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Abril de 2011:

 

No final de uma visita a uma delegação da Cruz Vermelha Portuguesa, na Parede, no concelho de Cascais, questionado pelos jornalistas se concorda com esta decisão, Pedro Passos Coelho respondeu: «Eu creio que o Governo fez mal quando concedeu esta tolerância de ponto».

«Já temos um fim-de-semana bem prolongado, e, portanto, o país não precisava, numa altura em que está a pedir a toda a gente na Europa que o ajude porque não é um país ainda suficientemente competitivo, porque não somos suficientemente produtivos», considerou.

Segundo o presidente do PSD, «na prática, o que o Governo disse foi: façam mais um dia de feriado, porque o país é suficientemente rico para poder ter mais um dia de descanso».

«É um mau sinal, é um sinal negativo, que tenho pena que tenha ocorrido», reforçou Passos Coelho.


Dezembro de 2012:


Governo dá tolerância de ponto a 24 e 31 de Dezembro.


26 comentários

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De Não exageremos... a 06.12.2012 às 14:36

Bem, também é verdade que no ano passado o 24 e o 31 calhavam a um sábado.
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De fatima a 06.12.2012 às 14:47

"Governo dá"? E já agora o Governo pode informar quanto é que pretende gastar com esse "donativo"?
E é do bolso dele (governo), ou do nosso (contribuintes)? Gostava que por uma vez o "Governo" me respondesse a estas questões.
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De portuguesacoriano a 06.12.2012 às 17:41

Nem uma nem a outra. É uma oferta da Merkel.
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De portuguesacoriano a 06.12.2012 às 15:00

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De Tiro ao Alvo a 06.12.2012 às 15:18

As situações não são comparáveis. A festa do Natal não seria festa se na véspera fosse dia útil de trabalho -o dia 23/12 cai, este anos, à 2ª feira. Não acredito que esse dia seja aproveitado, pela esmagadora maioria dos portugueses, para passar férias, ao contrário do que acontece pelas festas da Páscoa.
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De portuguesacoriano a 06.12.2012 às 17:50

Pois, a restauração da independência, não se comemora porque são muitos feriados, faz mal ao país. Folga para os funcionários públicos(belo patrão, o vosso)é que sim. Mais uma que mostra o quão in,dispensáveis são, e que tal 365 dias de tolerância...
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De Estúpido a 07.12.2012 às 16:05

É o que dá as pessoas terem duas palas nos olhos. Ficam com a visão estreita. O que fez a AutoEuropa ou outra empresa digna dessa designação quando não tinha trabalho? Layoff. Ou seja reduz o horário de trabalho, reduzindo custos com pessoal. O que faz o estado quando a economia no país está parada e por arrasto alguns serviços do estado também o estão? E numa altura que precisa reduzir custos? Aumenta a carga horária dos funcionários, aumentando custos não só salários como energéticos e consumíveis. É isso mesmo que precisamos. Funcionários a coçar a barriga no trabalho a saírem ainda mais caros, pagos com o nosso dinheiro. Mas como o povo se deixa levar por frases fáceis e demagógicas, depois vemos comentários deste calibre.
Produtividade não é o funcionário X fazer 5 trabalhos e o funcionário Y fazer 6. É o X fazer 5 em metade do tempo que Y precisa. Isso sim é produtividade (admitindo que a qualidade do produto final é igual).
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De portuguesacoriano a 07.12.2012 às 17:08

obrando e andando, conhece?
Entre vossemecê e a AutoEuropa vão 2 ou 3 centímetros.
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De portuguesacoriano a 07.12.2012 às 20:29

Sr(a). estúpido(a)
Como não me escondo por traz do anonimato, e como não me fico por ajustes, opto por ajustar o calibre dos comentários e o sobrante fica para a sua respeitada consideração e devida resposta.
Apesar de não ser economista, o que nos dias de hoje não é atrevimento tentar ser-lo, vou lançar alguns dados. Aqui vão eles:
AutoEuropa- Segundo o INE, em 2009 esta empresa estava em 3º lugar no ranquing dos maiores importadores nacionais de matéria prima (entenda-se:comprar fora para transformar cá dentro) cerca de 45% era importado, e portanto é desde logo um défice de 45% no que representa o seu contributo para a economia portuguesa, isto sem falar no capital injectado pelo Estado, capital retirado dos nossos bolsos, e, agora apenas suspeitando; das eventuais contrapartidas à sua permanência no nosso território. Juntando à equação a margem de lucro que os alemães têm nas venda dentro do nosso território, duvido que seja um negocio para Portugal. Posto isto, digo-o com algum à vontade: a AutoEuropa dá prejuízo a Portugal.
Agora vejamos o sector publico:
O que produz?
-NADA. É indispensável no que diz respeito à manutenção social, no que diz respeito ao bem estar e direito à igualdade e à justiça. No contexto económico, dos mercados na globalização: acrescentar valor, directamente na economia, é simplesmente 0%.
Posto isto, vejamos o quanto custa ao nosso PIB, neste momento, a manutenção destes serviços: cerca de 12% do PIB
Prestações sociais: cerca de 22% do PIB (aumentam)
Somando estas despesas ás "gorduras" e outras despesas, o resultado é que o custo da maquina estatal ultrapassa os 50% do PIB.
(Não esquecer que ao PIB, há que subtrair o valor total das importações(compras) que têm de ser pagas)
Resumindo: Entre AutoEuropa e sector público, vão 2 ou 3 centímetros.


