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Da Democracia na América

por Jorge Assunção, em 30.04.09

 

É, também, no respeito que os governantes têm por aqueles que governam que se encontra a grandeza do país em causa. E os jornalistas são, além de vigilantes para com os abusos do poder, os melhores intermediários que um povo pode ter na sua relação com quem exerce o poder.

 

A foto foi roubada daqui e uma óptima entrevista com o recém eleito presidente Obama pode ser encontrada aqui.


9 comentários

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De Luís Lavoura a 30.04.2009 às 09:40

Que visão tão idílica dos jornalistas!

Em grande parte dos casos, os jornalistas são cooptados pelo poder (tanto político como económico), e são os representantes desse poder junto do povo, e não o inverso.

Repare o Jorge que aqueles jornalistas que estão naquela sala são escolhidos para ali estar. Não estão ali todos os jornalistas dos EUA, mas apenas aqueles que o poder quer que estejam. Ou seja, há um acesso às fontes noticiosas que nem todos têm, e que se paga caro. Só tem acesso quem se porta bem.
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De Jorge Assunção a 30.04.2009 às 13:02

"Em grande parte dos casos, os jornalistas são cooptados pelo poder (tanto político como económico), e são os representantes desse poder junto do povo, e não o inverso."

O quê que o Luís quer dizer por "grande parte dos casos"? É que se entende tal por a maioria dos casos, então eu mantenho a minha visão idílica, se refere-se a um dos perigos que se coloca ao jornalismo, concordo consigo (nada no meu post diz o contrário). Acho é que, por vários motivos, é mais fácil nos EUA manter uma independência para com o poder político que noutros países (e estas coisas não se ficam pelos jornalistas, podia alargar-me ao poder judicial, etc...).

"Repare o Jorge que aqueles jornalistas que estão naquela sala são escolhidos para ali estar."

Pois são. Mas existe transparência no processo de escolha e na identificação dos presentes e ausentes, bem como de quem coloca e que tipo de pergunta cada interveniente faz.
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De João Carvalho a 30.04.2009 às 14:00

Claro. Até porque, se não existisse transparência na selecção, é fácil imaginar a reacção da Comunicação Social norte-americana.
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De tric a 30.04.2009 às 11:00

"E os jornalistas são, além de vigilantes para com os abusos do poder, os melhores intermediários que um povo pode ter na sua relação com quem exerce o poder."

estas deviam ser a funções mais nobres do jornalismo, mas realidade demonstra facilmente, que a função mais praticada e que dá mais progressão na carreira, pelo menos em Portugal, é dormir com o Poder...



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De João Carvalho a 30.04.2009 às 14:04

Acha? Boa parte dos processos que têm agitado (e agitam) o País foram 'iniciados' pela Comunicação Social que temos.
Bons e maus há em todas as profissões, mas (felizmente) os bons estão sempre em maioria em todas elas.
Para não se ser injusto, convém não se ter a memória assim tão curta...
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De tric a 30.04.2009 às 18:46

"Para não se ser injusto, convém não se ter a memória assim tão curta..."

pois não, basta recordar o que foi o jornalismo da era Guterrista, em que nos deram a percepção que caminhavamos para o paraiso, quando afinal...
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De João Carvalho a 30.04.2009 às 19:37

Acha? Boa parte dos processos que têm agitado (e agitam) o País foram 'iniciados' pela Comunicação Social que temos.
Bons e maus há em todas as profissões, mas (felizmente) os bons estão sempre em maioria em todas elas.
Para não se ser injusto, convém não se ter a memória assim tão curta...
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De tric a 30.04.2009 às 21:42

pois, pois ... confiar nos jornalistas, depois do que se passou na Governação Guterrista!!?? podiam ter ao menos num acto de humildade, ter pedido desculpa!!





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De Pedro Correia a 01.05.2009 às 02:54

Acha? Boa parte dos processos que têm agitado (e agitam) o País foram 'iniciados' pela Comunicação Social que temos.
Bons e maus há em todas as profissões, mas (felizmente) os bons estão sempre em maioria em todas elas.
Para não se ser injusto, convém não se ter a memória assim tão curta...

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