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Orgulho familiar

por Helena Sacadura Cabral, em 17.07.12

 

Os que me lêem sabem a importância que para mim tem a família. E o orgulho que tenho no nome que o meu Pai me legou.

A caricatura acima, reproduzindo o meu tio com Gago Coutinho, faz parte de um conjunto com que o cartoonista António embelezou, pela primeira vez, as paredes de uma estação de metro.

 

Trata-se da Linha Vermelha e da sua extensão até ao Aeroporto. Estão lá muitos outros homens e mulheres retratados, mas permitam-me que hoje seleccione aqui, apenas o irmão de meu Pai, porque ele constitui para todos os meus uma verdadeira referência familiar.


7 comentários

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De fernando antolin a 17.07.2012 às 21:20

Não entendo porque não é acrescentado o nome de Sacadura Cabral ao de Gago Coutinho, na avenida que já tem o nome deste último. E dava-se outro nome à artéria para onde "desterraram" o seu Tio , quase perdida entre o Campo Pequeno e a Av. de Roma... ou porque não re(nomear) um aeroporto nacional, o de Lisboa, pois então, com esses dois nomes ?? Antes isso que o do Porto com o nome de Sá Carneiro, que morreu como morreu e ia para lá... desculpem o mau-feitio, vim a Santarém ver a minha mãe e estive a suportar uns agradáveis 41 ou 42º ...mas abençoada a paciência do pessoal do Hospital.
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De Ana Vidal a 17.07.2012 às 22:06

Também nunca entendi porque é que a avenida não tinha os dois nomes, que aparecem sempre associados. E parece-me óptima essa ideia de baptizar com os nomes deles o principal aeroporto do país. :-)
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De da Maia a 17.07.2012 às 22:10

Fazer a viagem no contexto da 1ª República foi uma proeza, já que o regime favorecia pouco as proezas.
Terem inviabilizado o posterior projecto de circum-navegação mostra isso...
Não sei se conhece esta notícia:
http://www.etudogentemorta.com/2010/09/a-morte-de-sacadura-cabral/

Neste caso o corpo nunca foi encontrado, noutros casos de grandes exploradores já nem encontramos a memória, de tal forma o país aceita sonegar a sua história.
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De CeC a 18.07.2012 às 00:03

Helena, é de valor o(a)s indivíduo(a)s que vencem a impertinencia da imortalização que o tempo desafia.

Fico muitas vezes a ponderar que somos um desafio
à 3ª geração; isto no sentido de todos conhecermos os nossos pais, os nossos avós... mas e os nossos bisavós, os nossos tetravós?
Há, no entanto, aqueles que conseguiram ultrapassar os limites de Chronos e ganhar uma imortalização que chegará aos descendentes.
Admito, com alguma falta de modéstia que é um plano a longo prazo que anseio. A imoralidade da memória.
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De Helena Sacadura Cabral a 19.07.2012 às 11:28

Caro Cec
Julgo que quererá dizer a "imortalidade" da memória e não a "imoralidade"...
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De CeC a 19.07.2012 às 23:49

Obrigado pelo reparo, Helena; teve toda a razão no "julgamento". O mais certo é ter sido algum tipo de desconcentração a quando aceitar a correcção automática do browser.
Espero, no entanto, que a mensagem que tentava transmitir tenha tido bom seguimento. =)

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