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«Não há normas. Todos os homens são excepção a uma regra que não existe.»

Fernando Pessoa (1888-1935)


20 comentários

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De Carlos Faria a 13.11.2012 às 13:26

Estava ansioso pelo número 100... talvez o maior poeta/pensador de todos os tempos em Portugal.
Compreendo, mas como o conjunto da sua obra só ficou praticamente conhecida depois da sua morte, dificilmente poderia receber a tempo o prémio Nobel
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 00:07

Sim, Carlos. Tal como sucedeu com Kafka, por exemplo. Dois escritores que mais teriam merecido o Nobel.
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De Luís Lavoura a 13.11.2012 às 14:00

Um verdadeiro liberal.
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 00:08

É um extraordinário pensamento, este. Pessoa, além de um poeta enorme e um prosador notável, era também um excelente pensador.
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De Luís Lavoura a 14.11.2012 às 16:02

Pois. Este pensamento mostra que pessoa via cada homem como um ser único, em vez de o ver primariamente como membro de um grupo - um ponto de vista tipicamente liberal.
Também noutros textos de Pessoa, sobre o comércio, se vê que os pontos de vista económicos dele eram tipicamente liberais, ou seja, que ele era a favor do comércio livre.
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 19:17

Esses textos são pouco divulgados e mereciam ser mais conhecidos.
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De c. a 13.11.2012 às 15:38

e... a propósito de Pessoa,
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=acortog
É altura!
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 00:05

Pessoa seria certamente o primeiro a assinar esta petição.
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De André Benjamim a 13.11.2012 às 16:06

Para acabar em grande! (Devia receber pelo menos 5 Prémios Nobel da Literatura...)
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 00:05

Sim, André. Contando com os heterónimos, naturalmente.
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De Anónimo a 13.11.2012 às 16:50

E se fosse a título póstumo?
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 00:04

O Nobel não é concedido a título póstumo. Esta é uma das regras do prémio.
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 00:13

Mas ficava-lhes bem, Gui, lá isso ficava.
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De André Benjamim a 14.11.2012 às 00:22

Na verdade essa regra não existe - embora só tenha acontecido uma vez, em 1931: Erik Axel Karlfeldt (havia recusado anos antes por pertencer à Academia). As regras de todos os Prémios Nobel são muito vagas e ambíguas - as ditadas por Alfred Nobel no testamento. As outras são implícitas - e decididas, mantidas, ou alteradas por quem é responsável pela decisão. Explicitamente nada impede que o Nobel seja a título póstumo. Mas não, não vai acontecer... com muita pena nossa :-)

P.S. O Prémio Nobel da Paz só com muita boa-vontade se pode dizer que respeita as «regras» testamentadas por Alfred Nobel, por exemplo...
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 00:38

Digamos que essa foi a excepção necessária para a confirmação da regra (vigente, mesmo sem ser expressa). Não conheço outra. Excepção que não por acaso beneficiou um sueco: mesmo a título póstumo, jogava em casa. Se não houver outra, existe pelo menos esta semelhança entre o Nobel e o futebol: o factor casa conta.
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De André Benjamim a 14.11.2012 às 00:43

Cá para mim deram-lhe o Nobel depois de morto para não ter o desplante de voltar a recusar... :-)
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De Pedro Correia a 14.11.2012 às 23:15

Estava bem morto. E assim ficou, André. O Nobel não conseguiu ressuscitá-lo.

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