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Legislativas (20)

por Pedro Correia, em 02.06.11

 

Cinco perguntas que faço a mim próprio como eleitor

 

1. Lembras-te qual foi o político que em 2005 prometeu pôr Portugal a crescer 3 por cento ao ano, criar 150 mil postos de trabalho e aumentar a convergência entre o nível de vida porutuguês e a média europeia?

 

2. É-te indiferente seres governado por alguém que falta reiteradamente à verdade?

 

3. Vives melhor ou pior do que vivias em Setembro de 2009?

 

4. Vives hoje num país mais prestigiado, mais livre e mais soberano do que vivias em Setembro de 2009?

 

5. Em consciência, entendes que o actual chefe do Governo merece continuar como primeiro-ministro de Portugal?

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19 comentários

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De MÁrio Cruz a 02.06.2011 às 21:50

NÃÃÃÃÃOO!!!!
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De Daniel João Santos a 02.06.2011 às 22:00

eu já resolvi os problemas todos, voto em mim mesmo e literalmente.
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De Gonçalo Correia a 02.06.2011 às 22:02

Vou dar as minhas respostas às cinco perguntas:
1 – Lembro-me perfeitamente. Foi alguém que viveu da propaganda falaciosa para mascarar uma realidade que desmentia-o, quase diariamente.
2 – Não sou indiferente, decididamente. Aliás, repudio a mentira e a falsidade de alguém que não olha a meios para atingir fins que são terríveis para muitos.
3 – Vivo muito, mas mesmo muito, pior. E pior viverei nos próximos anos por culpa desse alguém.
4 – Não, este país quase não é para velhos nem para novos.
5 – Não, nem mais um “pentelho” de segundo!
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De Pedro Correia a 04.06.2011 às 00:04

As respostas a estas questões ajudam a orientar o nosso sentido de voto. Ou, pelo menos, a sabermos bem aquilo que não queremos.
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De Carlos Faria a 02.06.2011 às 22:22

Eu até perdoo a um governante que após implementar medidas necessárias eu fique temporariamente a viver pior ou que surja algo imprevisto de que ele não tenha culpa. Mas não aceito que o governante me imponha sacrifícios cujos frutos sejam em vão, que deles não resulte esperança num futuro melhor e ainda me minta, me esconda a verdade, destrua o prestígio e comprometa o futuro do País que escolhi viver e ainda seja incapazes de humildemente reconhecer os seus erros e de se corrigir... a alguém assim digo abertamente: Não merece continuar Primeiro-ministro de Portugal.
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De Pedro Correia a 04.06.2011 às 00:01

Talvez o pior de tudo seja isto: ao longo deste tempo o maior responsável pelo estado a que chegámos nunca chegou a esboçar um pedido de desculpa aos portugueses.
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De eueo puma a 02.06.2011 às 22:38


Meu caro

apreciei o seu humor

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De Pedro Correia a 02.06.2011 às 23:09

Eu não apreciei o humor negro do secretário-geral socialista.
Recordo três promessas do PS nas legislativas de 2009:
- «Avançar com investimento público modernizador.»
- «Proceder ao aumento extraordinário do abono de família para as famílias com dois ou mais filhos.»
- «Novo apoio social às famílias: os beneficiários dos dois primeiros escalões do abono de família que frequentem com aproveitamento o ensino secundário passarão a receber uma bolsa de estudos no valor do dobro do abono.»
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De errado ó pá a 02.06.2011 às 22:42

1º o grande timoneiro rosado

prometeu 150 mil empregos pró pessoal do PS PSD CDU

e restantes e eles continuam lá

logo foi bastante apartidário a dar os tachos
~menos de 70% dos tachos são do PS

2º é indiferente é a força do hábito dos últimos 900 anos

3º vivo na mesma

4º em 2009 também já não tinha grande prestígio
acho que desde 1500 para cá tem tido pouco

em consciência se por acaso ficasse estávamos lixados

mas se ficar outro com a guerrilha que aí birá

e com o famoso espírito de união português

é mais ou menos uma corrida a ver se é a TAP que vai à falência antes do país

ou se o país deixa de pagar aos funcionários e pensionistas antes do apagão nacionali

resumindo:b esqueci-me....
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De o puma a 02.06.2011 às 22:43


Meu caro

apreciei o seu himor
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De Pedro Correia a 02.06.2011 às 23:06

Gostei do neologismo. Combina humor e Timor. Duas palavras de que gosto muito.
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De Utópico a 03.06.2011 às 02:35

1. E quantos vão ser criados nos proximos 4 anos?? e será que vamos convergir??

2. Veremos se a alternativa é melhor, ou se ficamos na mesma.

3. E daqui a 4 anos, será que viverei melhor? Será que haverá alguns (poucos) a viver melhor?

4. E daqui a 4 anos viverei num país mais prestigiado, mais livre e mais soberano, ou terei 6 meses sem democracia?

5. E o potencial candidato a chefe do Governo terá competências para o ser??

http://utopiarealista.blogspot.com/2011/06/o-catedratico.html
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De MFM1995 a 03.06.2011 às 09:00

Caro Utópico, acha mesmo que os artistas que por aí andam, se preocupam com isso?
A raiva/ódio que destilam, a sede de ir ao pote falam mais alto.
Se é verdade que hoje a situação da maioria dos Portugueses estará pior do que há 2 anos, assim como parece que está a dos Dinamarqueses e outros de quem ninguém fala(deve ser a auto-asfixia a funcionar),não tenhamos dúvidas de que, no curto/médio, a situação não deverá mostrar melhorias que se façam sentir nos bolsos daqueles que estão a pagar os desmandos dos últimos 25anos.
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De Paulo a 03.06.2011 às 08:31

Merece, porque não podemos culpabilizar o Homem pela pior crise mundial desde que há memória, que inevitavelmente conduziu Portugal e muitos outros países à quase bancarrota.

Diga toda a verdade e não só meia.


Cumps

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De Pedro Correia a 03.06.2011 às 23:52

Dizer toda a verdade é isto: Portugal será o único país da OCDE a manter-se em recessão em 2012. Se a culpa não é do político que apresentou um programa eleitoral fraudulento em 2009, talvez seja do D. Fuas Roupinho. Ou do cavalo do Gary Cooper.
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De André Miguel a 03.06.2011 às 13:04

Eu não faço tais questões, basta-me olhar para o passado recente.
Comecei a trabalhar em 2000, em 2007 emigrei, em 2009 tentei regressar e ofereceram-me um salário inferior ao que recebia em 2006(!), regressei ao estrangeiro em 2010... Portanto, caro Pedro, nem sequer faço perguntas do tipo, pois a escolha é óbvia.
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De Pedro Correia a 03.06.2011 às 23:58

Muitos dos que poderiam votar no domingo já votaram com os pés, André. Esse é um dos fenómenos deste Portugal socrático: temos o segundo maior ciclo migratório dos últimos 90 anos. Cada vez mais portugueses são forçados a procurar fora do País o seu sustento.
Também isto nos deve servir de matéria de reflexão.

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