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Um americano em Paris

por Luís Menezes Leitão, em 22.09.11

 

O novo filme de Woody Allen, Midnight in Paris, é absolutamente brilhante. Ao contrário dos outros realizadores americanos, Woody Allen é um apaixonado pela cultura europeia, pelo que não admira que tenha decidido começar a filmar em cidades europeias. O seu filme é todo ele uma homenagem a Paris, uma das mais extraordinárias cidades do mundo, a meu ver só suplantada precisamente pela sua Nova Iorque. Mas temos a surpresa de encontrar no filme uma citação constante dos grandes vultos da cultura americana, que como ele também passaram por Paris. Mas a grande demonstração do filme é que a magnífica cidade de Paris suplanta todas as obras. Como uma personagem diz no filme, não há obra humana, seja sinfonia, romance ou pintura, que consiga suplantar uma grande cidade.


3 comentários

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De João Carvalho a 22.09.2011 às 07:59

Tal como a nossa Ana Vidal escreveu mais abaixo, não gostei do mercantilismo e desrespeito dele pela cultura da nossa capital aberta ao oceano: "Filmar em Lisboa? Por que não? Desde que me paguem..."

De resto, não tenho grande dúvida sobre a Paris que ele viu e gravou. Há-de ser um regresso e tanto.
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De Laura Ramos a 22.09.2011 às 09:07

Tenho ouvido dizer o mehor deste filme. Estou muito curiosa.
E não me desagrada nada a onda europeia de Woody, simplesmente porque ele não consegue fazer um filme banal. Sendo também que não é preciso mergulhar naqueles complicados enredos, meio psicóticos, que sempre lhe associamos, para fazer um grande filme. Se calhar, o difícil até será precindir desses ingredientes.
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De José Maria Gui Pimentel a 22.09.2011 às 09:09

Também gostei do filme, Luís, embora não partilhe do "brilhante", porque o achei completamente despretensioso. Essa frase é de facto notável, e verdadeira. Embora a história seja relativamente banal, e cheia (propositadamente?) de clichés, chama a atenção para um aspecto interessante: o facto de a pessoa tender sempre a sobrevalorizar o passado em detrimento do presente....

De um modo geral, achei o filme genuinamente agradável, o que, não sendo eu um cinéfilo, é para mim sempre uma grande vantagem numa "fita" (para usar precisamente linguagem do meio).

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