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Sucessos do programa de ajustamento (4)

por Leonor Barros, em 18.01.13

Emigração portuguesa sobe 85% em 2011.  Maravilha. Quanto menos portugueses melhor. 


13 comentários

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De Luís Lavoura a 18.01.2013 às 14:22

Se estavam desempregados, não estavam a ter nenhuma utilidade aqui e só estavam a ocupar espaço. Ainda bem que emigraram, que assim são úteis e felizes alhures. É bom para eles e para nós.
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De Leonor Barros a 18.01.2013 às 17:58

Emigre o Luís Lavoura também. Que tudo isto lhe bata à porta em dobro para ver se ganha juízo e deixa de dizer tantos disparates.
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De antonio diogo a 18.01.2013 às 19:06

bem dito . até agora só vi disparates , o seu incluído .
não deseje mal aos outros que fica igual ou pior que eles
e assuma-se ( com perfil privado não sabemos quem nos fala =
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De Leonor Barros a 18.01.2013 às 19:21

Ainda bem que chegou aqui agora e tem tanto para dizer. O Lavoura agora tem um advogado de defesa?
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De Tiago Cabral a 18.01.2013 às 16:18

Começam ao fim de um ano e meio a surgir os resultados da política seguida. Agora já pode o governo justificar por exemplo o desinvestimento na saúde e educação que estão a efectuar. Ora se os portugueses estão todos a emigrar, porque razão devemos ter um Estado social? O nosso governo afinal é composto por adiantados mentais. Estão muito à frente da nossa simples compreensão.
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De Leonor Barros a 18.01.2013 às 17:59

São muito à frente. O pior é se não sobra ninguém para pagar isto tudo.
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De lucklucky a 18.01.2013 às 18:01

Quando o pensamento único socialista domina os portugueses que não são socialistas ou não conseguem viver no socialismo só lhes resta emigrar ou não fazer nada.

Nada resta fora do Estado.
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De Leonor Barros a 18.01.2013 às 18:30

Reitero os desejos que fiz ao Lavoura: que lhe caia tudo em triplo.
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De Pedro Almeida a 18.01.2013 às 22:41

Leonor, mas não se esqueça que ninguém os aconselhou a emigrar, nunca se esqueça disto... nunca o primeiro-ministro deste país aconselhou os desempregados a emigrar, certo?
É preciso ter isto sempre presente.

Viva o Pedrinho, Viva, Viva, Viva!
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De Leonor Barros a 18.01.2013 às 22:58

Aconselhar a emigrar? Nunca, Pedro! ;) Além de tudo o que tem feito, das sucessivas traições ao eleitorado, ainda falta à verdade sem qualquer pudor.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 19.01.2013 às 02:02

Leonor, falar da emigração como se fosse um anátema, é uma falsa questão. Vivemos numa Europa com 500 milhões de habitantes, onde a circulação de pessoas é livre para poderem viver e trabalhar onde quiserem.
Eu tenho seis filhos, e sempre os incentivei a irem lá para fora trabalhar. Todos foram, menos a caçula que ainda não acabou os estudos, mas quando acabar também vai; depois voltaram, menos um deles que por lá vive e trabalha há dez anos. Eu próprio também vivi lá fora quase cinco anos.
Os portugueses não podem ter como objectivo serem um país de "mangas de alpaca", terem um empregozinho de perferência no estado, e se for ao pé da casa da mamã, melhor.
Como se dizia num célebre programa de rádio dos anos 60, no FM do RCP, " a rotina, estagna e corrompe". É um país assim que nós temos.
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De Leonor Barros a 19.01.2013 às 11:04

Não concordo, Alexandre. Uma coisa é os cidadãos decidirem emigrar livremente, uma opção válida que nem sequer ponho em causa, outra é serem obrigadas a isso, deixar famílias para trás, a sua vida, o país, as raízes e deixarem o país mais pobre, porque as condições sociais assim o exigem. Não me parece que na situação actual quem parta, vá voltar algum dia.
Quanto aos jovens, não têm qualquer alternativa neste país. Emigrar não é uma opção, é uma inevitabilidade e aí reside toda a diferença.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 19.01.2013 às 15:09

Leonor, infelizmente este país é o que as gerações activas no pós 1974 deixam aos filhos. Não há inocentes nesta matéria. Pelo menos desde o sec XV, os portugueses nunca conseguiram construir um país onde todos pudessem fazer a sua vida, e pelos vistos nunca conseguirão. Para mim seria mais interessante discutir as razões dessa impossibilidade.
Em relação aos "dramas" pessoais e familiares que a emigração possa provocar, confesso que me passa um bocadinho ao lado, provavelmente porque tendo a minha Mãe três filhos, estivemos todos lá fora simultaneamente, com a particularidade de os meus irmãos nem sequer poderem vir a Portugal. Não foi fácil para Ela nem para o meu Pai, mas conseguimos sempre viver muito bem com isso.

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