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40 anos

por Diogo Noivo, em 06.12.18

constitucion.jpg

 

Faz hoje 40 anos que a Constituição de Espanha foi aprovada em referendo com o voto favorável de 87% dos eleitores. Na Catalunha, a aprovação rondou os 90,5% e no País Basco os 69% (nos 30 dias que antecederam o referendo, a ETA cometeu 32 atentados e matou 15 pessoas porque "havia que criar uma forte tensão" antes do acto eleitoral).

Dos vários cadernos especiais feitos pela imprensa para celebrar a efeméride, destaco os artigos El nacimiento de una noción (Juan Francisco Fuentes no El Mundo) e Garantía de convivencia (Felipe González no El País). 

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38 comentários

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De Pedro Correia a 06.12.2018 às 14:55

Muito bem lembrado, Diogo. Uma data histórica - fundadora do mais longo período de paz, progresso e prosperidade em Espanha.
Um período do qual beneficiámos também. Ou não fossem os espanhóis os nossos principais parceiros comerciais. A estabilidade política em Espanha é um desígnio nacional português.
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De Luís Lavoura a 06.12.2018 às 15:04

Já no tempo do franquismo havia paz, progresso e prosperidade em Espanha. Eles não foram fundados pela Constituição de 1978.
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De Costa a 06.12.2018 às 17:24

A data assinala um marco decisivo (na história de um estado, uma constituição não será exactamente uma banal edição do jornal oficial, anunciando uma irrelevante nomeação para um obscuro posto na administração pública, ou mais uma taxa e taxinha das que bovinamente pagamos já sem dar conta) a partir do qual há paz, progresso e prosperidade. Como antes, admita-se. Mas, coisa está visto menor, com democracia.

A sua necessidade obsessiva de provar que tudo e todos à sua volta nada pensam ou escrevem de valor, e é sua a palavra certa, cega-o, Lavoura. Que belíssimo (mau) personagem de romance distópico é você.

Costa
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De Diogo Noivo a 06.12.2018 às 17:28

Gabo-lhe a paciência estóica e o espírito pedagógico, Costa. Temo, porém, que seja um esforço inglório.
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De Costa a 06.12.2018 às 19:17

Tem quanto à inutilidade do esforço toda a razão (do resto, agradeço-lhe as gentis palavras). É inútil, bem sei, mas há ocasiões - e tantas são as outras, em que se ignora, se consegue ignorar, o disparate - em que não há como não dar resposta.

Costa
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De atitopoteu a 06.12.2018 às 19:55

haverá sempre quem prefira glorificar o dia 23 de Fevereiro de 1981 !...
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De Desconhecido Alfacinha a 06.12.2018 às 15:28

Subscrevo.

Forte abraço,
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De Diogo Noivo a 06.12.2018 às 16:14

Nem mais, Pedro.
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De Octávio dos Santos a 06.12.2018 às 15:19

Um referendo que em Portugal não existiu. Como outros, aliás...
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De Diogo Noivo a 07.12.2018 às 11:16

Correcto. Em Espanha, a estrutura político-institucional foi votada pelo menos 3 vezes: na Assembleia Constituinte, no referendo ao projecto de Constituição e, antes, em 1976, no referendo ao Projecto de Ley para a Reforma Política. Se há coisa que não falta aqui ao lado é respaldo democrático e eleitoral à ordem legal e política vigente.
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De Octávio dos Santos a 07.12.2018 às 18:41

De um lado da fronteira sobeja, do outro escasseia esse «respaldo democrático»... Terá isso algo a ver com o facto de num lado haver uma monarquia e no outro uma república? Como eu afirmo no meu artigo «Restaurar o (bom) nome», publicado há uma semana no Público...

https://www.publico.pt/2018/11/30/politica/opiniao/restaurar-bom-nome-1852652

... Não é só este regime, esta terceira república portuguesa, que é ilegítima, mas também tudo o que politicamente foi imposto desde 5 de Outubro de 1910.
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De Anónimo a 06.12.2018 às 15:39

Espectáculo, o que seria de nós sem esta informação muito útil.

Não sei se só eu que estou esquecida, mas penso que Espanha não é uma região de Portugal!

