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Manuela Ferreira Leite, em Novembro de 2010:

«Este Orçamento de Estado [de 2011, o último elaborado por José Sócrates] é o que o País precisa.»

«Não há outra solução, pode haver umas medidas melhores, outras piores, medidas assim, medidas assado, mas temos de percorrer este caminho.»

«É o início de um percurso longo e muito exigente. E que não pode ser desperdiçado com manobras políticas.»

«Ao primeiro sinal positivo, o Governo não deve recuar ou relaxar.»

«É preciso dizer às pessoas que este tratamento não é de um ano, nem de dois. O Governo dá a entender que em 2013 já estamos todos bem e não vamos estar todos bem.»

«Portugal está refém dos credores. (...) Quem manda é quem paga.»

 

Manuela Ferreira Leite, em Setembro, Outubro e Novembro de 2012:

«Este Orçamento é um afundamento total.»

«Quando olho para o Orçamento e o leio com a atenção devida tenho duas certezas: uma é de que não é exequível e outra é que abre um buraco negro muito grande sobre o nosso futuro.»

«Não tomaria nunca uma medida que tivesse um impacto tão violento.»

«Se não alterarmos a política, nada nos indica que vamos melhorar.»

«Só por teimosia se pode insistir na receita.»

«Sobre o mesmo assunto pode haver várias opiniões válidas. Um País governado com modelos é algo que me dá um enorme desconforto. Não podemos transformar o País num exercício de experimentação.»

«Este Orçamento deveria apresentar um plano B porque se por volta de Maio ou Junho se perceber que não vamos alcançar os objetivos então o que é que se faz? Vamos insistir?»

«Quando estamos no meio da ponte, temos que ter a maior das precauções, pois se vamos tomar as medidas todas muito depressa vamos cair ao fundo e quando surgirem as medidas [na Europa] já estamos afogados lá em baixo.»

«Estamos a tentar passar um atestado de estupidez aos credores, eles estão a perceber que não vamos conseguir cumprir.»

«Se conseguirmos fazer a consolidação orçamental até 2014 interessa-me pouco não entrar em falência se, simultaneamente, está tudo morto.»

«Se não houver uma alteração profunda de todo este processo de degradação política, efectivamente podemos continuar a dizer que se está em democracia mas na prática não é uma democracia.»

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