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Passado presente (e futuro, espero)

por Ana Vidal, em 14.07.11

(disto ainda há, felizmente!)

 

O Gambrinus festeja 75 anos e continua em grande forma, como sempre.


24 comentários

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De Pedro Correia a 14.07.2011 às 13:11

Serve a melhor imperial de Lisboa. A melhor companhia aos célebres croquetes da casa, com mostarda, comidos ao balcão. Parabéns, Gambrinus.
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De Ana Vidal a 14.07.2011 às 13:23

Dizem que sim, eu não sei porque não gosto de cerveja. Mas serve tudo o resto com igual qualidade! Um dos meus locais favoritos em Lisboa, desde sempre.
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De Pedro Correia a 14.07.2011 às 13:47

Já lá comi um excelente 'eisbein', que recomendo aos verdadeiros apreciadores.
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De Ana Vidal a 14.07.2011 às 14:00

E a perdiz, e a sopa do mar... humm... pronto, vou almoçar.
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De fernando antolin a 14.07.2011 às 18:08

o meu falecido padrinho,Jerónimo Manzarra Franco,recebia a correspondência da sua Idanha-a-Nova, ao cuidado do restaurante Gambrinus...eram outros tempos...outras Lisboas...

(ah, se o meu Pai tem deixado as suas memórias da boémia Lisboeta dos anos 40 em livro...)
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De Francisco Castelo Branco a 14.07.2011 às 14:07

Há sempre dinheiro para uma boa jantarada
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De Ana Vidal a 14.07.2011 às 17:08

Nem sempre, Francisco, mas há sempre para um croquete.
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De Pedro Correia a 14.07.2011 às 19:28

Dois croquetes ou um prego ao balcão do Gambrinus, com uma imperial, são a preços módicos. E ninguém sai de lá defraudado, garanto.
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De Goncalo a 14.07.2011 às 14:49

Eu até era para lá ir mas depois li isto
http://lazer.publico.pt/artigo.asp?id=811
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De Ana Vidal a 14.07.2011 às 16:42

Não deixe de ir, Gonçalo. Se reparar bem, o David Lopes Ramos diz muito mais bem do que mal nesta crítica. Quero lá saber se os copos e os talheres não são novos em folha, e se falta um ou dois nomes na carta de vinhos! O que me interessa é a cozinha, o ambiente, a maneira como se é recebido. E, nisso, o Gambrinus ainda é insuperável. Infelizmente é caro, sempre foi. Mas a qualidade é correspondente ao preço.
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De Pedro Correia a 14.07.2011 às 19:29

Infelizmente é caro. Se não fosse, fazíamos lá um jantar de blogue, Ana.
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De Ana Vidal a 15.07.2011 às 02:52

Era já amanhã! Fica para quando formos ricos...
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De zedeportugal a 14.07.2011 às 17:36

Este postal e, principalmente, os comentários que suscitou obrigam-me a recomendar à autora e aos comentadores uma leitura que me parece muito a propósito:

http://www.leiloes.net/Snobissimo-ou-o-Desejo-de-Parecer---Pierre-Daninos,name,174881514,auction_id,auction_details

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De Ana Vidal a 15.07.2011 às 02:57

Tenho o livro do Daninos, que releio aos bocados de vez em quando porque é delicioso. Lembrou bem, acho que vou fazer uma série com ele.
Mas não se aplica ao Gambrinus, que é mesmo "the real thing" e não uma imitação para deslumbrados sociais. Claro que os há também lá, embora geralmente prefiram os restaurantes "da moda", onde podem dar mais nas vistas.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 14.07.2011 às 17:38

Para a rapaziada do Alentejo que foi estudar para Lisboa nos finais dos 60's, principios dos 70's, o Gambrinus era o nosso "escritorio"; se queriamos encontrar alguem era lá que o iamos procurar. Ou ao fim da tarde, ou à noite depois do cinema, e antes de um copo no Stones. Era a bela vida lisboeta desses tempos que deixa tantas saudades a tantos de nós.
Passei lá muitas e boas horas, bebi lá muitos copos e tive oportunidade de lá fazer excelentes refeições.
O Empadão de Perdiz das 2ªs feiras, o Eisbein das 5ªs, ou o bacalhau "À Chico Lage" das 6ªs, inesqueciveis. Ou as sandocas do sr Domingos que nos tratava carinhosamente por meninos.
Podia estar aqui horas a contar "historias" passadas no Gambrinus, onde tive oportunidade de beber o melhor vinho portugues do sec XX (na minha opinião, já se vê) o Barca Velha de 66 por... 850 mil réis cada uma. Bué delas.
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De Pipokas a 14.07.2011 às 20:31

Bahahahaaaaaaaaahhhh!!! (Ou seja: a minha alma está parva).
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De Ana Vidal a 15.07.2011 às 03:02

As melhoras da sua alma, Pipokas.
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De Pedro Correia a 17.07.2011 às 00:17

No Gambrinus não há pipokas.
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De Ana Vidal a 15.07.2011 às 03:01

Bué delas?? Pois é, velhos tempos... hoje em dia ninguém lhes chega, mas felizmente há vinhos portugueses excelentes por muito menos dinheiro.
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De xico a 23.07.2011 às 12:47

Também eu gosto de passar frente ao Gambrinus. Nunca lá entrei. Por um lado a carteira e por outro por pudor em gastar tanto dinheiro.
Mas folgo em saber que os estudantes do Alentejo o frequentavam nos anos 60 e 70, e bebiam vinho a 850 escudos (uma autêntica fortuna quando se almoçava por vinte escudos). Não sei porquê, e que me perdoe o autor do comentário, mas pareceu-me uma obscenidade, quando havia fome no Alentejo dessa altura.
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De Ana Vidal a 24.07.2011 às 00:21

Xico, é possível entrar no Gambrinus e não gastar muito dinheiro. Ao balcão tem opções simpáticas e acessíveis.
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De xico a 29.07.2011 às 20:21

Obrigado pela dica. Um dia, talvez siga o seu conselho.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 24.07.2011 às 18:31

Fome no Alentejo? Só se foi por causa da reforma agraria!

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