Vejam aqui também:
https://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2018-12-06-Quem-e-a-adolescente-de-15-anos-que-foi-discursar-na-cimeira-do-clima-

Chama-se Greta Thunberg e nasceu na Suécia. Desde agosto deste ano que faz greve às aulas em nome das alterações climáticas. Pretende chamar a atenção de todos para a inércia dos políticos nas questões ambientais.

Agora desde pequenos que fazem "lavagens aos cérebros das pessoas" e depois elas vivem no seu mundo quase perfeito da fantasia.

E é claro que os media têm interesse nisto!

E eu que esperava que ela lutasse contra a violação de direitos humanos!

E neste país sabemos TUDO o que se passa no mundo, só não sabemos TUDO o que se passa cá.
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De Diogo Noivo a 06.12.2018 às 16:15

"greve às aulas em nome das alterações climáticas". Como é que eu não me lembrei disto no meu tempo de estudante?!
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De Luís Lavoura a 06.12.2018 às 16:30

Nem eu.
Mas parece que a dita miúda sueca está a ter muito sucesso internacional. Faz discursos, dá entrevistas, etc.
A capacidade de exportação dos suecos é coisa que me surpreende e fascina, porque não a entendo. É um povo com um talento excecional, surpreendente. Tiveram a Pippi das Meias Altas, os Abba, a Camilla Lackberg, etc. Até uma miúda que falta às aulas consegue tornar-se produto exportável.
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De Costa a 06.12.2018 às 17:10

15 anos de idade. Mais alguns e, sem qualificações, invocará e exigirá toda a sorte de apoios, protecções, rendimentos mínimos e o mais que puder sacar, financiados por quem estudou e vai trabalhar todos os dias. Se necessário invocará o seu sacrifício a uma causa superior e é bem possível que acabe confortavelmente encostada a uma ONG, debitando lugares comuns, cheia de autoridade, responsabilizando tudo e todos pelos males do mundo, e sem por uma vez na vida ter sabido o que são verdadeiras responsabilidades.

Costa
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De Pedro Vorph a 07.12.2018 às 08:51

Um exemplo, o desta miúda, Greta, que deveria ser elogiado, pois serão,eles, os mais jovens, a pagarem pelos disparates dos mais velhos. Uma referência também para os mais jovens não se afastarem da política e das reivindicações que lhes parecem justas. Contudo, costumeiramente, há -de vir logo a brigada do reumático, com o discurso moralista ,anquilosado, do bota abaixo , ornamentado numa conclusão pessoalizante , de vir a ser a dita adolescente, de 15anos, na melhor das hipóteses , um futuro parasita social.

O Costa, porventura , é um velho encostado, tendo-lhe bastado uns anitos de estudos ,numa altura em que um canudeco qualquer certificava-o para uma vida sem grandes preocupações. Ao contrário desta jovem geração, incoparavelmete mais bem preparada, mas de futuro incerto, por culpa dos desmandos "lúcidos " dos velhos "Costas".

Pedro Vorph.
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De Anónimo a 07.12.2018 às 16:05

G
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De Costa a 07.12.2018 às 16:07

O caríssimo comentador Vorph - figura omnipresente, e por mais do que uma designação, pelas caixas de comentários deste blogue -, entendeu com a sua tudóloga autoridade, sovar exemplarmente o meu carácter numas linhas que, acima, e para nossa ilustração, fez o favor de verter. Rogo por isso ao autor do postal o favor de aceder a publicar estas que agora, destroçado pelo vorphiano punho justiceiro, que liminarmente me pôs no meu lugar, tento sofrivelmente construir.

Este "velho encostado", o Costa, tem, como tal reconhecida pelo estado português, a idade de 58 anos. E acreditando que isso corresponde à verdade, mais não seja porque igualmente afirmado por mãe e pai, afortunadamente ainda entre nós, não será decerto um jovem. Daí a denominá-lo "velho" parece todavia ir a distância de uma infundamentada ousadia. O Costa ainda se interessa pelo mundo à sua volta, dá as suas corridinhas, sobe desembaraçado cinco andares de escadas e vai tendo uma relação aceitável com as suas digestões.

