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Transportes públicos? (13)

por João Carvalho, em 25.11.11

 

Um transporte familiar, ao contrário do que é comum dizer-se, não é necessariamente caro. Nem tem de ser grande e difícil de estacionar...


15 comentários

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De Bartolomeu a 25.11.2011 às 12:15

Se não estou enganado, aquela carreira, a 72431, é a que faz Conde-Barão/Pampulha... mas, como já não utilizo os transportes públicos desde o tempo dos "Chora"... posso estar a fazer confusão...
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De João Carvalho a 25.11.2011 às 12:25

Acontece-me o mesmo, pelo que não posso confirmar. A última vez que utilizei um transporte público foi da Boavista para a Foz, quando ainda havia eléctricos. Ainda há eléctricos?...
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De Pedro Correia a 25.11.2011 às 18:31

Olha que não, compadre. Só se for um eléctrico chamado desejo. Que começa precisamente na Boa Vista e costuma desaguar na Foz.
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De zedeportugal a 25.11.2011 às 13:00

Para mim, a coisa mais desagradável na ultilização de transportes públicos está bem à vista nesta imagem, na figura pendurada do lado esquerdo. Se repararem, tem a face verde, o que significa que está enjoado. E a mim, que nunca enjoei na minha vida em transporte nenhum, a única coisa que me agonia (até ao vómito) são os cheiros intensos a humanidade - digamos assim - próprios destes ajuntamentos forçados.
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De João Carvalho a 25.11.2011 às 13:04

Já sei: o cheiro a populaça!
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De Bartolomeu a 25.11.2011 às 13:53

Engana-se, caro zedeportugal, conheço perfeitamente a moça da esquerda; é a Rita Marcia Carvalhal de Menezes Araújo e Pescilânio, Policarpo, descende de famílias nobres cuja origem se perde nas poeiras da Historia, anteriores à chegada dos Fenícios a Vila Nova de Foz Côa.
Aquilo que a si lhe parece um sinal evidente de enjoo, não passa de uma máscara facial, hidratante, à base de abacate, da Vichy. A indumentária, é inteiramente originária da casa Christiane Dior, a mala é Gucci e a fragância é o Cuir de Russie, da Chanel.
O facto pelo qual a Rita utiliza aquele meio de transporte, deve-se a ter sido a unica forma eficaz que encontrou, para evitar os paparazzi.
Diga lá ca mecinha não é inteligente...
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De João Carvalho a 25.11.2011 às 16:05

Famílias nobres com o nome perdido? Assim não vale!
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De Bartolomeu a 25.11.2011 às 17:00

Não, não.
O nome mantem-se, a origem é que se perdeu... é muita história pelo meio...
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De zedeportugal a 25.11.2011 às 20:26

Já fazia algum tempo que não me ria tão de gosto.

Bem-haja Bartolo, meu.
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De Luís Reis Figueira a 25.11.2011 às 13:10

«Familiar»? Não me digas que o pobre do condutor, além de ser também o 'cobrador-com-a-senha-na-boca', ainda é o pai de família daquela malta toda? Quantos são, quantos são?...
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De João Carvalho a 25.11.2011 às 16:07

Alguns são enteados. Outros são entediados, porque já estão fartos do transporte...
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De Bartolomeu a 25.11.2011 às 17:09

Parece que o "veículo" está a ser conduzido por um humano, mas o que na realidade acontece, é que a imágem mostra-nos o expoente máximo da técnologia rodoviária compotorizada.
O que parece ser um homem a conduzir, é na realidade um robôt em cuja ranhura, ou bocal, cada passageiro introduz um ticket préviamente programado. O robôt está equipado com um sistema informático que lhe permite fazer a gestão do percurso, conforme os destinos desejados pelos passageiros, os quais vão descendo em andamento conforme os mesmos vão sendo atingidos.
Digam lá se os asiáticos não andam sempre uns furos mais à frente?!
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De Pedro Correia a 25.11.2011 às 18:33

Fica-me a dúvida: este é um veículo de quantos cavalos?
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De João Carvalho a 25.11.2011 às 20:40

Para não gastar mais do que o necessário, o número de cavalos é proporcional ao número de passageiros.

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