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Grande escolha

por Laura Ramos, em 18.06.11

 

The right man, in the right place.

- At the right moment

Pois... Mas aqui se  mede a coragem.

 

- Bom trabalho! (disso tenho a certeza).

Sem um pingo de solidariedade blogosférica.

 

A Cultura é a nossa alma. E (ainda) não precisamos de Sforza.

Considero que está muito bem entregue.

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26 comentários

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De Helena a 18.06.2011 às 09:17

Clap,clap,clap.
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De Laura Ramos a 19.06.2011 às 01:59

Fiquei mesmo satisfeita.
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De Carlos Alberto a 18.06.2011 às 11:18

Esta era fácil, o contrário é que seria estranho!
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De Laura Ramos a 19.06.2011 às 02:01

Pois... mas nestas coisas a 'facilidade' é sempre uma depuração. E por isso é o mais difícil.
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De Ivone Costa a 18.06.2011 às 12:53

Laura, não poderia estar mais de acordo. Uma excelente escolha.
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De Laura Ramos a 19.06.2011 às 02:06

Ivone, adaptando uma certa frase de João Aguiar, dita noutro contexto, eu acho que esta grande escolha tem um único defeito: o facto de exigir o sacrifício do próprio...
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De João Carvalho a 18.06.2011 às 15:49

Totalmente de acordo, Laura, pelo que reconheço no Francisco José Viegas e pelo que sei dele há muito pela voz de amigos comuns.

Mais gosto me dá afirmá-lo hoje aqui por ontem ter ouvido um socialista a perorar pela falta de um Ministério da Cultura: deu-me uma imensa volta ao estômago lembrar-me do carinho que os governos de Sócrates sempre dispensaram à cultura. Especialmente à cultura do TGV e à cultura do croquete.
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De Laura Ramos a 19.06.2011 às 02:23

João, que gosto ver-te de volta!
Confesso que sou dos que defendem a dignidade de Ministério para a pasta da Cultura, num teimoso exercício de prioridades simbólicas. Mas quando a coisa se fica por aí - e isso só não aconteceu no tempo do Carrilho - a coisa perde sentido e, pior do que isso, é mesmo decadente.
O que tivemos nos últimos anos foi, mais uma vez, uma mera aparência de política cultural, numa farsa encenada por uma Ministra bonita que 'despachou' quem não entrou no jogo (Jorge Barreto Xavier que o diga).
Em tempos de contenção financeira, de honestidade e de predomínio do conteúdo sobre a forma, tranquiliza-me esta grande escolha (que nunca deixaria de o ser se o organograma governamental fosse outro).
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De VSC a 19.06.2011 às 01:22

«A propósito do Acordo Ortográfico, Miguel Sousa Tavares diz que “o Brasil é o único país que recebeu a língua de fora e que impõe uma revisão da língua ao país matriz”. Sinceramente, não vem daí grande mal ao mundo. Portugal maltratou a sua língua durante anos e anos, desinteressando-se da sua gramática, do seu ensino e da sua correção – além de pensar que se tratava de uma espécie de “doação” concessionada ao resto do mundo. Não é. A língua (ortografia incluída) é de quem a fala, de quem a usa e de quem a transforma diariamente. «Se o Brasil tomou a dianteira, pergunte-se o que Portugal fez em prol da Língua, que agora parece ser “um bem estratégico”. E os escritores? Não lhes cabe defender acordos ortográficos, evidentemente. Cabe-lhes escrever – bem, se possível.»
Grandes palavras do actual secretário da cultura portuguesa (?).
Seria interessante saber quando é que Portugal se desinteressou da gramática (!) e quanto maltratou a língua anos e anos (!)(e quando é que o Brasil, que está muito perto do fundo em tudo o que diga respeito a alfabetização, se adiantou?)
Além desta inanidades, o non sequitur final: e o que teria tudo isso a ver com a imposição da ortografia brasileira aos portugueses? Seria um castigo?
Um talentaço, este Viegas, que em 2007 era mais cuidadoso: «Perder-se-á muito? Ganharemos em comunicabilidade? É legítima essa mudança? Ou seja: pode um grupo de linguistas, iluminados ou não (geralmente tenho dúvidas), decretar essa mudança?»
Depois, algures, Viegas viu a luz e levanta o dedo acusador e exclama: «pergunte-se o que Portugal fez em prol da Língua».
Para além de a ter levado a todo o mundo? - perguntam-se as gentes.
Ah, grande secretário de estado!
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De Laura Ramos a 19.06.2011 às 03:17

Não sou nada pró-acordo ortográfico. Talvez seja resistente, como cabe a todos os seniores.
Mas é por aí que julga o FJV? Numa matéria que não é unânime, porque convoca argumentos substanciais, de ambos os lados?
Triste Portugal.
Por esse andar, está a criticar-lhe a cor das gravatas.
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De VSC a 19.06.2011 às 19:05

Muito obrigado pela resposta.

