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As ilhas que eu vejo (1)

por João Carvalho, em 01.12.11

 

Com sotaque para ouvir...

 

 

... e muita bruma para sentir.

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28 comentários

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De Ana Vidal a 01.12.2011 às 12:51

Ah, que inveja do que tu estás a ver neste momento!
(enfim, espero que não estejas numa repartição de finanças...)
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De João Carvalho a 01.12.2011 às 13:00

Se já ouviste, espero que tenhas gostado do tempero afolcloricado.
(Eheh...)
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De Ana Vidal a 01.12.2011 às 17:24

Gosto muito dessa canção tradicional dos Açores, mas confesso que esta não é a minha versão preferida. Mas adoro o sotaque, embora aqui não esteja muito em evidência...
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De João Carvalho a 01.12.2011 às 18:30

Tens razão. Mas não é uma canção tradicional. É uma canção de Manuel Medeiros Ferreira inspirada no folclore.
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De Laura Ramos a 01.12.2011 às 13:24

- Mandas-me umas hortênsias sff? :-)
Que bonito! "Se no falar trago a dolência das ondas, O olhar é a doçura das lagoas, É que trago a ternura das hortênsias, E no coração a ardência das caldeiras" (cuidado aí com as açoreanas, João...)
E a música é linda: não sei porquê, é como se já tivesse ouvido, já estou a cantar ;)
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De João Carvalho a 01.12.2011 às 14:20

Flores para uma flor? (Onde é que eu já ouvi isto?)
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De Laura Ramos a 01.12.2011 às 15:40

... Só se for no meio das brumas.... :)
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De João Carvalho a 01.12.2011 às 15:45

Pega lá, que não estamos no tempo das hortênsias!
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De Laura Ramos a 01.12.2011 às 16:00

Forreta ;) Pronto, já está em água no meu solitário (a um 'connaisseur' não preciso de explicar que não é propriamente na cadeia ;))
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De macarvalho a 01.12.2011 às 23:47

Laura, com ou sem bruma, a natureza primou nestas ilhas e deu-lhes cor e uma vegetação luxuriante.
Aprecia-se o que é natural e não o que a mão do homem fez.
Maravilha autêntica!
A bruma apenas dá um tom mais escuro aos verdes. Por isso é que insistimos sempre, pois as tonalidades variam consoante a luz. Faz parte da sua beleza.
Em Abril cobrem-se de azáleas, a partir de Junho, de milhares de hortênsias.
Não faça a coisa por menos... uma florinha de nada?
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De Laura Ramos a 02.12.2011 às 01:00

Não faz mal, forreta, eu gostei... E julgas que ? Nada disso, com o meu tratamento ficou !
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De Laura Ramos a 02.12.2011 às 00:53

Eu sou muito mais de luz do que de brumas ;) Mas as suas descrições, Alexandra, deixam-me curiosa, não devem ter mesmo nada a ver com as de avalon... Milhares de hortênsias? Mesmo, mesmo? Não consigo imaginar maior luxo, digo-lhe!
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De macarvalho a 02.12.2011 às 09:45

Milhares, estrada fora!
No mesmo dia, em horas diferentes, podemos passar da bruma a um sol radioso, salpicado ou não de núvens. Normalmente, salpicado.
Entendo-a perfeitamente. Também sou de sol e céu azul. Garanto que não estraga nem o dia nem a beleza.
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De Laura Ramos a 02.12.2011 às 13:47

Rendida, Alexandra!
(tem a certeza de que não é um quadro clandestino da Direcção Regional de Turismo dos Açores?! :) :)
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De Luís Reis Figueira a 01.12.2011 às 13:45

Tudo muitíssimo bonito, como já é bem sabido.
Só não percebo porque é que foste pôr, mesmo no centro do mapa, um rectângulo preto tão grande com uma seta branca? Será para indicar a toda gente que é ali, em Angra do Heroísmo, que estás à nossa espera? eheheh...
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De João Carvalho a 01.12.2011 às 14:21

Tens sempre a porta aberta. E que tal a cançoneta?
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De Luís Reis Figueira a 01.12.2011 às 15:48

Obrigado, João. A cançoneta também é bastante curiosa, se bem que não tão variegada como os próprios Açores.
Grande Abraço!
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De João Carvalho a 01.12.2011 às 15:52

Saudades a todos, Luís.
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De Leonor Barros a 01.12.2011 às 18:22

Adoro a palavra 'bruma'.
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De João Carvalho a 01.12.2011 às 18:32

Então somos dois. E tem uma derivação bordoálica: brumiçes...
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De João Carvalho a 03.12.2011 às 01:17

Já somos três...
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De macarvalho a 01.12.2011 às 23:39

Adorável!!
E aceito, sensibilizada a homenagem "a todos aqueles que amam, amaram.... estas preciosidades"
C'est moi!
Estou como a Laura: ainda agora ouvi e já estou a cantarolá-la.
É linda.
E a foto, em baixo, com ou sem bruma, tudo tem encanto. Já apanhei disso tudo e não deixa de ser lindo.
A terminar o dia 1º de Dezembro, não me fica nada bem, mas vou dizê-lo, como dizem nuestros hermanos invasores: precioso!
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De João Carvalho a 02.12.2011 às 00:12

Afinal, por alguma coisa eles são nuestros hermanos. Até nos deixaram em Angra o amplo e extraordinário Forte de S. Filipe, a que chamamos de S. João Baptista.
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De Tamborim Zim a 03.12.2011 às 00:09

Q fotografia encantadora! Os Açores prestam-se, de resto, a flashadas extraordinárias. Tenho uma amiga açoriana cujas fotos da sua Terceira me deixam cheia de felicidade. Ela é uma fotógrafa amadora q eu amo e chama-se Madalena Ávila.
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De João Carvalho a 03.12.2011 às 01:16

É impossível ficarmos indiferentes. E este é o único lugar do mundo que já conheci onde o olhar ao vivo nos surpreende para lá dos registos habituais.

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