoa pode sobreviver a soro numa cama mais 20 anos. Quem paga?
As boas notícias podem trazer escolhas atrozes.
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De graça a 24.01.2013 às 12:02

sempre pensei que as pessoas devem estar à altura das teorias que defendem. Portanto, comecemos por si: ofereça-se para dar o exemplo, homem, que a gente até lhe faz uma festa de despedida, vai desta para melhor com pompa e circunstância, um verdadeiro herói.
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De lucklucky a 24.01.2013 às 21:26

Não sabe que vive no planeta terra e é um humano?
Como é que você faz se cada pessoa a partir de determinada idade - o "problema" é com muitos anos de vida à frente - precisar do trabalho de 5 outras pessoas para viver?
Não faz. Se 30% da força de trabalho der para produzir todos os produtos, comida etc, mas 70% da força for necessário para tratar dos velhos?
Os 30% pagam os 70%?

Vamos supor que dentro de 20-30 anos poderiamos ter um corpo bionico caro para as pessoas que noutro caso morreriam mesmo com as faculdades cerebrais intactas. O que faz? quem tem o corpo biónico e quem não tem?
Sempre foi assim, a partir do momento em que não tem o melhor médico já está fazer racionamento.

A questão é que a evolução tecnológica pode tornar a diferença que sempre existiu á vista e por isso chocante para todos verem, apesar de serem excelentes notícias.
A única escapatória que vejo é a robotização dos enfermeiros. É a única maneira de os custos desse enorme esforço baixarem.

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