Se confunde a ortografia com gravatas, tem todos os motivos para estar contente com o novo secretário de estado.

Fiquei bastante entusiasmado com a existência de argumentos substanciais da parte dos pró-acordo. Nunca ouvi nenhum. Importa-se de pôr aqui? Ficar-lhe-ia muito grato.
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De Laura Ramos a 19.06.2011 às 22:31

VSC, eu é que agradeço A sério que nunca ouviu argumentos susbstanciais vindos do lado favorável? Eu já (e garanto que não vêm no package das gravatas, por pindéricas que sejam, como o acordo). É só mesmo porque, como sou contra, habituei-me a opor as minhas razões aos que o defendem e a ter de ouvi-los. Então vá: 1) actualização 2) aproximação da ortografia à forma fonética e consequente simplificação da aprendizagem 3) unificação da escrita entre os povos falantes da mesma língua e "empowerment" daí resultante 4) edições únicas etc, etc.
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De VSC a 20.06.2011 às 16:57

Vejamos então os argumentos sérios. O 1º seria a actualização. Mas, e pergunto com curiosidade genuina, actualização de quê? Actualização da ortografia? Ou, como se escreveria na grande língua franca da cultura, da ciênca, da diplomacia, da comunicação planetária do séc. XXI, orthography's actualization (em francês, actualization de l' orthographe)? E "atualização da ortografia", como começaram a escrever os brasileiros - via decreto - por volta dos anos 30 do séc. passado, em obediência a ideias francesas do séc. XIX é "atualizado"?
Creio que há por aqui qualquer coisa que não bate certo, a não ser que se considere que o Inglês e o Francês são línguas pouco actuais, que não evoluíram, ao contrário do português da América do Sul, que sofreu "evoluções" a golpe de decreto.
Passemos ao ponto 2. Simplificação da aprendizagem? É um intento que poderia prosseguido por Viana, que começou a delapidar a língua em 1904. Hoje, sabe-se, até pelas imagens do cérebro de crianças enquanto olham para palavras que ainda não conhecem que a palavra é apreendida no seu todo: ter 3 ou 6 letras é rigorosamente a mesma coisa, «cmoo se porav fmiaclnte» O Zimbabué, que usa o horroroso inglês, tem um índice de alfabetização bastante superior ao do Brasil - que está "atualizado" há 80 anos - isto se a actualização consiste afinal em estropiar palavras.
Ora, ponto 3- Unificação . Unificação com grafias facultativas? com grafias duplas? Que dizem os profs? "Os negociadores do Acordo autorizam duplas ou múltiplas grafias no interior de cada país, com base num critério da pronúncia, que em nenhuma língua pode ser tomado como propriedade identificadora dum sistema linguístico e da(s) sua(s) respectiva(s) norma(s) nacionais, mas sempre e apenas de uma sua variedade dialectal ou social" (Doutora Inês Duarte, professora catedrática de Linguística da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa); e outro professor catedrático da Universidade de Lisboa, Doutor João Andrade Peres: «dois alunos portugueses, em Portugal (ou brasileiros, no Brasil, etc.), sentados lado a lado, ou dois professores em salas contíguas seriam livres de usar a seu bel-prazer as grafias alternativas. Em última análise, é deixada ao livre arbítrio de cada cidadão a escolha da grafia, pondo-se em causa a função da língua escrita como factor de coesão social». É a unificação no seu esplendor!
O inglês da América é diferente do de Inglaterra e os dois países nunca fizeram questão de celebrarem acordos ortográficos (creio, até, que seria difícil explicar-lhes o que isso seja! A verdade é que o inglês está fixado desde o séc. XVII e a nível de imprensa norte-americana, desde 1800 e poucos. É que a ortografia mantêm-se e não se degrada quando os falantes e escreventes têm acesso à norma (escolarização, hábitos culturais, etc). A «evolução ortográfica» a mata-cavalos é uma ideia da propaganda dos acordistas que conta com a nossa ignorância e medo provinciano de estar desactualizado...
«Empowerment», diz? Gostava que me desse uma ideia daquilo em que concretamente consistiria. O facto de em Portugal se começarem a escrever os nomes dos meses com letra pequena irá fazer o quê? Que milhares de pessoas de repente comecem a aprender portugues, ou desatem a ler Frei Luís de Sousa?
Quanto às edições únicas, temos, desde logo, as duplas grafias. Qual seria a utilizada? Isto para não falar já da diferença lexical e da maior ainda diferença sintáctica. Isto para não dizer que são as editoras que se devem adaptar à língua e não a língua às editoras.
Não vejo, por isso, qualquer argumento sólido - e mil vezes melhor do que eu poderia responder um especialista.
Além de tudo isto há alguns outros aspectos importantes e inquietadores: o modo como foram ignorados os pareceres negativos de organismos oficiais portugueses, a barreira à discussão efectiva da questão, a falta de democraticidade, o autoritarismo, a leviandade com que se tem procedido, a falta de respeito por algo de tão complexo quanto é a nossa língua materna e que deveria incomodar profundamente todos ( e incomoda: há centenas de milhares de portugueses, dos 16 aos 90 anos que protestam activamente. Não é um assunto de «séniores»: felizmente, cada vez mais se pensa como Fernando Pessoa que chamou crime à "reforma" de 1911.
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De Laura Ramos a 20.06.2011 às 18:34

