Ministro(s) a mais
Por falta de vontade, o que é grave, ou por falta de capacidade, o que é mais grave, o governo tem óbvia dificuldade para diminuir as suas despesas. Contudo, para grandes males, grandes remédios: se o governo não consegue de outro modo, mais valia ter cortado um ministério inteiro, que a poupança já seria jeitosa.
Com efeito, tratava-se apenas de decidir entre ter um Ministério do Ambiente e da Cultura ou um Ministério da Cultura e do Ambiente. Um e outro são tão transparentes que ninguém sentiria a falta nem daria pela diferença. Percebe-se, claro, que a decisão seria complicada. Afinal, se cortasse os dois teria poupado muito mais. E também ninguém daria por isso...

