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A autoridade do Estado.

por Luís M. Jorge, em 10.05.12

Talvez seja a grande questão política das décadas que agora começam. A inversão de valores de Reagan e Thatcher tornou as economias do Ocidente reféns de um punhado de decisores não eleitos. A crise de 2008, é bom não esquecer, foi provocada por esta gente. Ora, nós estamos tão contaminados pela retórica liberal que se torna necessário um trabalho de higiene: os Estados precisam de recuperar a autoridade que perderam. Os Estados devem decidir que dívidas pagam, quando as pagam e em que condições. Alcançar isto é o trabalho da Esquerda.


40 comentários

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De Luís M. Jorge a 10.05.2012 às 23:32

Na Suécia é mais. Eu trocaria de bom grado.
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De João Campos a 11.05.2012 às 00:29

Mas para isso precisas de suecos, Luís. Isto com portugueses não vai lá.
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De José António Abreu a 11.05.2012 às 11:21

E, para além do que escreveu o João, não é tanto o ponto de chegada como o trajecto.
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De Luís M. Jorge a 11.05.2012 às 11:33

Reparem que isto é secundário para mim. O importante é alterar as relações de poder. Os Estados têm poder e já não sabem que o têm, porque passaram duas décadas e permitir que se esvaísse.
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De mg a 11.05.2012 às 16:55

A questão não é essa: é a caracterização, como liberal, de estados que se apropriam de 40% do produto da economia. Há que respeitar as palavras. Um mínimo que seja.
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De Luís M. Jorge a 11.05.2012 às 17:58

Eu não caracterizei o Estado como liberal. Para respeitar as palavras é preciso ultrapassar a iliteracia.

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