Eu não estou nada a favor, Ana. A obsessão do politicamente correcto não pode chegar a este nível de absurdo! A personagem desenhada por Flemming tem um perfil perfeitamente definido, há que respeitá-lo. Este galã pode perfeitamente ser um agente secreto, um herói, o que quiserem, mas não faz o menor sentido chamar-lhe James Bond. Se vier a sê-lo, não pode admirar-se de ficar conhecido por "the black James Bond", é inevitável.