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Estava, digo bem, porque perdi o maldito livro hoje mesmo.
Ao sair para tomar café e levantar dinheiro no multibanco e visitar uma loja de electrodomésticos onde há umas merdas a bom preço (sou um Scrooge no que toca a electrodomésticos e detergentes, ao contrário da minha mulher-a-dias que é a raínha de Sabá, a Ivana Trump dos limpa-vidros) de repente olhei para as mãos — e tungas, estavam vazias. Regresso à loja de electrodomésticos, ao multibanco e ao café, entrei por desfastio numa frutaria, numa loja de candeeiros e no Celeiro, quase comprei uma barra energética com sementes de sésamo e alfafa, e telefonei para a minha namorada a choramingar. Ela é uma santa, mas mais gira, disse-me deixa lá querido, oh que azar, coitadinho, não penses nisso.
E eu pensei: Está bem, abelha.
Mal entrei em casa encomendei outro. Para poupar portes de envio mandei vir também este, este, este e este. Como precisava de um miminho, e ainda ontem fiz anos, julguei que não era mal nenhum acrescentar este. E já agora este. Ou seja, fiz um excelente negócio em portes e dei um bom uso aos meus euros, que agora estão a salvo em Inglaterra.
O livro é muito bom — sei disso porque já ia na página 23. Tem a palavra o Luis Menezes Leitão.