O Costa em causa, verdadeiramente "encostou-se" a si próprio. Cumpriu há meses quarenta anos de descontos ininterruptos para a segurança social (coisa que em tempos, parece, lhe concederia uma reforma não penalizada). O "canudeco qualquer" que de facto guarda numa gaveta e uma ou outra vez olha com terna nostalgia, corresponde a uma licenciatura das, digamos, antigas: daquelas de cinco anos (e o Costa sabe até que as havia mais demoradas) e não uma dessas mais recentes coisas bolonhesas que verdadeiramente são na melhor hipótese bacharelatos e através das quais essa "jovem geração, incomparavelmete mais bem preparada" engrossa largamente os call centers e as caixas de hipermercado (o que evidentemente se lamenta e é terrível injustiça) e chama a si, com três anos de passagem pela universidade, o título de Dr.. Coisa, já agora, que o Costa, porque apenas licenciado e sabendo bem o que o separa de um doutoramento, não faz

Licenciatura, permita-se ao Costa notar, iniciada e concluída no prazo curricular, em horário pós-laboral, em faculdade pública, sem equivalências concedidas em nome de qualquer experiência profissional, embora a tivesse e já longa, sem exames via telefax nem provas executadas ao domingo. Em suma, nesse campo o muito ou pouco que tenha conseguido fê-lo estudando. Coisa parece por cá não raras vezes bizarra.

"Certificava-o para uma vida sem grandes preocupações", escreve Vorph. É atrevida e cheia de certezas a ignorância, bem se sabe. O Costa conheceu aos quarenta e poucos anos a peculiar sensação do desemprego e a certeza de que a profissão que até então seguira já não reservava lugar para ele. De modo que voltou aos estudos, retomou e aprofundou uma qualificação que trazia da juventude, voltou a "fartar-se" de estudar, enquanto dava nessa nova profissão os primeiros passos - numa altura em que nela deveria normalmente já estar em posição de alguma senioridade - e fazia muito bem as suas continhas. Porque em matéria de encostos só se tinha a si mesmo.

Hoje o Costa até está, tudo visto, bem. Recebe daqueles recibos de vencimento através dos quais se apercebe que, com frequência, só começa a trabalhar para si e para os seus, já na segunda quinzena de cada mês. Coisa aliás que o enche de patriótico orgulho, conhecedor que é do bom uso que a administração pública faz dos dinheiros que tão parcimoniosa e meigamente arrecada. E nessa vida sem grandes preocupações que o poderoso raciocínio de Vorph logo divisou, dedica-se o Costa desde há uns anos a ajudar massivamente (e não precisará o Costa de detalhar de que ajuda se trata) os seus pais a acabar de viver - já agora com alguma dignidade; e perante a despudorada e cínica demissão do estado nessa matéria - e os seus filhos a acabar de crescer (processo por estes tempos cada vez mais lento, num país que de facto não é para velhos nem para novos). Escusado dizer que para o estado português a vasta maioria da ajuda assim prestada pelo Costa, aos seus ascendentes e descendentes, é vista com a mesma bondade fiscal com que encara - e usando expressão por algum tempo consagrada - devaneios em "copos e gajas".

(...)
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De Pedro Vorph a 07.12.2018 às 17:08

"invocará e exigirá toda a sorte de apoios, protecções, rendimentos mínimos e o mais que puder sacar"


"encostada a uma ONG, debitando lugares comuns, cheia de autoridade, responsabilizando tudo e todos pelos males do mundo, e sem por uma vez na vida ter sabido o que são verdadeiras responsabilidades."

O Dr. Costa, entendeu com a sua tudóloga autoridade, sovar exemplarmente o carácter de uma miúda de 15 anos que demonstra, em tão precoce idade, uma admirável consciência cívica. Quanto às possíveis formas de protesto de uma adolescente, elas são muito limitadas, em virtude do seu fraco poder social e reivindicativo, sendo o fecho de uma Escola, ou uma, simbólica, greve às aulas, uma estratégia atendível. Cada um combate, com as armas que tem, sendo a estratégia escolhida, por Greta Thunberg, de génio, pelo impacto que teve mundialmente. Uma miúda de 15anos....preocupada, possívelmente , com o problema mais grave que assola e assolará a Humanidade (migrações, extinção de espécies, novas doenças, fenómeno meteorológicos extremos, secas e fome...enfim que põe em causa a sobrevivência humana )

Quanto à sua história pessoal , que quer que lhe diga? Lamento, mas é banal.

