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Num dia afirma-se de forma peremptória ao vivo e a cores que o corte nos subsídios vigoraria em 2012 e 2013, à tarde era afinal até 2014 e hoje diz-se que afinal não houve contradição nenhuma. Nós merecíamos mais respeito, senhores governantes. Deve ter sido por isso que, cansados das trapaças anteriores, os elegeram. Merecíamos mais.


24 comentários

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De Francisco Serafim a 05.04.2012 às 14:35

Gente sem vergonha. No governo ninguém tinha a percepção de que o país só esperava os cortes em 2012 e 2013. Sonsos. Eu sei que sonsos e sem vergonha, sendo muito, é pouco.
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 17:00

Ainda um destes dias Mariano Rajoy pediu desculpas aos espanhóis pelos cortes, aqui só vejo sombranceria e arrogância.
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De semiramis a 06.04.2012 às 04:02

E lata, pois em 2015 é ano de eleições e virá um aumentozito de 3,75% dos salários e pensões de 12 meses e ainda vamos ouvi-los dizer: «estamos a fazer o que podemos e vejam que os "outros portugueses" não tiveram nenhum "aumento"!». Claro que contam com a iliteracia financeira da maioria.
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De Leonor Barros a 06.04.2012 às 10:17

É, 2015 é ano de eleições e miraculosamente é a partir desse ano que vão começar a ser repostos os subsídios. Coincidência, obviamente e maldade nossa que estamos a ver nisto o golpe mais comum de todos os governantes: comprar votos por um prato de lentilhas.
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De Pois...Pois. a 05.04.2012 às 15:51

A pessoa que afirmou:
- Dizer que o PSD quer acabar com o 13º mês é um disparate
- Do nosso lado não contem com mais impostos.
- O IVA, já o referi, não é para subir.
- Se vier a ser 1º ministro, a minha garantia é que (a carga fiscal) será canalizada para os impostos sobre o consumo e não sobre o rendimento das pessoas.
- Eu não quero ser 1º ministro para proteger os mais ricos.
- Quando for para apertar o cinto , não fiquem aqueles que têm a barriga maior a desapertá-lo e a folgá-lo.
- Tributaremos mais o capital financeiro, com certeza que sim.
- Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam.
- Não quero ser eleito para dar emprego aos amigos.....

Há alguém que acredite no aldrabão mal educado de Massamá ?
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 17:01

Claro que há. Veremos nas próximas eleições.
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 17:02

Já não posso. Tanto desrespeito e mentira faz-me mal e o pior é que despojada de subsídios e com um corte considerável no salário nem os posso mandar à fava e ir arejar.
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De Maria_S a 05.04.2012 às 17:26

E vai ser gradual tipo 5€ em 2015, etc ;).
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 17:36

Tanto? Mal posso esperar :)
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De AEfetivamente a 05.04.2012 às 17:38

É verdade. Tb já me queixei, lá no AE. É demais, Leonor!
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 17:49

Eles não acham, Fátima. Só os grandes são capazes de humildade, não estes evidentemente.
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De lucklucky a 05.04.2012 às 17:54

Uma cultura que não faz contas, nem quer aprender a fazer tem os políticos que merece.

Continuam a não perceber mesmo depois desta notícia.
É só fazer contas para perceber que os cortes são permanentes.
Permanentes mesmo quando aparecerem 14 meses...
Simples contas nada complicadas.

Não percebem que cerca de 20%(com défice de >10%) dos ordenados dos funcionários publico e de pensões era dinheiro pedido emprestado ao mercado e que tal coisa não pode continuar. Nós não produzimos essa riqueza.
Como é evidente não nos vão emprestar 20% cada ano para sempre.

O Longo Prazo que os Keynesianos dizem que chega quando estamos todos mortos chegou agora. Ainda vejo muitos vivos.
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 18:03

É portanto normal que o Primeiro-ministro deste país minta aos seus concidadãos?
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De lucklucky a 05.04.2012 às 19:28

Qual foi o Governo que não aumentou impostos?
E qual foi o que disse na campanha eleitoral o aumento de impostos?
Ou seja todos mentiram.
Logo neste país é normal mentir pois os cidadãos não querem saber fazer contas.
Logo aceitam para políticos quem oferece mais no momento sem pensar nas consequências futuras.
Não estou a falar sequer de primeiros ministros - esses são resultado da escola que é o País-
A mentira ajudou a todos enquanto houve quem emprestasse dinheiro. Pois era o presente.