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De Tiro ao Alvo a 08.12.2012 às 13:27

Não sendo economista e, pelos vistos, pouco dado a números, por que resolveu vir para a praça pública falar de PIBes e dizer monstruosidades sobre a AutoEuropa e o sector público, sem se perceber bem do que estava a falar?
Eu sei que a ignorância é atrevida, mas...
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De portuguesacoriano a 08.12.2012 às 20:54

O chapéu fica bem, a pontaria é que não esta a condizer.
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De Estúpido a 10.12.2012 às 16:58

Eu não queria mas vou ter de responder a tamanhas barbaridades, caso contrário, corremos o risco de o ver a despejar barbaridades nos blogues. Como deve saber, de grosso modo um carro tem ferro (ou outros metais), plástico e borracha. Infelizmente nenhuma destas matérias-primas abunda no nosso país. Temos ferro, mas não o exploramos e as nossas siderurgias são uma caricatura. Petróleo também não há, portanto o plástico mesmo vindo de Sines, não deixa de ser importado. Borracha que eu saiba também é importada. Mas isso não tem mal nenhum, porque é corolário da economia que o produtor de matéria-prima é o mais baixo da cadeia e o que recebe menos. Intermediários e empresas transformadoras são as mais produtivas. Por isso é indiferente se importa 500milhões em equipamentos se após “transformação” vende tudo por 3x o valor que adquiriu. Além disso paga impostos e tem 3500 empregos directos, que também pagam impostos.
Caso ainda não tenha percebido, vou dar outro exemplo. Suíça. Mundialmente conhecida pelo seu chocolate. Que eu sabia, não produz cacau, açúcar, nozes, avelãs ou passas. Nem sequer deve ser autossuficiente em leite. Nem vou falar das embalagens. No entanto esse sector exporta para todo o mundo, é responsável por um número considerável de empregos e gera economia. E sabe o que é mais impressionante? É que a Suíça está metida num buraco, longe do acesso fácil aos portos que são o transporte mais barato entre continentes.
Mas com a sua resposta percebi uma coisa: é por causa de pessoas como você que o país é a merda que é. Vamos então cultivar nabos, couves, batatas a 1euro/kg que demoram 3meses a crescer, e depois vamos comprar um Iphone que demorou 1minuto a ser montado, e custam 800 euros (800couves pencas).
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De portuguesacoriano a 10.12.2012 às 20:35

Foi-se dar ao trabalho?!
Balança comercial de Portugal com Alemanha: fora o passado, vou só dar valores de janeiro a setembro deste ano (2012):
Importações de Portugal feitas à Alemanha: 4.750,00 milhões euros.
Exportaçoes de Portugal para a Alemanha: 4.276,00 milhões.
E paxorra???
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De portuguesacoriano a 10.12.2012 às 21:42

Valor monetário das importações de Portugal efectuadas durante o corrente ano e até este momento. Inclui bens e serviços (Euros): 58.500 milhões de euros.

Valor monetário de exportações de Portugal efectuadas durante o corrente ano e até este momento. Inclui bens e serviços (Euros):
45.400 milhões de euros.