VSC , gostei de o ler, por mim era o comentário da semana. Escolheu foi o alvo errado, porque - não sei se percebeu - volto a dizer que sou contra o AO. Já assinei petições e tudo, veja lá.
Sem mais, adianto-lhe esta demonstração simplista e simbólica da minha discordância: considero absurda e inútil uma alteração ortográfica que, em nome da unificação (?), me obriga a escrever infeção ", quando os brasileiros continuam a deter a ortografia pré-acordo, "infecção". E que me obriga a escrever Egito " e a denominar os seus oriundos de "egípcios". A célebre queda das consoantes mudas ou sonoras, consoante as pronúncias...
A legitimidade reformista que plasma a aproximação da ortografia à fonética sempre teve opositores, sabe bem disso. Mas tem vencido... (e, que me lembre, na minha vida já passei por 2 alterações).
O linguista Herculano de Carvalho (UC) chegava ao ponto de dizer, nos anos 60/70, que a forma correcta de pronunciar e/ou escrever era pura e simplesmente aquela que o falante adoptasse, em seu bom modismo. Isto é: ordem para regressar à confusão de 500... quando o português se escrevia conforme a cada um aprouvesse (o que dava um jeito enorme... mesmo que as consequências não fossem grandes, dado que a aprendizagem era privilégio restrito).
Quanto ao facto de o valor da actualização da escrita não ser importante, não concordo. Claro que é, e não considero que depaupere a língua. Senão, ainda escreveríamos saüdade ", mãi " pharmacia " e outras coisas, bem bonitas, por sinal, mas que agora parecem não fazer sentido. E se não fazem...
Como vê, não sou especialista nesta matéria. A minha opinião é de leiga, mas de leiga portuguesa.

Coisa muito diferente, contudo, é aferir a competência, ou não, de um SE, consoante ele é ou não a favor do AO.
E dizer que não assistem argumentos substanciais a ambas as partes.
Qualquer AO suscitou contraditório: basta ler os documentos, expurgados da espuma dos dias.
http:/ www.portaldalinguaportuguesa.org / action =acordo.

Saüdações blogosphehricas.
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De VSC a 20.06.2011 às 22:28

Agradeço a simpatia.

Sobre "actualizações": pharmacy e pharmacie são palavras do Inglês e do Francês do Séc. XXI.
Se em Portugal se escrevesse pharmácia estaríamos em consonância com duas línguas de dois países cultos. Ou será que os idiomas ingles e francês estão «desactualizados» em relação ao português do Brasil? É essa a referência?
Hoje sabe-se que o crime de 1911 - assim lhe chamou Fernando Pessoa, que fez alguma coisa pela Língua portuguesa -, não compensou, assim como as modificações mais radicais do Brasil, em 1929: com Portugal, é um caso de país com altas taxas de analfabetismo e iliteracia.
Não há por isso, qualquer "actualização": o «acordo» traduz-se, para o Português de Portugal, no abandono da tradição ortográfica das línguas cultas europeias para passar a obedecer ao que os «acadêmicos» brasileiros, traduzindo mal do pensamento francês do séc. XIX e em nome de doutrinas e teorias à época já serôdias, impuseram aos brasileiros nos anos 30 do século passado. Querer impor essa ortografia ao Portugal de hoje, não é «actualização», mas a aceitação de um mero provincianismo nacionalista de... outro estado (Vd. REFORMA ORTOGRÁFICA E NACIONALISMO LINGÜÍSTICO NO BRASIL http://www.filologia.org.br/revista/artigo/5(15)58-67.html)
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De Laura Ramos a 21.06.2011 às 00:39