A Democracia viveu durante estes quase 40 anos a explorar a baixa dívida deixada pela ditadura e a aumentar impostos. 15% do PIB em Dívida para mais de 110% hoje e ainda teve as ajudas Europeias em cima.
A Democracia vai ter de mudar de vida.
Há ondas curtas e ondas longas. Esta é uma onda com 40 anos.
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 21:40

E como todos mentiram aceitemos de cabeça baixa e subserviente as aldrabices de mais um governo que num momento destes ludibria os cidadãos com a maior desfaçatez. Jamais concordaremos. O que está a acontecer é uma vergonha.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 05.04.2012 às 17:56

Andamos há um ano a falar de bancarrota com uma certa ligeireza, como se fosse uma dor de dentes que mais dia menos dia vai passar. Agora estamos a tomar consciencia de que vão ser precisos anos para sairmos disto.
Nos ultimos cinco anos houve varias pessoas em Portugal que avisaram que se não se arrepiasse caminho, isto iria acontecer. Mas como estavamos, pelo menos a grande maioria, numa boa ninguem ligou. Tinhamos dinheiro ou credito para ir "arejar", comprar casas, pó-pós pró papá, prá mamã, e prá catraiada, vestir trapinhos de marca, e se comprados em Paris, melhor ainda, almoçar e jantar fora varias vezes por semana, etc etc.
Chegou a altura de assentarmos os pezinhos no chão , porque nunca mais vamos ter uma vida assim, e muito menos os nossos filhos, que hão-de andar bastos anos a pagar as dividas que nós lhes deixamos.
Pelas reacções a este assunto, parece-me que há muito boa gente que ainda não percebeu bem a dimensão do sarilho em que estamos metidos!
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 18:08

E por estarmos metidos num grande sarilho o mínimo que se podia esperar era que nos tratassem de forma honesta e digna. Não é o caso.
Quanto ao 'gastámos e andámos', pois, cada um fala por si. A mim não adiantou nada cumprir com os meus compromissos e deveres como funcionária pública muito além do que me foi exigido, com sacrifício da minha vida privada sempre em prol de uma missão, prestar o melhor serviço possível ao meu país. Sou tratada como lixo, lixo que se desejaria descartável para ser mais fácil. É legítimo que me sinta indignada.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 05.04.2012 às 19:03

Longe de mim negar o seu direito à indignação, e muito menos, a sua devoção à causa publica. Mas o meu ponto, é que continuamos a dar mais importancia ao acessorio, e menos ao essencial.
Não sou advogado do 1º ministro, mas em setembro passado, ele já tinha dito à TVI que os subsidios de ferias e de Natal só voltariam em 2015, de acordo com declarações do Paulo Almoster ontem à tarde na TVI24, mas provavelmente os midia nessa altura estavam mais preocupados com outras coisas, e ninguem falou do assunto.
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 19:27

Só agora é que o Primeiro-ministro foi claro em relação a esta questão, lamento. E se já tinha dito tinha tido agora a possibilidade de contra argumentar. Não nos estão a contar a verdade toda e isso é desonestidade. Como agora esta situação da proibição das reformas. Pelo que sei foi aprovado em Conselho de Ministros a 29 de Março e só agora veio a público. Nem uma palavra na conferência de imprensa após o referido conselho de Ministros. Foi notícia há pouco na Antena 1.
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De AMD a 06.04.2012 às 01:27

Perguntar não ofende caro Alexandre, recebe ou não 13º e 14º ?
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De Leonor Barros a 06.04.2012 às 10:19

Aconselho a leitura do Expresso de hoje. Ao que parece há algum tempo que sabiam disto mas ficaram calados. Se o Sócrates era um mentiroso não sei o que será Passos Coelho. Lamento ter de falar assim dos governantes deste país mas estão a tratar-nos como lixo. Não são só as agências de rating.
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De M. Martins a 05.04.2012 às 23:02

merda de país! (sim classificou bem o post)
já levo uns anitos "disto" e não me lembro de ouvir uma linguagem tão "rasca" a governantes. Uns dias é da sarna outros do lombo ou do martelo. Uns trafulhas mentirosos como nunca houve. Neoliberalismo impante! Os subsidios já foram, digam o que disserem e o decreto publicado às escondidas sobre as reformas igual.
Acompanho-a na indignação.
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De Leonor Barros a 05.04.2012 às 23:07

Essa do decreto das reformas é mais uma. Sai hoje em Diário da República mas a decisão foi do Conselho de Ministros de 29 de Março, segundo a Antena 1. Uma afronta e falta de lisura e honestidade para com os cidadãos. Nunca pensei chegarmos a este estado.

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