Você conhece alguma mina de ouro, ou tem conhecimento de alguma coisa que tenhamos neste país para equilibrar este diferencial?
Quando peguei na sua conversa da AutoEuropa , não fui convencido nem determinado a deitar a baixa essa fábrica, falei e apontei o que eu tinha de concreto e o que não tinha frisei que era dedução, pois no passado recente , no tempo da Lei-off , ouvi falar em dinheirinho injectado por parte do estado português. Se ouve ou não, não sei nem me vou dar ao trabalho de investigar. Mas se ouve, fique sabendo que não chove dinheiro em parte nenhuma do mundo, isto tudo custa "carcanhol". A diferença é que quando eu, ou você, fazemos um negocio arcamos com as consequências. Quando é o Estado a fazer, arcamos todos e mais os nossos filhos e netos e por aí fora.
Neste país fala-se e pensa-se em cima do joelho, por isso é que você não me entendeu, e por isso é que este país esta na merda em que esta.
PS-Peço perdão pela minha linguagem reles.
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De Tiro ao Alvo a 12.12.2012 às 09:17

portuguesacoriano ,
Nunca ouviu dizer que o sapateiro não deve subir além da chinela?
Você, que escreve com erros grosseiros de ortografia, pois não distingue ouve do verbo ouvir, de houve do verbo haver, tem o desplante de vir para aqui e para outros lugares dar lições de economia? Modere-se, homem!

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De portuguesacoriano a 12.12.2012 às 15:20

E tudo o que você faz é apontar erros gramaticais... Isso não me admira nada, até porque já vi isso antes, em outros comentários, pois já fizeram o mesmo consigo, e agora tenta uma recompensa, o que só demonstra a sua frustração, pois afinal de contas não passa de um argumento mesquinho, fraco, de baixo nível , mais baixo que um chinelo.
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De Bartolomeu a 06.12.2012 às 16:01

É tudo pá estatística, meus!
Ao "dar" a véspera de Natal, o governo está a semear no tuga, um ser de raízes essencialmente campestres, o sentimento de recolhimento ao seio familiar. Este sentimento, por sua vez, origina no tuga o sentimento da nostalgia e eentão, pega nas magras migalhas do salário e vai desesperadamente comprar o brinquedo para o puto e o abafo para a velhota. Depois, enfarta-se com as azevias e o vinho novo feito com os bagos das velhas cêpas que o velhote, a muito custo e para não deixar morrer a tradição, vai cavando, vindimando e podando.
Chega então o Ano Novo e o Tuga, ainda inebriado pelos vapores do tinto novo e o dioxido-de-carbono que se soltou da braseira, faz contas e conclui que gastou o pouco que iria dar para alimentar o rebanho familiar, durante o primeiro mês do ano.
Então, em desespero de causa, pensa: perdido por cem, perdido por mil. Reune a famelga, enfiam-se no chaço e rumam à vila, ao restaurante do primo Afonso e da prima Amélia, onde almoçam e estoiram com o resto, obrigando os velhotes a completar a conta.
Três dias depois, aparece-nos no televisor a figura daquele rei-mago... o Gaspar, demonstrando que o poder de compra dos portugueses sobiu... estatísticamente.
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De Kruzes a 06.12.2012 às 16:12

Pois, pá! Dar estas tolerâncias de ponto é uma ofensa inqualificável aos que seguem religiões minoritárias. E porque não igual procedimento no Ramadão?! Ou, sei lá, quando o Benfica fôr campeão.
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De sampy a 06.12.2012 às 16:17

Caro Rui, é preciso enquadrar melhor a coisa:

http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/governo_acaba_com_toleracircncia_de_ponto_na_paacutescoa_e_fim_de_ano_act.html

O projecto era, este ano, acabar com três das quatro tolerâncias de ponto tradicionais. Ou seja: já estava previsto manter a do Natal (para não ir tudo a eito). Acabou por falhar foi o corte da do fim-de-ano.

Lembro também a revolta dos Entrudo-dependentes; e o boicote de um bom número de autarquias na altura da Páscoa...
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 06.12.2012 às 16:29

Rui, você é lixado, não deixa passar nada. Dê lá uma tolerânciazinha ao homem, afinal estamos a falar do Natal, e 24 e 31 calham este ano a 2ª feira.
Por outro lado, os portugueses já andam tão deprimidos, que estes diazinhos extra vão ajudar a preparar melhor o 2013 "anno horribilis". Talvez assim o SNS poupe algum na comparticipação dos anti-depressivos.
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De c. a 06.12.2012 às 16:35

Sem conotações partidárias: sempre achei que 26 de Dezembro devia ser feriado/tolerância de ponto, o que quiserem.
Não é daqui que vem o problema da falta de competitividade e evitava algumas mortes nas estradas.

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De Gi a 06.12.2012 às 17:00

Rui, terei sido a única pessoa a seguir o último link do seu post e deparar-me com uma máquina do tempo? Admito que fiquei um bocado confusa.
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De Rui Rocha a 06.12.2012 às 17:03

Ups. Já corrigido...
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De portuguesacoriano a 06.12.2012 às 17:15

Hoje não tive beca para noticias. Cheguei a pensar que era brincadeira do mister Rui.

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