Quanto à sua idade vejo nela a discrepância de uma velha forma de pensar . Subir lanços de escadas? Eu com 42 anos, com 2 hérnias cervicais, tendo ainda hipotireoidismo, ainda faço 100 flexões de braços, e dia sim, dia não, levanto 80 kg ,em supino de máquina, excercitando-me ,diariamente, com um kettlebell de 24kg, e socando, uma ou outra vez , um saco de boxe para aliviar o stress.
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De Costa a 08.12.2018 às 21:40

Vorph, pois claro que a minha história pessoal é banal! Tive foi que "fazer um desenho" para você perceber (mas que fazer?). Sem cartões de partido certo, sinecuras e prebendas. Por isso mesmo não me encostei a nada e vivo do meu trabalho. Há então privilégio (presumivelmente indevido, abusivo) nisso? Certo, dois e dois passam então a ser cinco.

Do resto, eu limito-me a ter uma saúde francamente razoável (nisso serei privilegiado). Já você, ó Dr.Vorph, em matéria de proezas físicas, algo me diz que exagera - não direi que mente, repare - com alguma exuberância. Da ironia cortante ao ridículo acontece, por vezes, haver uma distância muito curta. Muito fácil de transpor.

Costa
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De Pedro Vorph a 07.12.2018 às 18:46

Veja quantos jovens conseguirão uma carreira contributiva de 40 anos, com mestrado, pós graduação ,ou doutoramento ? Um minoria. ....um privilegiado, sem dúvida! !
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De Costa a 07.12.2018 às 16:09

(...)

O Costa, o seu raciocínio por tudo isto decerto irreversivelmente tolhido e desautorizado e incapaz de entender a (quanto mais equivaler-se à) extraordinária "lucidez" da Greta em causa - da lucidez da Greta e da autoridade do Vorph -, vê é com viva dificuldade como quer uma jovem corrigir um mundo cheio de erros - pelos quais ela vai sem dúvida pagar! - privando-se precisamente de qualificações (ela precisamente que tem o privilégio, cuja falta tantos lamentarão, de lhes poder aceder) que lhe concedam autoridade para apontar o mal e, sobretudo, apontar o caminho.

A menos que a jovem pense em vitimizar-se desde já e exigir a compensação por isso. Os momentos de crise são-no também de oportunidade, diz-se. Para mentes oportunistas, então...

De resto, parece que entre o Vorph e o Costa, e do que por aqui têm um e outro escrito, há apenas um ponto de acordo: o respeito pelos animais e o horror pela barbaridade a que a espécie humana desnecessária e impenitemente os sujeita. Se for só isso, já não é pouco. Aliás, atendendo ao que o Costa lê, do Vorph, está até muito bem que seja só isso.

Isso e a ocasional referência vorphiana (sob essa ou outra denominação) a um ou outro vinho.

Costa
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De Pedro Vorph a 07.12.2018 às 13:14

Se todos os adolescentes fossem assim haveria esperança


https://www.youtube.com/watch?v=1Cve4bLDrlM

For 25 years countless of people have stood in front of the United Nations climate conferences, asking our nation’s leaders to stop the emissions. But, clearly, this has not worked since the emissions just continue to rise.
So I will not ask them anything.

Instead, I will ask the media to start treating the crisis as a crisis.

Instead, I will ask the people around the world to realize that our political leaders have failed us.

Because we are facing an existential threat and there is no time to continue down this road of madness.


Rich countries like Sweden need to start reducing emissions by at least 15% every year to reach the 2 degree warming target. You would think the media and everyone of our leaders would be talking about nothing else — but no one ever even mentions it.

Nor does hardly anyone ever talk about that we are in the midst of the sixth mass extinction, with up to 200 species going extinct every single day.

Furthermore, does no one ever speak about the aspect of equity clearly stated everywhere in the Paris agreement, which is absolutely necessary to make it work on a global scale. That means that rich countries like mine need to get down to zero emissions, within 6–12 years with today's emission speed, so that people in poorer countries can heighten their standard of living by building some of the infrastructures that we have already built. Such as hospitals, electricity and clean drinking water.

Because how can we expect countries like India, Colombia or Nigeria to care about the climate crisis if we, who already have everything, don’t care even a second about our actual commitments to the Paris agreement?

So when school started in August this year I sat myself down on the ground outside the Swedish parliament. I school striked for the climate.

