Crise? Qual crise?
Vinte e oito mil euros em quatro noites em Nova Iorque, trezentos mil euros em festas de luxo, deslocações em limusinas num custo de cento e dez mil euros, jóias compradas na Tiffanny´s, desconhece-se o valor gasto. No total foram oito milhões de euros. E desengane-se quem acha que tamanho desmiolanço foi obra de um sheik das Arábias ou um oligarca lá para o Leste da Europa, esbanjando euros como quem come tremoços ou se abalança num belo prato de caracóis. À cabeça desta comandita temos o portuguesíssimo, lusitaníssimo Durão Barroso e o resto dos implicados neste fantástico caso uma ‘coisa’ que dá pelo nome de Comissão Europeia.

