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"Jornalismo travestido"

por André Couto, em 22.04.09

 

 

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11 comentários

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De Anónimo a 22.04.2009 às 10:49

Travestido no sentido de que é uma mulher com eles no sítoi, deve ser isso.
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De Sara a 22.04.2009 às 18:32

Já o anónimo... Mas agora a sério, eu se fizesse tanta porcaria mas o meu marido fosse dono daquilo tudo, também os tinha no sítio!
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De Cavadoude, Rapoula e Valhelhas a 22.04.2009 às 11:04

Jornalismo travestido parece-me mais o de D. Fernanda Câncio...
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De André Couto a 22.04.2009 às 11:07

Todas as inúmeras diferenças saltam à vista de quem olha e lê. Mas a interpretação disso fica ao critério dos instintos de cada um.
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De Ana Cristina Leonardo a 22.04.2009 às 13:20

não será travestido um insulto aos travesti? não deveria a palavra ser evitada, à maneira do "autismo"? eu se fosse travesti chateava-me!
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De Anti a 22.04.2009 às 20:51

Este post, revela uma coisa. A doutrina Socrática começa a fazer escola. Cada um sabe de si!
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De Jaime Sá a 22.04.2009 às 23:31

Especialmente nos tempos em que o ciclismo impera... toca a 'pedalar'! Mas cada um por si... Acredito que hajam alguns que vão tentar pedar para S Bento. Tipo, "ó Zé, se quiseres faço umas horinhas a limpar o pó da sala, desde que depois me dês qualquer coisinha"!
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De Daniel João Santos a 22.04.2009 às 21:53

Vou ter pesadelos hoje.
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De JC a 22.04.2009 às 23:57

Quando os miudos não querem comer a sopa digo-lhes que passo para o canal 4 à hora do jornal nacional e comem até a dobrar!.
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De Anónimo a 24.04.2009 às 22:39

Abençoado primeiro-ministro, só esta atitude de força perante a monstruosidade jornalística que é o pseudo-jornal nacional da tvi já merecia o meu voto nas próximas eleições. Muito honestamente, e fora deste primeiro desabafo de brincadeira, poderá ter-se excedido no modo como se expressou, mas não disse nada que não seja justo e verdadeiro. O jornal da TVI é uma palhaçada, e só o zé-povinho ansioso do drama é que pode apreciar tal novela de ficção.
O jornalismo, pelo menos o de qualidade, deve ser o mais objectivo e imparcial possível. E nesse exemplo, o da TVI é o pior que conheço a nível nacional e internacional.
Durante as sextas-feiras Manuela Moura Guedes apresenta um jornal que funciona em função da sua opinião. A cantora comenta, senão todas, quase todas as notícias que são apresentadas como se estive a falar com a sua vizinha. O rigor e ética jornalística não lhe dizem rigorosamente nada, e gosta de exibir as suas opiniões, que, pelo menos no meu entender, ultrapassam de longe o básico e o ridículo.

O jornalismo da TVI em geral é patético e mesmo estrambótico. Qualquer espectador consegue ver o entusiasmo com que uma noticia de desgraça é transmitida, “Ouve um ataque terrorista que provocou a morte 1000 pessoas!” (o Yupiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, apesar de não audível é praticamente intrínseco). Tudo isto pelo prazer ridículo que lhes dá a emoção e dramatismo de uma noticia que aumente as audiências.
Inclusivamente na Economia e situação de crise que passamos o mesmo se sucede, o sorriso quando o desemprego aumenta é inconveniente e mesmo desumano.
Todo este quadro negro se justifica pela luta das audiências, interesses políticos e partidarismos de segunda. Não admira a indignação do Primeiro-Ministro, porque o ataque feito a sua pessoa vai muito além das suas convicções e enganos ou desenganos políticos, é um ataque pessoal do mais baixo nível, como só a TVI gosta de fazer. E cada um de nós, que ponha de lado as desavenças políticas e aquilo que lhe vemos de negativo, e pensemos se gostávamos de ser alvo das mesmas injúrias.
A TVI que tanto critica, devia ser autocrítica. Em termos de Jornalismo, não passa de uma empresa de cariz familiar, em que a matriarca é, e desculpem a franqueza, uma boba da corte transvestida e perturbada.
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De Ricardo a 24.04.2009 às 22:52

Não posso ainda deixar de dizer, que pessoalmente não tenho nada contra a Dr. Manuela, formada em Direito em Lisboa, com sucesso e distinção, que deu aulas como assistente, e que chegou em tempos bem remotos a ser uma boa jornalista. Mas que confunde as suas convicções com o seu profissionalismo, e o seu local de trabalho com a sua casa e seio familiar. A distinção tem a ver com dignidade, seriedade, profissionalismo e equilíbrio, não com sensacionalismo.

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