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Delito de Opinião

Subsídios para o estudo do uso do fato sem gravata - 1

Ana Cláudia Vicente, 05.08.11
José G. Cabral / c)  odos os direitos reservados

Como o bom exemplo deve vir de cima, nada como olhar para Norte e considerar o caso de Ayres Gonçalo, jovem alfaiate portuense de currículo notório e notado. Nesta ou noutra estação o dito não deixa - ao que tudo indica literalmente - créditos por mãos alheias, fazendo de si escaparate à medida.

 

Não tenho quota, por isso digo: se fosse cavalheiro endinheirado em busca de fato como-deve-ser já saberia a que porta bater. 

 

[Fotos: (c) Alfaiate Lisboeta]

 

 

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2 comentários

  • Concordo contigo não apenas no que toca a uma certa dose de prudência necessária aos experimentalismos vestimentais (se bem que, como disse no post anterior, os centro-europeus conseguem fazer combinações hediondas cor/talhe/padrão usando todas as peças canónicas...), se bem que quem não arrisca não se diverte, Laura.

    E já que falamos em fato, também concordas com a tipologia do João?

    É que para mim este exemplar do início do século XX (http://sproily.bullet-head.net/upload/up/sproily_lounaspuku1.jpg), feito em Saville Row ou arredores, é fato apesar de não ser todo igualinho, bolas...
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