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Milagre ou fenómeno científico,

por Ana Vidal, em 27.12.11

 

o certo é que basta um caso destes para pôr em causa todas as teorias sobre coma, morte cerebral, irreversibilidade clínica, etc. De vez em quando, é bom que alguém nos lembre de que não somos deuses.


16 comentários

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De Leonor Barros a 27.12.2011 às 10:47

Também li. De facto, põe tudo em causa.
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De Ana Vidal a 28.12.2011 às 02:25

Fica tudo em aberto de novo, não é?
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De l.rodrigues a 27.12.2011 às 11:21

"Any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic."
A.C. Clarke

Isto também se aplica aos fenómenos pouco compreendidos, como este.
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De Ana Vidal a 28.12.2011 às 02:20

Magia, tecnologia ou transcendência, gostava de saber o que aconteceria se tivessem mesmo desligado a máquina. Provavelmente ele teria despertado na mesma, mas só se fosse antes de lhe terem retirado os órgãos...
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De José da Xã a 27.12.2011 às 11:53

Ana,
isto é que se pode chamar de verdadeiro milagre. Quando a medicina já nada mais pode fazer, vem qualquer "coisa" que coloca todos os preceitos médicos em causa. Obrigado pela partilha.
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De Ana Vidal a 28.12.2011 às 02:10

Não sei se é milagre, caro José, mas sei que dá que pensar. A medicina está sempre a ser posta em causa, até por si própria. Desligar uma máquina é um acto que envolve uma responsabilidade enorme.
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De Pedro Correia a 27.12.2011 às 12:06

A maior certeza é que não há certezas.
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De Laura Ramos a 27.12.2011 às 22:58

A medicina deve ser a mais empírica das ciências... O discurso dos práticos e dos investigadores é todo ele baseado em afirmações que, quando bem lidas, só permitem tirar conclusões sobre probabilidade, tendência, maiorias percentuais, etc. É gente teimosa, que não tem certezas e sabe que nada sabe...
Mas como é também das ciências que mais depressa avança, a uma velocidade impressionante, o que se diz hoje pode muito bem não ser válido daqui por 6 meses. O 'estado da arte' médica nunca pára: há um subterrâneo imparável de estudos clínicos, investigação laboratorial, pesquisa farmacológica... eu sei lá. E parte dela feita ao pé da nossa porta.
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De Laura Ramos a 27.12.2011 às 22:59

Ora que boa dica para falar de eutanásia, Pedro. Mas prometo que não vou falar...
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De Ana Vidal a 28.12.2011 às 02:24

Laura, porque não falar de eutanásia? Eu, que concordo com ela em situações muito claras, começo a pôr em dúvida tudo isso perante um caso destes. É uma lição, não há dúvida.
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De Laura Ramos a 28.12.2011 às 08:53

É o que ocorre imediatamente, não é? Acho que vou mesmo falar de eutanásia, que é um tema que me é muito 'caro' (se se pode dizer tal coisa de um semelhante impasse). Mas aí no andar de cima, sai um post um dia destes :)
Porque é precisamente por estas razões, que todos os clínicos atentos e cultos conhecem desde sempre, que nada que mexa com a vida pode arvorar-se a ser definitivo e desistente.
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De Ana Vidal a 28.12.2011 às 02:11

Isso mesmo, Pedro. A vida humana é ainda um mistério.
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De Ana Margarida Craveiro a 27.12.2011 às 15:01

O incómodo que isto me causou, Ana.
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De Ana Vidal a 28.12.2011 às 02:13

A mim também. Fiquei impressionada porque ele não só saiu do coma, como anda, raciocina e fala. Tudo isto depois de declarada a morte cerebral...
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De lucklucky a 27.12.2011 às 17:02

Não sabemos tudo.
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De Ana Vidal a 28.12.2011 às 02:14

Sabemos muito pouco, e é bom termos essa noção.

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