Mas agora é assim mesmo: cônjugue. Não sabia? Já não sei quem, disse essa num jantar da lusofonia e a partir daí (iam no peixe) resolveram mudar. Foi isso e a presidenta. Lula até disse uma graça a propósito. Terá sido cônjuga? Não sei, mas pelo menos isto ficou assente: presidenta e cônjugue (não sei para quando será a cônjuga). O primeiro já pode ver na net http://www2.planalto.gov.br/presidenta . É a modernidade. Tudo rapaziada muito moderna, muito à vontade. Malta porreiríssima! Quer ir dar umas aulas ao Brasil?
Sim, excepto em dois casos: — quando um mete a mão no baú e subtrai os bens do outro para se pôr ao fresco; — na subtração efectuada pela mãozinha do ministro sobre o rendimento dos cônjuges.
Pois é, Leonor: acrescenta um 'u' e subtrai nas taxas moderadoras ao rendimento do casal. O ministro da bordoada é especialista a dar com uma mão e a tirar com a outra. Quem dá e volta a tirar...
Nem sequer conjuga, senão "cônjugava mârido e Mûlher". A sério: que o Ministro não cometa erros maiores, que estes até são engraçados e não fazem mal a ninguém.
Comecemos então por si: — "à lupa" e não "á lupa"; — "jeito" e não "geito"; — "críticos" e não "criitticoos"; — "de" e não "dee"; — "cu" e não "cuu".
Não é pela sua importância, claro, mas apenas para não parecer que tenho dois pesos e duas medidas e ainda porque V. consegue bater todos os recordes ao escrever mais erros do que palavras.
Eu reconheço que, na escrita, não sou um João Carvalho ou uma Edite Estrela...Reconheço sim senhor, muitas e muitas léguas disso...
Mas deixe-me que lhe diga:
Tenho ódio aos individuos que combatem uma ideia socorrendo-se dum erro gramatical... É a arma dos auto- convencidos!Cheira-me que V. faz parte dessa tropa...
Agradeço-lhe, penhoradamente, o reparo dos erros gramaticais --- a maioria de propósito, para realçar a idiotice do seu post.
Efectivamentee humildemente reconheço não estar á vossa altura!
Deixo passar a sua insolência, para não lhe chamar pouca educação, por uma vez. Mas contenha-se, porque não sou de deixar passar idiotices excessivas.
Cuide do seu faro. Esse cheiro pode ser de Edite Estrela, mas não é meu, que comento várias formas de subcultura sem as confundir com ideologias. Até porque a infracultura não sustenta qualquer ideologia, como é óbvio.