E já agora, se não for utilizado o acordo ortográfico cai algum "C" ao Centro Cultural de Belém?
Vasco Graça Moura sempre disse o que pensava do coiso. E agora que assumiu novas funções, agiu em coerência com as suas convicções. Digam o que quiserem sobre o enquadramento de tal acto no âmbito da gestão de uma fundação de direito privado e interesse público. Repito, fundação de direito privado. D-i-r-e-i-t-o p-r-i-v-a-d-o. Repitam as vezes que quiserem até, por muito que custe, se convencerem. Digam o que quiserem. Sobre um ponto penso que estaremos de acordo. Sim, de acordo. Um acordo desses que pressupõe o encontro de vontades livres e esclarecidas. Um acordo a sério. Em matéria de acordo Vasco Graça Moura não é mudo. Nem é consoante.