VSC: proponho que funde um forum...
Quanto ao que acrescenta: "pharmacie, pharmacy"
(e abstraindo da suma questão "quem imitou quem?"... ... virá do tempo da colonização francesa da corte de Orange... não virá?...), tenho simpatia pela ideia da coincidência gráfica, mas mais nada. Quem sabe, serei eu já um produto degenerado das sucessivas reformas, hélas... (mas tive latim, o que me ajuda a ver mais claro).
E sabe? Nem me faltam as referências geracionais e afectivas: sou uma cultora empedernida do francês (era o que estava a dar na minha geração), agora reconvertida em escrava adaptada à ditadura do inglês. Mas nem por isso me comove a perda das formas aproximadas das ditas línguas evoluídas e cultas, tais como "effeito", "bello","sceptro", "fructo" e "signal"...
Finalmente (e finalmente, mesmo!) não acho que o umbiguismo europeu seja assim tão fantástico. Tendo a valorizá-lo, confesso, mas com reservas.
Quer um exemplo? Não faz qualquer sentido, hoje em dia,
fazer equivaler o peso do francês ao do português, simplesmente porque a balança se inverteu e a nossa língua é, hoje em dia, infinitamente mais importante e competitiva. A francofonia é uma força decadente (e acredite que tenho pena). Lá vai mantendo pergaminhos porque é uma das línguas fundadoras da velha CEE, e dos corredores da diplomacia, mas pouco mais do que isso. Uns enclaves em África e na América...e nada mais.
Mantenhamo-nos alerta, em todos os sentidos da questão: nem aculturação, nem monolitismo.
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De VSC a 20.06.2011 às 23:33

Pontas soltas
Sobre o «contraditório»: não houve sequer um início de discussão séria que fosse ANTERIOR à decisão tomada.
E há inexplicáveis silêncios desde logo sobre os pareceres oficiais negativos que fora ignorados sem explicação.

Quanto às competencias que são poderes para prosseguir fins: podendo serem estes incompatíveis com outros idênticos do Brasil, tenho a maior das apreensões, dado o que transcrevi. «O Brasil tomou a dianteira?» Em quê? Haja pudor!
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De Laura Ramos a 21.06.2011 às 01:04

Concordo com a sua denúncia sobre os silêncios estratégicos. Aliás, como acontece com tudo o que envolve os circuitos do poder nas decisões especializadas. Quanto à discussão anterior à decisão oficial, se bem que não alargada, lá foi existindo... Relembro vários programas a que assisti na RTP2 há anos atrás, com a presença de algumas referências que envolveram, entre outros, alguns meus conhecidos (caso do Prof. Aníbal Pinto de Castro). O facto de correrem na RTP2, aliás, é só por si eloquente.
Penso, sinceramente, que para além do tédio que o assunto provocava, ninguém acreditava verdadeiramente que o AO fosse avante.
- Irá?
Dura lex, sed lex.
Espero pelo seu forum, VSC. Até lá.
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De Laura Ramos a 21.06.2011 às 03:47

Assim não vale.... Dê-me o seu email pela mesma via.
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De Alberto Matos a 19.06.2011 às 10:14

Palavras, palavras, palavras...
Ora, em democracia, não cabe ao Estado ter uma política cultural.
Só isso.
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De Laura Ramos a 19.06.2011 às 13:47

Até concordo, em termos gerais. Mas não é isso que está em causa agora.
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De André Miguel a 19.06.2011 às 12:17

Subscrevo.
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De Flávio Gonçalves a 19.06.2011 às 21:30

A ver vamos se consegue manter a tarifa económica e o IVA a 6% para os livros...
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De Rui Vasco Neto a 27.06.2011 às 11:54

Caríssimos Laura e VSC,
os meus cumprimentos.
tomei a liberdade, aqui: http://setevidascomoosgatos.blogs.sapo.pt/1790176.html
porque um bom naco de conversa nunca é demais...
obrigado a ambos

rvn
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De Laura Ramos a 28.06.2011 às 01:31

Rui, eu é que agradeço a lincagem para o DO. E não pude deixar de sorrir perante o facto de alguém ter reparado nesta troca de ideias um pouco excêntrica (aparentemente fora do âmbito do meu post), mas que de facto foi interessante. Olho de falcão o seu! A blogosfera é assim mesmo: entre leitores e lidos, comentadores e escrevinhadores, cada um traça ao outro os seus perímetros e ainda bem, porque às vezes vale a pena.
Esta foi sobretudo uma boa oportunidade para conhecer o 'Sete Vidas como os Gatos' , e isso já ninguém me tira.
Cumprimentos
LR

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