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Acordo burrográfico (98)

por Pedro Correia, em 05.06.12

- Papá, os habitantes do Egito são egícios?

- Sim, filho. E vivem em irâmides.


14 comentários

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De Bartolomeu a 05.06.2012 às 15:39

Agora que o Pedro Correia toca no assunto, estou a recordar-me de que, quando estive no Egípto, notei que faltava ali qualquer coisa... afinal, era o pê da pirâmide.
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De Pedro Correia a 05.06.2012 às 23:45

Anda desaarecido em arte incerta.
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De Ana Lima a 05.06.2012 às 15:57

Apesar de, neste caso, o p até permanecer na palavra egípcio, este pequeno diálogo é delicioso. :)
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De Pedro Correia a 05.06.2012 às 21:42

Elo menos odemos brincar um ouco com as alavras. A Cleóatra não se imorta.
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De José Moura Pereira a 05.06.2012 às 17:02

Já tínhamos os açores (supostas aves) e o lince da Malcata, agora também temos as consoantes mudas!
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De Pedro Correia a 05.06.2012 às 23:44

Caro José, as consoantes mudas são uma espécie em vias de extinção devido à acção predadora do lince do Malaca.
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De Helena a 05.06.2012 às 18:07

Maravilhoso. Ao menos o Desacordo, ou melhor os posts aqui no Delito, têm o dom de nos fazer rir.
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De Pedro Correia a 05.06.2012 às 23:42

A intenção é essa, Helena. 'Ridendo castigat mores'.
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De Francisco Seixas da Costa a 05.06.2012 às 23:45

Reconheço que esta é boa!
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De Pedro Correia a 06.06.2012 às 00:01

Meu caro embaixador, à beira do fim da série registo com agrado mais uma prova do seu bem humorado e jamais desmentido 'fair play'. Polegar para cima!
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De c. a 06.06.2012 às 15:29

«Fair play»? O «acordo» consubstancia um crime inédito na história da humanidade e está a ser impingido em violação dos mais elementares princípios do estado de direito, e tudo para satisfazer as palonças ambições do nacionalismo brasileiro.
Fair play?
Não há nada de "fair" na imposição desta «féerie» maçónica do "venerável" Sarney.
A propósito, o inglês e o francês nunca tiveram "reformas" (e muito menos «acordos»)ortográficas: como em qualquer país de analfabetismo zero, a ortografia estabilizou há muito.
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De c a 06.06.2012 às 17:21

Ah e faltavam os parabéns pela graça, que merece muito e muitos.
Egipto sem «p» ou tt de Egitto parece-me que apenas os brasileiros escrevem, não havendo o menor motivo para que abandonemos a ortografia universal.
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De Pedro Correia a 07.06.2012 às 00:37

A recente cimeira de ministros da educação lusófonos prometeu que haverá uma revisão do "acordo". Por sinal num comunicado redigido em português, não em acordês.
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De c. a 07.06.2012 às 14:05

Caro Pedro Correia,
Não esqueça que o secretário viegas exigiu, já há anos, que uma croniqueta sua fosse em acordês e que aparecesse expressa menção a tal... Terá sido mesmo o 1º escrevente a fazer tal, do que é suposto orgulhar-se bastante.
O inacreditável é que se diga que era contra o acordo...
O mesmo secretário tem umas inacreditáveis declarações dando como inevitável o desaparecimento do português europeu - o que está a acontecer - verificável por quem quer que use o google -, mas por via do «acordo», como refere Isabel Buescu e não por falta dele.
Acordo que não foi sequer ratificado (Angola e Moçambique parece não quererem contribuir para o peditório brasileiro), o «acordo» não está "de jure" em vigor!) e não se vê ninguém advertir para a monstruosidade que é a criação artificial de diferenças entre o português de Portugal e os daqueles países africanos que escrevem o mesmíssimo português que nós.
Tudo isto seria em qualquer país um escândalo sem nome, porque, entre outras coisas, representa o espezinhar do estado de direito e uma ofensa grave à cultura portuguesa.
Do viegas, espere declarações sobre os livrecos dele ou sobre a selecção de futebol - que não deve tardar.
Depois, se quiser perceber os mistérios que rodeiam o assunto, siga o avental... A ideia é deles.

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