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Ray Bradbury (1920 - 2012)

por João Campos, em 06.06.12

(22.08.2012 - 06.06.2012)

 

Everyone must leave something behind when he dies, my grandfather said. A child or a book or a painting or a house or a wall built or a pair of shoes made. Or a garden planted. Something your hand touched some way so your soul has somewhere to go when you die, and when people look at that tree or that flower you planted, you're there.

 

It doesn't matter what you do, he said, so long as you change something from the way it was before you touched it into something that's like you after you take your hands away. The difference between the man who just cuts lawns and a real gardener is in the touching, he said. The lawn-cutter might just as well not have been there at all; the gardener will be there a lifetime.

 

Ray Bradbury, Fahrenheit 451 (1953)


5 comentários

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De Pedro Correia a 07.06.2012 às 01:19

Por coincidência, tenho andado por estes dias a reler os contos policiais e de 'suspense' do Ray Bradbury (versão portuguesa da Gradiva, sob o título 'Memórias do Crime'). Uma preciosidade dentro do género, inesperado para muitos dos admiradores deste autor.
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De Pedro Correia a 07.06.2012 às 01:20

Já me esquecia de assinalar: Fahrenheit 451 é um dos livros da minha vida. Melhor o livro do que o filme do Truffaut.
(um dia destes tenho de lançar aqui uma série que compara livros e as respectivas versões cinematográficas)
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De João Campos a 07.06.2012 às 19:22

É uma excelente ideia, essa série. Estou a recordar-me de outras ideias que surgiram nos últimos tempos.

Fahrenheit 451 é extraordinário. Hoje mesmo comprei "The Martian Chronicles", que ainda não tinha lido - parece-me ser uma boa altura colmatar esta falha.
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De jsp a 07.06.2012 às 15:16

"Death is a lonely business" - estava cheiinho de raz-ao...
Que descanse em paz.
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De sampy a 07.06.2012 às 21:56

Lembro-me de o ver na televisão, no início dos episódios de uma série baseada nos seus contos. Aquele minuto inicial era o melhor dos convites...

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