Some people say that I should be in school instead. Some people say that I should study to become a climate scientist so that I can ”solve the climate crisis”. But the climate crisis has already been solved. We already have all the facts and solutions.

And why should I be studying for a future that soon may be no more, when no one is doing anything to save that future? And what is the point of learning facts when the most important facts clearly mean nothing to our society?

Today we use 100 million barrels of oil every single day. There are no politics to change that. There are no rules to keep that oil in the ground.

So we can’t save the world by playing by the rules. Because the rules have to be changed.

So we have not come here to beg the world leaders to care for our future. They have ignored us in the past and they will ignore us again.

We have come here to let them know that change is coming whether they like it or not. The people will rise to the challenge. And since our leaders are behaving like children, we will have to take the responsibility they should have taken long ago.

Greta Thunberg
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De Pedro Vorph a 06.12.2018 às 17:17

Meu caro, o seu problema, a meu ver, foi ter terminado demasiado cedo os estudos. Mas ainda vai a tempo.

Um exemplo digno de ser admirado e não minorado.
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De Anónimo a 06.12.2018 às 17:46

Penso que está a falar de si até porque devia saber que ter estudos não é automaticamente sinónimo de pessoa culta nem de bom senso.

Vejo que é um dos que vive no seu mundo quase perfeito da fantasia!
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De Pedro Vorph a 06.12.2018 às 19:07

Não falava para si. Mas para o ex -assessor...


E o exemplo é a Greta
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De Sarin a 06.12.2018 às 21:51

Por acaso lembrei-me, mas em nome da segurança rodoviária perto da escola. Só consideraram justa causa a greve feita pela colega atropelada.


Também gostava que me explicassem estas greves assim :)
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De Anónimo a 06.12.2018 às 19:02

Infelizmente para Portugal não deve chegar aos 50 anos, cortesia dos xuxas e "liberais" espanhois.

Já agora e completamente ignorado pelos media nacionais de (e já foi ontem ao fim do dia) parece que o "liberal" mor francês não adiou a introdução do imposto sobre os combustíveis, cancelou mesmo a medida.
Dias difíceis para os "liberais" por essa Europa fora.
A Itália já foi posta fora do euro ou não, é que já passaram 3 semanas e o papão ainda não veio.

WW
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De Anónimo a 06.12.2018 às 19:15

E em adenda convém também mencionar que o parlamento da mais velha democracia europeia (não confundir com união europeia) votou pela 1ª vez na sua história uma moção em que defende a falta de respeito do governo para com o parlamento.

WW
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De Anónimo a 06.12.2018 às 21:52

" defende a falta de respeito do governo para com o parlamento." É preciso ter lata para defender a falta de respeito pelo parlamento. Custa-me a acreditar.
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De Anónimo a 07.12.2018 às 13:17

A MOÇÃO aprovada pelo parlamento diz claramente (defende pois tem argumentos que são defensáveis ou não) que o governo faltou ao respeito ao parlamento.

WW
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De Anónimo a 08.12.2018 às 10:40

Ah, afinal é o contrário do que disse no seu primeiro comentário. Assim está bem.
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De Diogo Noivo a 07.12.2018 às 11:18

Pode ser que chegue, WW. O que está a acontecer em Espanha tem a vantagem de clarificar o status quo e emitir alertas sérios (para partidos e eleitores). Pode ser que depois disto se recupere o espírito de convivência. Veremos.
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De jpt a 07.12.2018 às 07:21

Bem lembrado, pois uma necessária memória Obrigado pelas ligações
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De Diogo Noivo a 07.12.2018 às 11:19

Creio que cada vez mais necessária, caro JPT. Um abraço
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De Anónimo a 07.12.2018 às 15:03

E no entanto, alguma opinião publicada não só em Espanha como também em Portugal acha que a Constituição tem os dias contados, que "não acompanha a sociedade" e que deviam novamente referenda-la. Fico sempre espantado quando vejo malta em Portugal a fazê-lo, já que a nossa CRP tem ainda mais tempo e, ainda que aprovada em assembleia constituinte, não teve qualquer referendo a suportá-la (além de que a elaboraram em pleno turbilhão revolucionário).
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De Anónimo a 07.12.2018 às 15:36

Estão a falar de quê?

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